Jornal Página 3

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Por negligência, tomógrafo do Ruth Cardoso está há cinco dias quebrado
Reprodução
Equipamento é vital, mas governo Piriquito não percebe as coisas óbvias

Quarta, 14/9/2016 10:19.

Hoje é o quinto dia que o Hospital Municipal Ruth Cardoso está trabalhando sem tomógrafo, o que reduz acentuadamente a capacidade de resposta imediata às situações dos pacientes mais graves e obriga as ambulâncias do SAMU a se deslocarem noite e dia para Itajaí. 

Enquanto as ambulância viajam e aguardam que os doentes façam exames na Clínica São Lucas ou no Hospital Marieta, o sistema do SAMU em Balneário Camboriú fica prejudicado.

O hospital não tem um segundo equipamento, não possui peças de reposição nem contrato de manutenção com o fabricante. Um tomógrafo novo custa cerca de R$ 1 milhão. Com o que gastou de publicidade no ano passado (R$ 2,6 milhões), a prefeitura poderia ter comprado três tomógrafos.  

 Ontem à tarde a prefeitura publicou um edital de compra emergencial, em favor da Philips Medical Systems. O valor é R$ 4.420,00 e corresponde não ao conserto e sim à visita do engenheiro que se deslocará de outra cidade.

Não é possível entender o que a administração do prefeito Edson Piriquito entende por emergencial. O tomógrafo quebrou na sexta-feira e só quatro dias depois foi publicado o edital autorizando que venha um técnico verificar o problema.

O passo seguinte será a Philips apresentar o orçamento das peças e mão de obra, a prefeitura publicar novo edital e o conserto ser realizado o que ainda deverá demorar vários dias.

O episódio mostra que a saúde municipal padece da mesma doença que contamina todo o governo Edson Piriquito: a mediocridade administrativa, a falta de planejamento, de capacidade gerencial e de tomada de decisões rápidas.

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Por negligência, tomógrafo do Ruth Cardoso está há cinco dias quebrado

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Equipamento é vital, mas governo Piriquito não percebe as coisas óbvias
Equipamento é vital, mas governo Piriquito não percebe as coisas óbvias
Quarta, 14/9/2016 10:19.

Hoje é o quinto dia que o Hospital Municipal Ruth Cardoso está trabalhando sem tomógrafo, o que reduz acentuadamente a capacidade de resposta imediata às situações dos pacientes mais graves e obriga as ambulâncias do SAMU a se deslocarem noite e dia para Itajaí. 

Enquanto as ambulância viajam e aguardam que os doentes façam exames na Clínica São Lucas ou no Hospital Marieta, o sistema do SAMU em Balneário Camboriú fica prejudicado.

O hospital não tem um segundo equipamento, não possui peças de reposição nem contrato de manutenção com o fabricante. Um tomógrafo novo custa cerca de R$ 1 milhão. Com o que gastou de publicidade no ano passado (R$ 2,6 milhões), a prefeitura poderia ter comprado três tomógrafos.  

 Ontem à tarde a prefeitura publicou um edital de compra emergencial, em favor da Philips Medical Systems. O valor é R$ 4.420,00 e corresponde não ao conserto e sim à visita do engenheiro que se deslocará de outra cidade.

Não é possível entender o que a administração do prefeito Edson Piriquito entende por emergencial. O tomógrafo quebrou na sexta-feira e só quatro dias depois foi publicado o edital autorizando que venha um técnico verificar o problema.

O passo seguinte será a Philips apresentar o orçamento das peças e mão de obra, a prefeitura publicar novo edital e o conserto ser realizado o que ainda deverá demorar vários dias.

O episódio mostra que a saúde municipal padece da mesma doença que contamina todo o governo Edson Piriquito: a mediocridade administrativa, a falta de planejamento, de capacidade gerencial e de tomada de decisões rápidas.

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