Jornal Página 3

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Médico de Itajaí no lançamento de tratamento para câncer de pulmão
Giuliano, terceiro da esquerda para direita, na Irlanda

Terça, 18/9/2018 10:13.

O oncologista Giuliano Borges foi um dos profissionais convidados a participar do lançamento de um novo medicamento para pacientes com diagnóstico de câncer de pulmão de não pequenas células avançado com quinase de linfoma anaplásico (ALK), no fim da última semana, na Irlanda. Esse tipo é encontrado em 5% do total de pacientes com câncer de pulmão.

O estudo mundial contou com pacientes que não haviam passado por outro tipo de tratamento, chamado de primeira linha. Neste caso, os pacientes tomaram 8 comprimidos por dia. O tumor demorou quase três anos para voltar a crescer, antes esse prazo era de seis meses com o tratamento de quimioterapia.

O médico de Itajaí foi convidado, porque em 2015, o Centro de Novos Tratamentos do vizinho municipio, foi um dos escolhidos a participar da pesquisa clínica e enviar dados à indústria responsável pela criação do novo medicamento. Na época, 18 pacientes foram triados para participar do estudo em Itajaí, no entanto, nenhum teve a presença do ALK.

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Médico de Itajaí no lançamento de tratamento para câncer de pulmão

Giuliano, terceiro da esquerda para direita, na Irlanda
Giuliano, terceiro da esquerda para direita, na Irlanda

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Terça, 18/9/2018 10:13.

O oncologista Giuliano Borges foi um dos profissionais convidados a participar do lançamento de um novo medicamento para pacientes com diagnóstico de câncer de pulmão de não pequenas células avançado com quinase de linfoma anaplásico (ALK), no fim da última semana, na Irlanda. Esse tipo é encontrado em 5% do total de pacientes com câncer de pulmão.

O estudo mundial contou com pacientes que não haviam passado por outro tipo de tratamento, chamado de primeira linha. Neste caso, os pacientes tomaram 8 comprimidos por dia. O tumor demorou quase três anos para voltar a crescer, antes esse prazo era de seis meses com o tratamento de quimioterapia.

O médico de Itajaí foi convidado, porque em 2015, o Centro de Novos Tratamentos do vizinho municipio, foi um dos escolhidos a participar da pesquisa clínica e enviar dados à indústria responsável pela criação do novo medicamento. Na época, 18 pacientes foram triados para participar do estudo em Itajaí, no entanto, nenhum teve a presença do ALK.

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