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Dicas para os moradores de Balneário Camboriú que pretendem realizar intercâmbio

Terça, 8/10/2019 12:32.

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Estudar no exterior nunca foi algo tão popular como agora. De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Agências, o número de brasileiros que fizeram intercâmbio subiu 20,46% no ano passado, o que representou um aumento de 302 mil para 365 mil.

Mesmo no complicado período que o país vive economicamente, a demanda por intercâmbio não para de aumentar e muito disso se deve aos excelentes programas de viagem que são ofertados Brasil afora e a maioria com possibilidade de parcelamento. Em Balneário Camboriú não é diferente com várias opções disponíveis.

A seguir, separamos algumas dicas bem interessantes para o morador de Balneário Camboriú e região que pretende realizar o seu primeiro intercâmbio.

Definir o programa de intercâmbio é o primeiro passo

Um objetivo sem uma meta é apenas um sonho. Portanto, para tirar o projeto do papel, é preciso definir muito bem alguns detalhes que são cruciais na viagem para o exterior e o principal deles é decidir o programa de intercâmbio que você quer.

As pessoas realizam intercâmbio por diferentes motivos e há três tipos que são os principais: estudo, business e preparatório.

O intercâmbio de estudo geralmente é ideal para o estudante que tem como um de seus grandes objetivos melhorar a proficiência no idioma estrangeiro, além de ainda ter a possibilidade de realizar um curso em sua área de atuação.

Nesse tipo de intercâmbio, as aulas são intensas e os professores precisam correr contra o tempo, pois geralmente a viagem não dura mais do que entre seis a oito meses.

Já o intercâmbio business é fundamental para profissionais que almejam melhorar o idioma estrangeiro e na maioria dos casos é o inglês. Esse tipo de programa é comum em profissões que necessitam total domínio desse idioma, como é o caso do piloto de avião.

O intercâmbio preparatório, como o próprio nome já diz, é para ajudar o estudante a se preparar para exames de proficiência com identificação internacional, como TOEFL, por exemplo.

Tenha preferência por uma cidade hospitaleira

É verdade que os brasileiros estão espalhados por todo mundo e há uma colônia considerável de compatriotas em praticamente qualquer país do planeta. No entanto, nem todo lugar é adequado para intercâmbio.

Na hora de se programar para estudar no exterior, tenha preferência por países e cidades que já estão acostumadas e receber muitos estrangeiros e isso é principalmente válido para estudantes que estão no primeiro intercâmbio ou que nunca viajaram para fora do país.

Portanto, cidades como Dublin (Irlanda), Vancouver (Canadá) e Londres (Inglaterra) são algumas das principais no que diz respeito a destinos para brasileiros que vão estudar no exterior.

É claro que escolher uma cidade acolhedora não é por si só garantia de que tudo ocorrerá da maneira mais perfeita possível, mas certamente ajuda os brasileiros de primeira viagem a se adaptarem com a vida no estrangeiro.

Tenha pelo menos uma noção do idioma estrangeiro

Ir para um país de língua estrangeira sem ao menos ter o conhecimento intermediário do idioma pode gerar situações desconfortáveis durante o intercâmbio. É praticamente consenso geral que o estudante precisa saber pelo menos “se virar” em outra língua antes de embarcar para uma viagem lá fora.

Essa necessidade vale até mesmo para quem decidir viajar para países com língua inglesa e espanhola, que são os idiomas estrangeiros mais intrínsecos no Brasil.

Em um intercâmbio para a Irlanda, por exemplo, é fundamental pelo menos ter uma noção sobre as principais diferenças entre português e inglês. Dessa maneira, você já chegará ao lugar estrangeiro com uma ideia pelo menos inicial de como se comunicar e não passará por momentos delicados.

Fique atento as burocracias e papéis necessários

Aqui é “chover no molhado”, mas reforçar sua importância não deixa de ser relevante. Ao seprogramar para realizar o intercâmbio, é vital que você esteja atento a toda papelada necessária para sair do país.

Portanto, além de ter o passaporte, certifique se o mesmo está em data de validade e em boas condições. Além disso, é possível que sejam necessários outros documentos dentro das normas necessárias de uso, como carteira de trabalho, certificado de estudo ou diploma e outros que normalmente são exigidos pela agência de intercâmbio ou consulados.

Uma rápida pesquisa na internet ou na própria agência de intercâmbio já sana as dúvidas referentes a todos os documentos que são necessários para viajar a estudo.

Intercâmbio para todas as idades: é possível

Engana-se quem pensa que o intercâmbio é apenas para jovens estudantes de até 23 anos. Viver um período fora do país a fim de estudar também pode ser uma excelente alternativa para pessoas mais velhas.

Nos últimos cinco anos, cresceu o número de brasileiros acima de 50 anos que foram estudar no exterior. Há vários programas especiais para esse tipo de faixa etária e geralmente eles estão classificados como 50+.

Os cursos geralmente têm duração a partir de duas semanas e os estudantes ficam em casa de família, apartamento ou hotel.


