Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Campanha contra febre amarela irá vacinar 19 milhões em SP, RJ e BA
EBC.

Terça, 9/1/2018 14:31.

(FOLHAPRESS) - Em uma tentativa para conter novo avanço da febre amarela, cerca de 19 milhões de pessoas deverão ser vacinadas contra a doença a partir de fevereiro em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

As datas e a nova estratégia de campanha, que abrange 75 municípios, foram divulgadas nesta terça-feira (9) pelo Ministério da Saúde.
O objetivo é evitar a expansão da doença para locais ainda não atingidos, os quais não tinham recomendação para vacinação contra febre amarela.

"É uma medida emergencial, que vida dar cobertura vacinal à população em áreas onde não circulava o vírus. Fracionaremos a vacina para garantir cobertura rápida em curto período de tempo", afirma o ministro da Saúde, Ricardo Barros. "Nosso objetivo é poupar vidas."

Para isso, a ideia é utilizar doses fracionadas da vacina, que oferta proteção por ao menos oito anos. Segundo Barros, a medida ocorre após estudos que mostram eficácia semelhante à dose integral. Também visa assegurar a manutenção dos estoques de vacina no país.

Desde julho do ano passado, quando o governo declarou o fim do pior surto de febre amarela silvestre já registrado no país desde 1980, já houve 11 novos casos confirmados, incluindo quatro mortes.

As confirmações ocorreram em São Paulo, com oito casos, além de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal, com um registro cada. Há ainda outros 92 casos suspeitos em investigação.

DATAS NOS ESTADOS

A campanha deve ocorrer por 15 dias, com datas diferentes em cada Estado. Em São Paulo, a mobilização deve ocorrer entre 3 e 24 de fevereiro. Ao todo, serão vacinadas 6,3 milhões de pessoas em 52 municípios do interior.

A secretaria estadual de saúde, no entanto, já havia anunciado no fim de semana que pretende estender a vacinação para todo o Estado até o fim deste ano.

Segundo o coordenador de controle de doenças, Marcos Boulos, a campanha que inicia em fevereiro deve focar nas áreas de maior risco, onde não havia recomendação de vacina e há agora ocorrência de epizootias -nome técnico dado à morte de macacos por febre amarela, o que indica a presença na região de mosquitos que transmitem o vírus (Haemagogus e Sabethes).

Em seguida, a vacinação deve ser ocorrer em outros pontos. A previsão é que moradores da capital paulista, por exemplo, sejam vacinados até o fim do ano. "A febre amarela não está acontecendo onde já vacinamos, mas em áreas novas [onde não havia recomendação]", explica, sobre os motivos que levam ao aumento no número de casos confirmados no Estado.

No Rio de Janeiro, a campanha está marcada para ocorrer entre 19 de fevereiro e 9 de março, em 15 municípios, incluindo a capital. A previsão é vacinar até 10 milhões de pessoas.

O maior número ocorre devido à baixa cobertura vacinal no Estado, que pretendia ter toda a população imunizada até o fim do ano passado.

O índice de cobertura, no entanto, ainda é de 40%.

Já a Bahia terá vacinação entre 19 de fevereiro e 9 de março em oito cidades, incluindo Salvador.

O chamado dia D, quando há maior mobilização juntos aos postos de saúde, está marcado para 24 de fevereiro nos três Estados. Em São Paulo, também deve ocorrer em 3 de fevereiro.

FRACIONAMENTO

A aplicação de doses fracionadas da vacina é recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) quando há aumento de epizootias e de casos de febre amarela de forma intensa, e é necessário conter a transmissão da doença em curto período de tempo.

Antes do Brasil, estratégia semelhante já foi utilizada em países como Angola e Congo, o que ajudou a interromper o surto nestes locais.

A diferença da vacina fracionada em relação à integral está no volume aplicado. Enquanto a dose padrão tem 0,5 ml, a fracionada tem 0,1 ml.

Um frasco com cinco doses, por exemplo, pode vacinar até 25 pessoas.

O tempo de proteção também varia: enquanto a primeira protege por toda a vida, a segunda tem duração menor. Inicialmente, esse período era citado em até um ano.

Novos estudos feitos pela Fiocruz, porém, mostram que a imunização já dura ao menos por oito anos. A instituição afirma que continuará a avaliar o tempo de proteção para definir se haverá a necessidade de aplicação de uma nova dose no futuro, por exemplo.

"Para que não haja aumento de casos, estamos fazendo a vacinação por serem áreas com forte densidade populacional", explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues, que lembra que o período entre dezembro e julho costuma ser de maior circulação do vírus.

PÚBLICO-ALVO

A aplicação da dose fracionada virá acompanhada de um selo específico, a ser colocado na caderneta de vacinação. Para receber as doses, pessoas que vivem nos municípios indicados devem se dirigir às unidades básicas de saúde.

