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Exames de saúde rápidos pela prefeitura só se o paciente pagar

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Quarta, 15/6/2016 9:04.

Os pacientes que necessitarem um exame de saúde na rede pública de Balneário Camboriú terão que esperar de 30 a 55 dias ou pagar para ter um resultado rápido. Isso é inaceitável, porque o tratamento de quem não pode pagar, só iniciará depois de longa espera, o que além da angústia pode agravar a doença.

Procurado por uma paciente que necessitava um exame de sangue e achou a cobrança estranha, a reportagem do Página 3 a orientou e acompanhou os passos para comprovar a exigência de cobrança para um resultado rápido.

A paciente consultou com um médico no PA da Barra e foi encaminhada para o Posto de Saúde do Bairro Nova Esperança onde lhe deram uma requisição para exame de sangue e a lista dos laboratórios que prestam serviços à prefeitura.

A mãe da paciente fez contato com todos os laboratórios da lista: Central de Exames; Bioquímico Tess; Municipal; Eistein; Flôr; Vielab; Pesquisa e Efilab e em todos a resposta foi a mesma, de imediato só pagando. O prazo de espera por uma consulta grátis variou de 30 a 55 dias. Como o exame era de urgência, ela pagou R$ 80,00.

O exame foi realizado no Laboratório Central de Exames cujo diretor, Sandro Souza da Costa, alegou que a cobrança, no valor de R$ 80,00 decorre da falta de quota para exames gratuitos.

Algo está mal explicado. Esse laboratório tem contrato com a prefeitura de Balneário Camboriú (licitação 001/2014) para fornecer resultados a pacientes do PA da Barra em até 48 horas.

É necessário que a Secretaria Municipal de Saúde esclareça porque a paciente teve que ir a dois médicos, se poderia no próprio PA receber o encaminhamento para exame, com direito a receber o laudo em 48 horas e sem pagar.

A assessora jurídica da secretaria da saúde, Larissa Maria Correia, ligou para os laboratórios, confirmou que não há disponibilidade de exames imediatos e apurou que existe um teto de R$ 20 mil por mês para cada um. Quando o valor é atingido os pacientes precisam esperar ou pagar.

A gestora do Fundo Municipal de Saúde, Sabrina dos Santos Soares, consultada sobre o problema, disse que os tetos para os laboratórios precisam ser revistos e isso será feito.
 


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