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Dicas para os moradores de Balneário Camboriú que pretendem realizar intercâmbio

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Terça, 8/10/2019 12:32.

Estudar no exterior nunca foi algo tão popular como agora. De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Agências, o número de brasileiros que fizeram intercâmbio subiu 20,46% no ano passado, o que representou um aumento de 302 mil para 365 mil.

Mesmo no complicado período que o país vive economicamente, a demanda por intercâmbio não para de aumentar e muito disso se deve aos excelentes programas de viagem que são ofertados Brasil afora e a maioria com possibilidade de parcelamento. Em Balneário Camboriú não é diferente com várias opções disponíveis.

A seguir, separamos algumas dicas bem interessantes para o morador de Balneário Camboriú e região que pretende realizar o seu primeiro intercâmbio.

Definir o programa de intercâmbio é o primeiro passo

Um objetivo sem uma meta é apenas um sonho. Portanto, para tirar o projeto do papel, é preciso definir muito bem alguns detalhes que são cruciais na viagem para o exterior e o principal deles é decidir o programa de intercâmbio que você quer.

As pessoas realizam intercâmbio por diferentes motivos e há três tipos que são os principais: estudo, business e preparatório.

O intercâmbio de estudo geralmente é ideal para o estudante que tem como um de seus grandes objetivos melhorar a proficiência no idioma estrangeiro, além de ainda ter a possibilidade de realizar um curso em sua área de atuação.

Nesse tipo de intercâmbio, as aulas são intensas e os professores precisam correr contra o tempo, pois geralmente a viagem não dura mais do que entre seis a oito meses.

Já o intercâmbio business é fundamental para profissionais que almejam melhorar o idioma estrangeiro e na maioria dos casos é o inglês. Esse tipo de programa é comum em profissões que necessitam total domínio desse idioma, como é o caso do piloto de avião.

O intercâmbio preparatório, como o próprio nome já diz, é para ajudar o estudante a se preparar para exames de proficiência com identificação internacional, como TOEFL, por exemplo.

Tenha preferência por uma cidade hospitaleira

É verdade que os brasileiros estão espalhados por todo mundo e há uma colônia considerável de compatriotas em praticamente qualquer país do planeta. No entanto, nem todo lugar é adequado para intercâmbio.

Na hora de se programar para estudar no exterior, tenha preferência por países e cidades que já estão acostumadas e receber muitos estrangeiros e isso é principalmente válido para estudantes que estão no primeiro intercâmbio ou que nunca viajaram para fora do país.

Portanto, cidades como Dublin (Irlanda), Vancouver (Canadá) e Londres (Inglaterra) são algumas das principais no que diz respeito a destinos para brasileiros que vão estudar no exterior.

É claro que escolher uma cidade acolhedora não é por si só garantia de que tudo ocorrerá da maneira mais perfeita possível, mas certamente ajuda os brasileiros de primeira viagem a se adaptarem com a vida no estrangeiro.

Tenha pelo menos uma noção do idioma estrangeiro

Ir para um país de língua estrangeira sem ao menos ter o conhecimento intermediário do idioma pode gerar situações desconfortáveis durante o intercâmbio. É praticamente consenso geral que o estudante precisa saber pelo menos “se virar” em outra língua antes de embarcar para uma viagem lá fora.

Essa necessidade vale até mesmo para quem decidir viajar para países com língua inglesa e espanhola, que são os idiomas estrangeiros mais intrínsecos no Brasil.

Em um intercâmbio para a Irlanda, por exemplo, é fundamental pelo menos ter uma noção sobre as principais diferenças entre português e inglês. Dessa maneira, você já chegará ao lugar estrangeiro com uma ideia pelo menos inicial de como se comunicar e não passará por momentos delicados.

Fique atento as burocracias e papéis necessários

Aqui é “chover no molhado”, mas reforçar sua importância não deixa de ser relevante. Ao seprogramar para realizar o intercâmbio, é vital que você esteja atento a toda papelada necessária para sair do país.

Portanto, além de ter o passaporte, certifique se o mesmo está em data de validade e em boas condições. Além disso, é possível que sejam necessários outros documentos dentro das normas necessárias de uso, como carteira de trabalho, certificado de estudo ou diploma e outros que normalmente são exigidos pela agência de intercâmbio ou consulados.

Uma rápida pesquisa na internet ou na própria agência de intercâmbio já sana as dúvidas referentes a todos os documentos que são necessários para viajar a estudo.

Intercâmbio para todas as idades: é possível

Engana-se quem pensa que o intercâmbio é apenas para jovens estudantes de até 23 anos. Viver um período fora do país a fim de estudar também pode ser uma excelente alternativa para pessoas mais velhas.

Nos últimos cinco anos, cresceu o número de brasileiros acima de 50 anos que foram estudar no exterior. Há vários programas especiais para esse tipo de faixa etária e geralmente eles estão classificados como 50+.

Os cursos geralmente têm duração a partir de duas semanas e os estudantes ficam em casa de família, apartamento ou hotel.


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