A vacina fracionada é recomendada acima dos 2 anos de idade. Idosos, porém, devem ter avaliação dos serviços de saúde, que irão verificar se há contraindicações à vacinação.

Apesar da oferta da vacina fracionada nestes locais, alguns grupos continuarão a ter recomendação para receber a dose integral. É o caso de crianças de 9 meses a menores de dois anos, gestantes e pessoas com condições especiais -caso de portadores de HIV e pacientes que terminaram a quimioterapia. A justificativa é a ausência de estudos que mostrem a eficácia nestes grupos.

Quem planeja viajar a outro país também receberá a dose integral, desde que apresente o comprovante de viagem no momento da vacinação.

A vacina permanece contraindicada a pacientes imunodeprimidos e em tratamento de câncer e a pessoas alérgicas à proteína do ovo, devido ao risco de eventos adversos.

Já a oferta de vacina nos locais onde já havia recomendação de vacinação não muda. 

Perguntas e respostas sobre a febre amarela e a vacinação fracionada

- Como se prevenir contra a febre amarela?

A vacinação é a principal medida de prevenção e controle

- Quem deve se vacinar?

Pessoas que moram ou vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata dentro das áreas de risco, no Brasil ou no exterior –a imunização deve ser feita dez dias antes da viagem. A lista de cidades com recomendação pode ser consultada em saude.gov.br/febreamarela

- As crianças podem receber a vacina da febre amarela junto com outras vacinas?

Sim, exceto com a tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba) ou a tetra viral (contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Se a criança não recebeu nenhuma das três e for atualizar a vacinação, ela deve tomar a de febre amarela e agendar a tríplice ou a tetra para 30 dias depois

- Já tive febre amarela, preciso me vacinar?

A infecção provoca imunidade bastante duradoura

- A vacina é 100% eficiente? É segura?

A eficácia chega a 90% e ela é bastante segura. Pode causar reações adversas, como qualquer medicamento, mas casos graves são raros. Dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar entre 2% e 5% dos vacinados

- Onde ela está disponível?

Na rede pública, pode ser encontrada gratuitamente em unidades básicas de saúde. Na particular, custa cerca de R$ 250

- Quantas doses é preciso tomar?

Uma dose é suficiente para a vida toda, segundo o Ministério da Saúde e da OMS (Organização Mundial de Saúde). No caso das crianças, ela pode ser tomada a partir dos nove meses de idade (seis meses para as que vivem em áreas de risco)

- Quem não pode tomar a vacina?

A imunização não é indicada para gestantes, bebês com menos de 6 meses (e mulheres que amamentam crianças até essa idade), alérgicos a ovo e pessoas imunodeprimidas em razão de doença ou tratamento. No caso de pessoas com doenças autoimunes ou com mais de 60 anos, a vacinação deve ser analisada por um médico

- Tenho indicação para vacina, mas perdi meu cartão de vacinação e não sei se tomei a dose. O que fazer?

Procure o serviço de saúde que costuma frequentar e tente resgatar seu histórico. Caso não seja possível, a recomendação é fazer a vacinação normalmente

- Após a infecção pelo vírus, em quanto tempo a doença se manifesta?

Os sintomas iniciais aparecem de três a seis dias depois

- Quais são os sintomas?

Inicialmente, febre, calafrios, dores no corpo, náuseas e vômitos. A maioria das pessoas melhora após os sintomas iniciais, mas cerca de 15% desenvolvem sintomas mais graves, como hemorragia, que podem levar à morte

VACINAÇÃO

- Crianças: a partir dos 9 meses (6 meses em áreas de risco)

- Adultos não vacinados: uma dose

PARA EVITAR PICADAS

- Usar repelente (evitar os que também têm protetor solar)

- Aplicar o protetor antes do repelente

- Não usar repelentes em crianças com menos de 2 meses

- Evitar perfume em áreas de mata

- Vestir roupas compridas e claras (ou com permetrina)

- Usar mosqueteiros e telas

CONTROLE DO MOSQUITO

- Evitar água parada e tomar os mesmos cuidados da dengue, porque há risco de a doença ser contraída pelo Aedes aegypti (o que não acontece no Brasil desde 1942)

Distância de áreas de risco

- Evitar áreas de mata com registros da doença; caso vá viajar a esses locais, tome a vacina ao menos dez dias antes

TRATAMENTO

- É apenas sintomático, com antitérmicos e analgésicos (anti-inflamatórios e salicilatos como AAS não devem ser usados)

- Hospitalização quando necessário, com reposição de líquidos e perdas sanguíneas

- Uso de tela, por exemplo, para evitar o contato do doente com mosquitos

Fontes: Ministério da Saúde, OMS (Organização Mundial da Saúde) e Sociedade Brasileira de Infectologia.

