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Prevenção e alimentação ajudam a combater o colesterol alto

Quarta, 31/8/2016 8:24.

40% da população adulta possuem níveis elevados de colesterol. Combatê-lo é essencial porque quando produzido em excesso, ele aumenta o risco de doenças cardiovasculares: as principais causadores de mortes no mundo. Mas para enfrentá-lo, é necessário entendê-lo melhor.

O colesterol é produzido naturalmente pelo corpo humano, com a função de manter as células funcionando adequadamente. O colesterol “bom”, HDL, retira o excesso de colesterol das artérias, impede seu depósito e reduz a formação de placa de gordura. Porém, o chamado colesterol “ruim”, LDL, pode se depositar nas artérias e provocar o seu entupimento.

De acordo com a nutricionista Ana Paula Pujol, indivíduos com sobrepeso ou obesidade são mais propensos a ter alterações de colesterol, porém há também outras variáveis como estilo de vida e predisposição genética. Os cuidados devem ser tomados desde cedo. Ana lembra que estudos mostram que o acúmulo intracelular de gordura surge ainda na infância, podendo determinar o perfil lipídico na fase adulta.

Tem remédio?

A indústria farmacêutica oferece uma vasta gama de tratamentos, no entanto para quem não quer ficar refém dos remédios, é possível adotar outra postura e apostar na mudança de hábitos alimentares.

“Há casos de predisposição genética em que o paciente não responde bem á dieta, mas em geral devemos priorizar no plano alimentar a redução da inflamação e inibir a oxidação do colesterol; através de compostos bioativos, (presente em certos alimentos), conseguimos um bom resultado”, destaca a nutricionista.

O primeiro passo é diminuir o consumo de carboidratos, principalmente os açúcares simples (farinhas refinadas, massas e pães brancos). Reduzir a ingestão de gorduras trans e saturadas e aumentar o consumo de fibras.

É importante respeitar a individualidade de cada paciente, mas geralmente são indicados alimentos como pimenta, cebola, alho, salsa, azeite de oliva, castanhas, cúrcuma, orégano, linhaça, frutas vermelhas, própolis, legumes, frutas e verduras.

“A alimentação saudável se destaca como um dos fatores mais importantes na proteção e promoção da saúde, o controle do peso, o sono reparador, evitar o estresse e reduzir o consumo de álcool, além da prática de atividade física são alguns dos pilares para a manutenção da boa saúde, o que resulta no controle do colesterol”, finaliza Ana Paula.

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Prevenção e alimentação ajudam a combater o colesterol alto

Quarta, 31/8/2016 8:24.

40% da população adulta possuem níveis elevados de colesterol. Combatê-lo é essencial porque quando produzido em excesso, ele aumenta o risco de doenças cardiovasculares: as principais causadores de mortes no mundo. Mas para enfrentá-lo, é necessário entendê-lo melhor.

O colesterol é produzido naturalmente pelo corpo humano, com a função de manter as células funcionando adequadamente. O colesterol “bom”, HDL, retira o excesso de colesterol das artérias, impede seu depósito e reduz a formação de placa de gordura. Porém, o chamado colesterol “ruim”, LDL, pode se depositar nas artérias e provocar o seu entupimento.

De acordo com a nutricionista Ana Paula Pujol, indivíduos com sobrepeso ou obesidade são mais propensos a ter alterações de colesterol, porém há também outras variáveis como estilo de vida e predisposição genética. Os cuidados devem ser tomados desde cedo. Ana lembra que estudos mostram que o acúmulo intracelular de gordura surge ainda na infância, podendo determinar o perfil lipídico na fase adulta.

Tem remédio?

A indústria farmacêutica oferece uma vasta gama de tratamentos, no entanto para quem não quer ficar refém dos remédios, é possível adotar outra postura e apostar na mudança de hábitos alimentares.

“Há casos de predisposição genética em que o paciente não responde bem á dieta, mas em geral devemos priorizar no plano alimentar a redução da inflamação e inibir a oxidação do colesterol; através de compostos bioativos, (presente em certos alimentos), conseguimos um bom resultado”, destaca a nutricionista.

O primeiro passo é diminuir o consumo de carboidratos, principalmente os açúcares simples (farinhas refinadas, massas e pães brancos). Reduzir a ingestão de gorduras trans e saturadas e aumentar o consumo de fibras.

É importante respeitar a individualidade de cada paciente, mas geralmente são indicados alimentos como pimenta, cebola, alho, salsa, azeite de oliva, castanhas, cúrcuma, orégano, linhaça, frutas vermelhas, própolis, legumes, frutas e verduras.

“A alimentação saudável se destaca como um dos fatores mais importantes na proteção e promoção da saúde, o controle do peso, o sono reparador, evitar o estresse e reduzir o consumo de álcool, além da prática de atividade física são alguns dos pilares para a manutenção da boa saúde, o que resulta no controle do colesterol”, finaliza Ana Paula.

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