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Feira em Barcelona movimenta mercado mobile e aponta futuros
Divulgação.

Terça, 28/2/2017 6:54.

RICARDO AMPUDIA, ENVIADO ESPECIAL
BARCELONA, ESPANHA (FOLHAPRESS) - Uma horda de engravatados circula apressada pelos corredores do centro de convenções de Fira, em Barcelona, na Espanha, onde se cruzam trocando olhares para os crachás. Cada cruzamento aqui é uma oportunidade de negócio.

Se apinhando em estandes de marcas já tradicionais como a Nokia e seu jogo da cobrinha -ele está de volta no relançamento do 3310- ou negociando na frente da vitrine da Nomu, uma fabricante chinesa que exibe seus rough phones à prova da água dentro de um aquário, são estes executivos que movimentam a maior feira de mobile do mundo, a Mobile World Congress.

São mais de 2.000 marcas, boa parte chinesas, mostrando a força inesgotável dos asiáticos no mercado de tecnologia. Mas tem espaço para todos, até para o Brasil, que trouxe pequenas empresas do setor de tecnologia para um estande nacional da Softex.

Grandes marcas prepararam seus lançamentos para a este momento do ano. Como a Nokia, que além de anunciar a volta do 3310, conhecido como o "tijolão", também trouxe ao público os modelos de smartphones Nokia 3, 5 e 6. Agora sob o comando da finlandesa HMD, a marca ensaia sua volta por cima, depois de uma série de fracassos e escolhas ruins.

Outra que sofreu no passado e tenta se reinventar, sob nova direção, é a Blackberry, que mostrou seu novo KEYone, agora sob o comando do grupo chinês TLC.

A Samsung avisou e de fato não trouxe seu novo smartphone, que será lançado no final de março. Ainda se recuperando do dano causado pelo Note 7 e sua bateria problemática, a empresa anunciou uma nova família de tablets, o TAB S3, com processadores Snapdragon 820 e 4 GB de RAM, que não chamou tanto a atenção do público, que vem perdendo interesse nos tablets há algum tempo.

Melhor para a chinesa Huawei, que aproveita a lacuna na liderança, para consolidar sua parceria com as câmeras Leica e lançar o P10, um poderoso smartphone top de linha, com duas câmeras e acabamento fino, ainda sem data de lançamento no Brasil

A LG também aproveitou bem a oportunidade e trouxe o G6 para a feira. Além de um hardware impressionante, o G6 tem uma série de recursos focando o público de redes sociais, como tirar uma selfie apenas abrindo e fechando a mão em frente à câmera e um grid quadrado para Instagram, tudo com uma lente aberta, de 125º. O preço e o mercado onde ele deve aparecer primeiro ainda não foram divulgados.

Entre os estandes menos famosos para o público geral estão empresas de infra-estrutura de rede, roteadores e afins. Ali não se fala de outra coisa que não Internet das Coisas e 5G, temas-chave da feira nesse ano. De olho num mercado emergente e ainda em desenvolvimento e regulação, todos querem oferecer seu serviços para embarcar nesse bonde antes de atingir velocidade. 

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Feira em Barcelona movimenta mercado mobile e aponta futuros

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Terça, 28/2/2017 6:54.

RICARDO AMPUDIA, ENVIADO ESPECIAL
BARCELONA, ESPANHA (FOLHAPRESS) - Uma horda de engravatados circula apressada pelos corredores do centro de convenções de Fira, em Barcelona, na Espanha, onde se cruzam trocando olhares para os crachás. Cada cruzamento aqui é uma oportunidade de negócio.

Se apinhando em estandes de marcas já tradicionais como a Nokia e seu jogo da cobrinha -ele está de volta no relançamento do 3310- ou negociando na frente da vitrine da Nomu, uma fabricante chinesa que exibe seus rough phones à prova da água dentro de um aquário, são estes executivos que movimentam a maior feira de mobile do mundo, a Mobile World Congress.

São mais de 2.000 marcas, boa parte chinesas, mostrando a força inesgotável dos asiáticos no mercado de tecnologia. Mas tem espaço para todos, até para o Brasil, que trouxe pequenas empresas do setor de tecnologia para um estande nacional da Softex.

Grandes marcas prepararam seus lançamentos para a este momento do ano. Como a Nokia, que além de anunciar a volta do 3310, conhecido como o "tijolão", também trouxe ao público os modelos de smartphones Nokia 3, 5 e 6. Agora sob o comando da finlandesa HMD, a marca ensaia sua volta por cima, depois de uma série de fracassos e escolhas ruins.

Outra que sofreu no passado e tenta se reinventar, sob nova direção, é a Blackberry, que mostrou seu novo KEYone, agora sob o comando do grupo chinês TLC.

A Samsung avisou e de fato não trouxe seu novo smartphone, que será lançado no final de março. Ainda se recuperando do dano causado pelo Note 7 e sua bateria problemática, a empresa anunciou uma nova família de tablets, o TAB S3, com processadores Snapdragon 820 e 4 GB de RAM, que não chamou tanto a atenção do público, que vem perdendo interesse nos tablets há algum tempo.

Melhor para a chinesa Huawei, que aproveita a lacuna na liderança, para consolidar sua parceria com as câmeras Leica e lançar o P10, um poderoso smartphone top de linha, com duas câmeras e acabamento fino, ainda sem data de lançamento no Brasil

A LG também aproveitou bem a oportunidade e trouxe o G6 para a feira. Além de um hardware impressionante, o G6 tem uma série de recursos focando o público de redes sociais, como tirar uma selfie apenas abrindo e fechando a mão em frente à câmera e um grid quadrado para Instagram, tudo com uma lente aberta, de 125º. O preço e o mercado onde ele deve aparecer primeiro ainda não foram divulgados.

Entre os estandes menos famosos para o público geral estão empresas de infra-estrutura de rede, roteadores e afins. Ali não se fala de outra coisa que não Internet das Coisas e 5G, temas-chave da feira nesse ano. De olho num mercado emergente e ainda em desenvolvimento e regulação, todos querem oferecer seu serviços para embarcar nesse bonde antes de atingir velocidade. 

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