Jornal Página 3

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Noticiário argentino sobre febre amarela é correto e equilibrado

Segunda, 15/1/2018 8:10.

Diversos portais argentinos publicaram textos sobre a ocorrência de febre amarela no Brasil e todos que a reportagem do Página 3 examinou fizeram isso de maneira correta, sem criar falso alarmismo, mas colocando a situação de forma clara.

O Ministério da Saúde da província de Entre Ríos e a municipalidade de Santa Fé emitiram comunicados públicos advertindo que a vacina deve ser feita por quem pretenda pernoitar em áreas de risco.

Porque existem áreas no Paraguai, Uruguai e Argentina com risco de transmissão.

No Paraguai o risco existe em todo o país, exceto na capital Assunção.

Na Argentina a província de Misiones e, em Corrientes, os departamentos de Berón de Astrada, Capital, General Alvear, General Paz, Itatí, Ituzaingó, Paso de los Libres, San Cosme, San Martín, San Miguel e Santo Tomé são áreas de risco.

Por ironia essas recomendações protegem também as populações do litoral catarinense, área livre da doença que poderia ser contaminada por turistas que chegassem enfermos aqui. 

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Noticiário argentino sobre febre amarela é correto e equilibrado

Diversos portais argentinos publicaram textos sobre a ocorrência de febre amarela no Brasil e todos que a reportagem do Página 3 examinou fizeram isso de maneira correta, sem criar falso alarmismo, mas colocando a situação de forma clara.

O Ministério da Saúde da província de Entre Ríos e a municipalidade de Santa Fé emitiram comunicados públicos advertindo que a vacina deve ser feita por quem pretenda pernoitar em áreas de risco.

Porque existem áreas no Paraguai, Uruguai e Argentina com risco de transmissão.

No Paraguai o risco existe em todo o país, exceto na capital Assunção.

Na Argentina a província de Misiones e, em Corrientes, os departamentos de Berón de Astrada, Capital, General Alvear, General Paz, Itatí, Ituzaingó, Paso de los Libres, San Cosme, San Martín, San Miguel e Santo Tomé são áreas de risco.

Por ironia essas recomendações protegem também as populações do litoral catarinense, área livre da doença que poderia ser contaminada por turistas que chegassem enfermos aqui. 

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