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Interdição da venda de ostras e mariscos em SC faz parte de controle sanitário
James Tavares / Secom

Sexta, 20/10/2017 19:49.

A interdição dos cultivos de ostras e mexilhões surpreendeu consumidores em Santa Catarina e se espalhou rapidamente pelos noticiários nacionais. O engenheiro de pesca, Herdras Luna, mestre em Aquicultura pela UFSC, explica que a medida é uma forma de prevenção e controle sanitário.

Segundo o Governo do Estado, a PSP ou toxina paralisante, foi detectada após exames laboratoriais em uma única região de Santa Catarina, na Ilha João da Cunha, em Porto Belo. No entanto, o engenheiro esclarece que a interdição geral é um protocolo adotado com base em países de primeiro mundo.

Algumas espécies de microalgas produzem toxinas que podem ser acumuladas por organismos filtradores, como, por exemplo, moluscos bivalves.

Acontece que um somatório de condições pode levar à multiplicação dessas microalgas e portanto, de seu efeito tóxico. “Os animais não sofrem, eles vão depurar essa toxina pelo sistema digestivo. A interdição não é para ter um efeito negativo, é um respeito ao consumidor”, enfatizou.

O mestre em Aquicultura explica que os testes de laboratório são praxe no cultivo, são feitos semanalmente e servem de exemplo para o resto do país. O Estado vai continuar realizando as amostras e deve avisar assim que a toxina tiver se dissipado e a venda for liberada.

Interdições já aconteceram em Santa Catarina por causa de toxinas semelhantes, porém dessa vez a notícia foi mais longe pela singularidade da PSP, que tem além de problemas gastrointestinais, pode causar em casos severos paralisia e óbito por parada respiratória.

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Interdição da venda de ostras e mariscos em SC faz parte de controle sanitário

James Tavares / Secom

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Sexta, 20/10/2017 19:49.

A interdição dos cultivos de ostras e mexilhões surpreendeu consumidores em Santa Catarina e se espalhou rapidamente pelos noticiários nacionais. O engenheiro de pesca, Herdras Luna, mestre em Aquicultura pela UFSC, explica que a medida é uma forma de prevenção e controle sanitário.

Segundo o Governo do Estado, a PSP ou toxina paralisante, foi detectada após exames laboratoriais em uma única região de Santa Catarina, na Ilha João da Cunha, em Porto Belo. No entanto, o engenheiro esclarece que a interdição geral é um protocolo adotado com base em países de primeiro mundo.

Algumas espécies de microalgas produzem toxinas que podem ser acumuladas por organismos filtradores, como, por exemplo, moluscos bivalves.

Acontece que um somatório de condições pode levar à multiplicação dessas microalgas e portanto, de seu efeito tóxico. “Os animais não sofrem, eles vão depurar essa toxina pelo sistema digestivo. A interdição não é para ter um efeito negativo, é um respeito ao consumidor”, enfatizou.

O mestre em Aquicultura explica que os testes de laboratório são praxe no cultivo, são feitos semanalmente e servem de exemplo para o resto do país. O Estado vai continuar realizando as amostras e deve avisar assim que a toxina tiver se dissipado e a venda for liberada.

Interdições já aconteceram em Santa Catarina por causa de toxinas semelhantes, porém dessa vez a notícia foi mais longe pela singularidade da PSP, que tem além de problemas gastrointestinais, pode causar em casos severos paralisia e óbito por parada respiratória.

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