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Campanha contra febre amarela irá vacinar 19 milhões em SP, RJ e BA

EBC.

(FOLHAPRESS) - Em uma tentativa para conter novo avanço da febre amarela, cerca de 19 milhões de pessoas deverão ser vacinadas contra a doença a partir de fevereiro em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

As datas e a nova estratégia de campanha, que abrange 75 municípios, foram divulgadas nesta terça-feira (9) pelo Ministério da Saúde.
O objetivo é evitar a expansão da doença para locais ainda não atingidos, os quais não tinham recomendação para vacinação contra febre amarela.

"É uma medida emergencial, que vida dar cobertura vacinal à população em áreas onde não circulava o vírus. Fracionaremos a vacina para garantir cobertura rápida em curto período de tempo", afirma o ministro da Saúde, Ricardo Barros. "Nosso objetivo é poupar vidas."

Para isso, a ideia é utilizar doses fracionadas da vacina, que oferta proteção por ao menos oito anos. Segundo Barros, a medida ocorre após estudos que mostram eficácia semelhante à dose integral. Também visa assegurar a manutenção dos estoques de vacina no país.

Desde julho do ano passado, quando o governo declarou o fim do pior surto de febre amarela silvestre já registrado no país desde 1980, já houve 11 novos casos confirmados, incluindo quatro mortes.

As confirmações ocorreram em São Paulo, com oito casos, além de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal, com um registro cada. Há ainda outros 92 casos suspeitos em investigação.

DATAS NOS ESTADOS

A campanha deve ocorrer por 15 dias, com datas diferentes em cada Estado. Em São Paulo, a mobilização deve ocorrer entre 3 e 24 de fevereiro. Ao todo, serão vacinadas 6,3 milhões de pessoas em 52 municípios do interior.

A secretaria estadual de saúde, no entanto, já havia anunciado no fim de semana que pretende estender a vacinação para todo o Estado até o fim deste ano.

Segundo o coordenador de controle de doenças, Marcos Boulos, a campanha que inicia em fevereiro deve focar nas áreas de maior risco, onde não havia recomendação de vacina e há agora ocorrência de epizootias -nome técnico dado à morte de macacos por febre amarela, o que indica a presença na região de mosquitos que transmitem o vírus (Haemagogus e Sabethes).

Em seguida, a vacinação deve ser ocorrer em outros pontos. A previsão é que moradores da capital paulista, por exemplo, sejam vacinados até o fim do ano. "A febre amarela não está acontecendo onde já vacinamos, mas em áreas novas [onde não havia recomendação]", explica, sobre os motivos que levam ao aumento no número de casos confirmados no Estado.

No Rio de Janeiro, a campanha está marcada para ocorrer entre 19 de fevereiro e 9 de março, em 15 municípios, incluindo a capital. A previsão é vacinar até 10 milhões de pessoas.

O maior número ocorre devido à baixa cobertura vacinal no Estado, que pretendia ter toda a população imunizada até o fim do ano passado.

O índice de cobertura, no entanto, ainda é de 40%.

Já a Bahia terá vacinação entre 19 de fevereiro e 9 de março em oito cidades, incluindo Salvador.

O chamado dia D, quando há maior mobilização juntos aos postos de saúde, está marcado para 24 de fevereiro nos três Estados. Em São Paulo, também deve ocorrer em 3 de fevereiro.

FRACIONAMENTO

A aplicação de doses fracionadas da vacina é recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) quando há aumento de epizootias e de casos de febre amarela de forma intensa, e é necessário conter a transmissão da doença em curto período de tempo.

Antes do Brasil, estratégia semelhante já foi utilizada em países como Angola e Congo, o que ajudou a interromper o surto nestes locais.

A diferença da vacina fracionada em relação à integral está no volume aplicado. Enquanto a dose padrão tem 0,5 ml, a fracionada tem 0,1 ml.

Um frasco com cinco doses, por exemplo, pode vacinar até 25 pessoas.

O tempo de proteção também varia: enquanto a primeira protege por toda a vida, a segunda tem duração menor. Inicialmente, esse período era citado em até um ano.

Novos estudos feitos pela Fiocruz, porém, mostram que a imunização já dura ao menos por oito anos. A instituição afirma que continuará a avaliar o tempo de proteção para definir se haverá a necessidade de aplicação de uma nova dose no futuro, por exemplo.

"Para que não haja aumento de casos, estamos fazendo a vacinação por serem áreas com forte densidade populacional", explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues, que lembra que o período entre dezembro e julho costuma ser de maior circulação do vírus.

PÚBLICO-ALVO

A aplicação da dose fracionada virá acompanhada de um selo específico, a ser colocado na caderneta de vacinação. Para receber as doses, pessoas que vivem nos municípios indicados devem se dirigir às unidades básicas de saúde.

