Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Variedades
Tarde especial para mulheres em Itajaí

Quinta, 5/3/2020 16:23.
Divulgação

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A professora de yoga e bailarina Maila Zétola apresenta uma tarde especial para as mulheres, nesta sexta-feira (6), a partir das 14h, em Itajaí. A discussão será sobre a importância da união e da celebração de seus corpos, incluindo um debate sobre uma tradição antiga, que incentivava o público feminino a viver o ‘Plantar a Lua’.

Maila explica que no chá irá propor um bate-papo para que as mulheres relembrem de uma sabedoria ancestral muito antiga, época em que as mulheres viviam em comunidades, juntas, vivendo seus ritmos naturais internos de acordo com a natureza externa.

“Nós somos natureza. Somos compostos de água (70% do corpo), fogo, ar, terra, éter. Não à toa nosso ciclo lunar é composto de quatro fases: fase lunar ou menstrual, fase folicular ou pré-ovulatória, fase ovulatória e fase lútea. A lua, que é o símbolo do feminino faz também quatro fases: lua nova, crescente, cheia e minguante e rege a fertilidade na Terra, rege as marés, os ritmos naturais, nos rege nesse campo mais sutil, e quando nos alinhamos nesse ritmo natural, além de uma maior apropriação dos nossos corpos, aprendemos a fluir nesses ritmos e levar uma vida mais alinhada e leve, sem esforço, sem a sensação de "nadar contra a maré", porque estamos no fluxo”, diz.

Outro tema debatido será o ‘Plantar a Lua’, quando as mulheres sangravam (menstruavam) juntas e se recolhiam nas chamadas Tendas Vermelhas durante seus ciclos, acreditando que nesse tempo teriam acessos, visões, sonhos, insights de como seria o melhor andamento e funcionamento de suas comunidades.

“Elas sangravam diretamente na terra, porque nosso sangue é um sangue de vida, cheio de nutrientes, um biofertilizante natural. Existe um ditado lakota que diz ‘quando todas as mulheres voltarem a devolver seu sangue a terra acabarão as guerras’. A terra precisa do sangue para nutrir e gerar alimento, vida. É interessante que as mulheres, na terceira noite da menstruação, você coloque um pouco de seu sangue no terceiro olho (no meio da testa) para que você tenha sonhos auspiciosos, receba visões que está intencionando, é uma forma de conexão também”, salienta.

Já a dança, que será de passos livres, será proposta a partir de um estado de presença, livre e intuitiva.

“Para que possamos experimentar no corpo toda essa sabedoria ancestral, e conseguirmos incorporar isso de forma prática nas nossas vidas. Ser mulher é uma benção. Ser humano é benção. Escolhemos estar aqui, nesse agora, nesse plano. Que possamos honrar a caminhada”, completa.

O evento acontece na Rua Benjamin Dagnoni, no Bairro Rio do Meio, em Itajaí. Mais informações: 996301382. O valor para participar é de R$ 45.


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Tarde especial para mulheres em Itajaí

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Quinta, 5/3/2020 16:23.

A professora de yoga e bailarina Maila Zétola apresenta uma tarde especial para as mulheres, nesta sexta-feira (6), a partir das 14h, em Itajaí. A discussão será sobre a importância da união e da celebração de seus corpos, incluindo um debate sobre uma tradição antiga, que incentivava o público feminino a viver o ‘Plantar a Lua’.

Maila explica que no chá irá propor um bate-papo para que as mulheres relembrem de uma sabedoria ancestral muito antiga, época em que as mulheres viviam em comunidades, juntas, vivendo seus ritmos naturais internos de acordo com a natureza externa.

“Nós somos natureza. Somos compostos de água (70% do corpo), fogo, ar, terra, éter. Não à toa nosso ciclo lunar é composto de quatro fases: fase lunar ou menstrual, fase folicular ou pré-ovulatória, fase ovulatória e fase lútea. A lua, que é o símbolo do feminino faz também quatro fases: lua nova, crescente, cheia e minguante e rege a fertilidade na Terra, rege as marés, os ritmos naturais, nos rege nesse campo mais sutil, e quando nos alinhamos nesse ritmo natural, além de uma maior apropriação dos nossos corpos, aprendemos a fluir nesses ritmos e levar uma vida mais alinhada e leve, sem esforço, sem a sensação de "nadar contra a maré", porque estamos no fluxo”, diz.

Outro tema debatido será o ‘Plantar a Lua’, quando as mulheres sangravam (menstruavam) juntas e se recolhiam nas chamadas Tendas Vermelhas durante seus ciclos, acreditando que nesse tempo teriam acessos, visões, sonhos, insights de como seria o melhor andamento e funcionamento de suas comunidades.

“Elas sangravam diretamente na terra, porque nosso sangue é um sangue de vida, cheio de nutrientes, um biofertilizante natural. Existe um ditado lakota que diz ‘quando todas as mulheres voltarem a devolver seu sangue a terra acabarão as guerras’. A terra precisa do sangue para nutrir e gerar alimento, vida. É interessante que as mulheres, na terceira noite da menstruação, você coloque um pouco de seu sangue no terceiro olho (no meio da testa) para que você tenha sonhos auspiciosos, receba visões que está intencionando, é uma forma de conexão também”, salienta.

Já a dança, que será de passos livres, será proposta a partir de um estado de presença, livre e intuitiva.

“Para que possamos experimentar no corpo toda essa sabedoria ancestral, e conseguirmos incorporar isso de forma prática nas nossas vidas. Ser mulher é uma benção. Ser humano é benção. Escolhemos estar aqui, nesse agora, nesse plano. Que possamos honrar a caminhada”, completa.

O evento acontece na Rua Benjamin Dagnoni, no Bairro Rio do Meio, em Itajaí. Mais informações: 996301382. O valor para participar é de R$ 45.


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