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Surto de caxumba alerta para necessidade de vacinação em adultos

Terça, 12/7/2016 8:32.

Desde o início do ano até a última semana, Balneário Camboriú registrou mais de 50 casos de caxumba, a maioria em adolescentes, mas também em pessoas com mais de 50. Em São Paulo existe hoje um surto da doença, os registros indicavam na semana passada mais de 500% de aumento nos casos e a explicação pode ser a falta de prevenção.

É uma doença de inverno, sempre foi mais ligada à fase infantil. A vacina tríplice viral que previne caxumba, sarampo e rubéola, é aplicada na infância. Hoje quem tem mais de 13 anos pode não estar totalmente imunizado, porque antes de 2003 o esquema vacinal não previa duas doses da tríplice viral e sem a dose de reforço, hoje incluída no calendário básico de crianças menores de 7 anos, cresce a possibilidade de contrair as doenças quando adolescente ou mais velho.

A coordenadora de Imunização da Vigilância Epidemiológica local, Zibeilde Ferreira Borges disse que continuam chegando notificações de caxumba, de escolas, supermercados e até dos bombeiros. Este pode ser um caso típico da falta de vacinação, mas também não significa que quem tomou a vacina quando criança não mais contrairá a doença.

Segundo Zibeilde adultos dificilmente procuram o setor de vacinação. “As pessoas pensam que vacinaram quando criança...mas é triste ver um óbito por tétano hoje em dia, sabendo que é só uma picadinha para imunizar”, observou. Zibeilde contou que quanto mais idade, menor a procura, ‘ eles acham que não tem mais vacina para eles e só procuram quando acontece algum ferimento ou algo assim’ , contou.

Quais são?

Dicas para não-vacinados ou sem comprovação de vacinação: Dos 13 aos 20 anos: duas doses da tríplice viral, hepatite B, difteria, tétano (dupla bacteriana) e febre amarela (para quem viaja para regiões onde a doença é endêmica). Dos 20 aos 49: uma dose da tríplice viral e as demais citadas.

Mais de 50: as chamadas vacinas especiais, entre elas a mais procurada é a pneumo 23, que previne pneumonia. A tríplice viral é contra indicada para bebês com menos de seis meses, gestantes, imunocomprometidos (portadores de HIV com baixa imunidade, por exemplo) ou quem usa corticosteroide (medicamentos que tratam inflamações) de forma crônica.

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Surto de caxumba alerta para necessidade de vacinação em adultos

Terça, 12/7/2016 8:32.

Desde o início do ano até a última semana, Balneário Camboriú registrou mais de 50 casos de caxumba, a maioria em adolescentes, mas também em pessoas com mais de 50. Em São Paulo existe hoje um surto da doença, os registros indicavam na semana passada mais de 500% de aumento nos casos e a explicação pode ser a falta de prevenção.

É uma doença de inverno, sempre foi mais ligada à fase infantil. A vacina tríplice viral que previne caxumba, sarampo e rubéola, é aplicada na infância. Hoje quem tem mais de 13 anos pode não estar totalmente imunizado, porque antes de 2003 o esquema vacinal não previa duas doses da tríplice viral e sem a dose de reforço, hoje incluída no calendário básico de crianças menores de 7 anos, cresce a possibilidade de contrair as doenças quando adolescente ou mais velho.

A coordenadora de Imunização da Vigilância Epidemiológica local, Zibeilde Ferreira Borges disse que continuam chegando notificações de caxumba, de escolas, supermercados e até dos bombeiros. Este pode ser um caso típico da falta de vacinação, mas também não significa que quem tomou a vacina quando criança não mais contrairá a doença.

Segundo Zibeilde adultos dificilmente procuram o setor de vacinação. “As pessoas pensam que vacinaram quando criança...mas é triste ver um óbito por tétano hoje em dia, sabendo que é só uma picadinha para imunizar”, observou. Zibeilde contou que quanto mais idade, menor a procura, ‘ eles acham que não tem mais vacina para eles e só procuram quando acontece algum ferimento ou algo assim’ , contou.

Quais são?

Dicas para não-vacinados ou sem comprovação de vacinação: Dos 13 aos 20 anos: duas doses da tríplice viral, hepatite B, difteria, tétano (dupla bacteriana) e febre amarela (para quem viaja para regiões onde a doença é endêmica). Dos 20 aos 49: uma dose da tríplice viral e as demais citadas.

Mais de 50: as chamadas vacinas especiais, entre elas a mais procurada é a pneumo 23, que previne pneumonia. A tríplice viral é contra indicada para bebês com menos de seis meses, gestantes, imunocomprometidos (portadores de HIV com baixa imunidade, por exemplo) ou quem usa corticosteroide (medicamentos que tratam inflamações) de forma crônica.

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