A vacina fracionada é recomendada acima dos 2 anos de idade. Idosos, porém, devem ter avaliação dos serviços de saúde, que irão verificar se há contraindicações à vacinação.

Apesar da oferta da vacina fracionada nestes locais, alguns grupos continuarão a ter recomendação para receber a dose integral. É o caso de crianças de 9 meses a menores de dois anos, gestantes e pessoas com condições especiais -caso de portadores de HIV e pacientes que terminaram a quimioterapia. A justificativa é a ausência de estudos que mostrem a eficácia nestes grupos.

Quem planeja viajar a outro país também receberá a dose integral, desde que apresente o comprovante de viagem no momento da vacinação.

A vacina permanece contraindicada a pacientes imunodeprimidos e em tratamento de câncer e a pessoas alérgicas à proteína do ovo, devido ao risco de eventos adversos.

Já a oferta de vacina nos locais onde já havia recomendação de vacinação não muda. 

Perguntas e respostas sobre a febre amarela e a vacinação fracionada

- Como se prevenir contra a febre amarela?

A vacinação é a principal medida de prevenção e controle

- Quem deve se vacinar?

Pessoas que moram ou vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata dentro das áreas de risco, no Brasil ou no exterior –a imunização deve ser feita dez dias antes da viagem. A lista de cidades com recomendação pode ser consultada em saude.gov.br/febreamarela

- As crianças podem receber a vacina da febre amarela junto com outras vacinas?

Sim, exceto com a tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba) ou a tetra viral (contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Se a criança não recebeu nenhuma das três e for atualizar a vacinação, ela deve tomar a de febre amarela e agendar a tríplice ou a tetra para 30 dias depois

- Já tive febre amarela, preciso me vacinar?

A infecção provoca imunidade bastante duradoura

- A vacina é 100% eficiente? É segura?

A eficácia chega a 90% e ela é bastante segura. Pode causar reações adversas, como qualquer medicamento, mas casos graves são raros. Dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar entre 2% e 5% dos vacinados

- Onde ela está disponível?

Na rede pública, pode ser encontrada gratuitamente em unidades básicas de saúde. Na particular, custa cerca de R$ 250

- Quantas doses é preciso tomar?

Uma dose é suficiente para a vida toda, segundo o Ministério da Saúde e da OMS (Organização Mundial de Saúde). No caso das crianças, ela pode ser tomada a partir dos nove meses de idade (seis meses para as que vivem em áreas de risco)

- Quem não pode tomar a vacina?

A imunização não é indicada para gestantes, bebês com menos de 6 meses (e mulheres que amamentam crianças até essa idade), alérgicos a ovo e pessoas imunodeprimidas em razão de doença ou tratamento. No caso de pessoas com doenças autoimunes ou com mais de 60 anos, a vacinação deve ser analisada por um médico

- Tenho indicação para vacina, mas perdi meu cartão de vacinação e não sei se tomei a dose. O que fazer?

Procure o serviço de saúde que costuma frequentar e tente resgatar seu histórico. Caso não seja possível, a recomendação é fazer a vacinação normalmente

- Após a infecção pelo vírus, em quanto tempo a doença se manifesta?

Os sintomas iniciais aparecem de três a seis dias depois

- Quais são os sintomas?

Inicialmente, febre, calafrios, dores no corpo, náuseas e vômitos. A maioria das pessoas melhora após os sintomas iniciais, mas cerca de 15% desenvolvem sintomas mais graves, como hemorragia, que podem levar à morte

VACINAÇÃO

- Crianças: a partir dos 9 meses (6 meses em áreas de risco)

- Adultos não vacinados: uma dose

PARA EVITAR PICADAS

- Usar repelente (evitar os que também têm protetor solar)

- Aplicar o protetor antes do repelente

- Não usar repelentes em crianças com menos de 2 meses

- Evitar perfume em áreas de mata

- Vestir roupas compridas e claras (ou com permetrina)

- Usar mosqueteiros e telas

CONTROLE DO MOSQUITO

- Evitar água parada e tomar os mesmos cuidados da dengue, porque há risco de a doença ser contraída pelo Aedes aegypti (o que não acontece no Brasil desde 1942)

Distância de áreas de risco

- Evitar áreas de mata com registros da doença; caso vá viajar a esses locais, tome a vacina ao menos dez dias antes

TRATAMENTO

- É apenas sintomático, com antitérmicos e analgésicos (anti-inflamatórios e salicilatos como AAS não devem ser usados)

- Hospitalização quando necessário, com reposição de líquidos e perdas sanguíneas

- Uso de tela, por exemplo, para evitar o contato do doente com mosquitos

Fontes: Ministério da Saúde, OMS (Organização Mundial da Saúde) e Sociedade Brasileira de Infectologia.

Publicidade

Publicidade