Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Saúde
Ongs dos estados do sul se reúnem em Balneário Camboriú para discutir enfrentamento à Aids

Quinta, 29/8/2019 16:52.
Divulgação

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“Fortalecendo o movimento da região sul unida no enfrentamento à Aids”.

Este é o tema do 22º Encontro Regional de ONGs Aids (ERONG SUL), que começou na quarta-feira (28) e termina amanhã (30), em Balneário Camboriú, com a participação de mais de uma centena de representantes do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Balneário Camboriú sedia pela primeira vez esse encontro que tem por objetivo discutir metas e planos de ação, para desenvolver políticas públicas na área de prevenção e assistência. Deste encontro sairão documentos e propostas para levar ao encontro nacional das Ongs, em novembro, em São Paulo.

O encontro é promovido pela Associação Catarinense de Apoio Social e Educacional à Família (ACASEF) com o apoio da secretaria Municipal de Saúde da cidade e financiado pelo Ministério da Saúde. Ele tornou-se realidade graças ao Programa Municipal HIV/AIDS, hepatites virais, tuberculose e hanseníase CISS/CTA, coordenado por Jacheline Hoffmann.

“Trata-se de uma oportunidade muito importante e realizar este encontro interestadual em Balneário Camboriú é motivo de orgulho, especialmente por nos proporcionar a participação no debate sobre o enfrentamento a esta epidemia. Temos aqui três gerências estaduais”, disse Jacheline.

Atualmente o Rio Grande do Sul é o primeiro estado na incidencia do HIV e Santa Catarina é o segundo.

“São índices bem ruins, temos muito trabalho para fazer. No ranking Brasil dos municípios com mais de 100 mil habitantes Balneário Camboriú está no 15o. lugar. Isso justifica trazer esse evento tão grande pra cá”, segue a coordenadora do CISS local.

Alex Amaral, presidente da Acasef, de Lages e presidente do Comitê Tuberculose, disse que todas as propostas deste encontro serão levadas para o encontro nacional.

“Estamos trabalhando a epidemia de Aids, principalmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, primeiro e segundo lugar no ranking Brasil. Daqui sairá nosso plano de ação para trabalhar com as Ongs e o governo no combate a esta grande epidemia”, disse.


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Ongs dos estados do sul se reúnem em Balneário Camboriú para discutir enfrentamento à Aids

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Quinta, 29/8/2019 16:52.

“Fortalecendo o movimento da região sul unida no enfrentamento à Aids”.

Este é o tema do 22º Encontro Regional de ONGs Aids (ERONG SUL), que começou na quarta-feira (28) e termina amanhã (30), em Balneário Camboriú, com a participação de mais de uma centena de representantes do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Balneário Camboriú sedia pela primeira vez esse encontro que tem por objetivo discutir metas e planos de ação, para desenvolver políticas públicas na área de prevenção e assistência. Deste encontro sairão documentos e propostas para levar ao encontro nacional das Ongs, em novembro, em São Paulo.

O encontro é promovido pela Associação Catarinense de Apoio Social e Educacional à Família (ACASEF) com o apoio da secretaria Municipal de Saúde da cidade e financiado pelo Ministério da Saúde. Ele tornou-se realidade graças ao Programa Municipal HIV/AIDS, hepatites virais, tuberculose e hanseníase CISS/CTA, coordenado por Jacheline Hoffmann.

“Trata-se de uma oportunidade muito importante e realizar este encontro interestadual em Balneário Camboriú é motivo de orgulho, especialmente por nos proporcionar a participação no debate sobre o enfrentamento a esta epidemia. Temos aqui três gerências estaduais”, disse Jacheline.

Atualmente o Rio Grande do Sul é o primeiro estado na incidencia do HIV e Santa Catarina é o segundo.

“São índices bem ruins, temos muito trabalho para fazer. No ranking Brasil dos municípios com mais de 100 mil habitantes Balneário Camboriú está no 15o. lugar. Isso justifica trazer esse evento tão grande pra cá”, segue a coordenadora do CISS local.

Alex Amaral, presidente da Acasef, de Lages e presidente do Comitê Tuberculose, disse que todas as propostas deste encontro serão levadas para o encontro nacional.

“Estamos trabalhando a epidemia de Aids, principalmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, primeiro e segundo lugar no ranking Brasil. Daqui sairá nosso plano de ação para trabalhar com as Ongs e o governo no combate a esta grande epidemia”, disse.


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