Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Saúde
Teich: Cloroquina ainda é incerteza

"Certamente, o remédio não vai ser um divisor de águas"

Quarta, 29/4/2020 20:27.
Leopoldo Silvao/Agência Senado
Videoconferência com ministro da Saúde, Nelson Teich

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Por Daniel Weterman

A cloroquina, medicamento defendido pelo presidente Jair Bolsonaro como solução para o novo coronavírus, ainda é uma incerteza, afirmou o ministro da Saúde, Nelson Teich, em audiência pública no Senado.

"A cloroquina ainda é uma incerteza", afirmou Teich, citando estudos que em um determinado momento apontaram para a eficácia do medicamento contra a covid-19 e, mais tarde, outros que mostraram o contrário.

O ministro citou conversa com o presidente de uma fabricante do medicamento na China.

"Certamente, o remédio não vai ser um divisor de águas", declarou. O ministério, pontuou, acompanha estudos relacionados a medicamentos que possam ser usados.

Uma vacina contra a covid-19, declarou, vai demorar pelo menos "um ano, um ano e pouco" para ser liberada.

"Estamos acompanhando de perto, tentando chegar até antes das publicações saírem, sobre não só esse mas novos tipos de medicamentos que hoje começam a surgir como opções e que podem trazer benefício verdadeiro."


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Página 3
Leopoldo Silvao/Agência Senado
Videoconferência com ministro da Saúde, Nelson Teich
Videoconferência com ministro da Saúde, Nelson Teich

Teich: Cloroquina ainda é incerteza

"Certamente, o remédio não vai ser um divisor de águas"

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Quarta, 29/4/2020 20:27.
Por Daniel Weterman

A cloroquina, medicamento defendido pelo presidente Jair Bolsonaro como solução para o novo coronavírus, ainda é uma incerteza, afirmou o ministro da Saúde, Nelson Teich, em audiência pública no Senado.

"A cloroquina ainda é uma incerteza", afirmou Teich, citando estudos que em um determinado momento apontaram para a eficácia do medicamento contra a covid-19 e, mais tarde, outros que mostraram o contrário.

O ministro citou conversa com o presidente de uma fabricante do medicamento na China.

"Certamente, o remédio não vai ser um divisor de águas", declarou. O ministério, pontuou, acompanha estudos relacionados a medicamentos que possam ser usados.

Uma vacina contra a covid-19, declarou, vai demorar pelo menos "um ano, um ano e pouco" para ser liberada.

"Estamos acompanhando de perto, tentando chegar até antes das publicações saírem, sobre não só esse mas novos tipos de medicamentos que hoje começam a surgir como opções e que podem trazer benefício verdadeiro."


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