Jornal Página 3

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Projeto que privatizava o Ruth Cardoso foi retirado da pauta

Quarta, 17/8/2016 11:48.

O projeto que previa a privatização da administração do Hospital Municipal Ruth Cardoso, por prazo de até 20 anos, que seria votado agora de manhã na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, foi retirado da pauta por falta de um parecer e talvez só seja votado na próxima legislatura.

É o que defende o vereador Claudir Maciel (PTB) que considera inconveniente e suspeito votar um projeto dessa importância faltando poucas semanas para a cidade conhecer seu novo prefeito.

O projeto tem um erro de nascimento, considera que para o hospital funcionar a prefeitura precisa investir R$ 40 milhões por ano. Isso não leva em conta que se trata de uma administração com vários episódios de corrupção, sabidamente incompetente para gerir a coisa pública, que desmantelou o sistema de saúde e teve sete secretários nessa área em sete anos e meio.

O vereador Claudir que liderou a resistência contra o projeto na Câmara alegou que quando a prefeitura custeava o Hospital Santa Inês a despesa era de R$ 200 mil e o custo com o Ruth Cardoso aumentou 15 vezes sem melhora significativa nos indicadores de saúde.


 

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Projeto que privatizava o Ruth Cardoso foi retirado da pauta

Quarta, 17/8/2016 11:48.

O projeto que previa a privatização da administração do Hospital Municipal Ruth Cardoso, por prazo de até 20 anos, que seria votado agora de manhã na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, foi retirado da pauta por falta de um parecer e talvez só seja votado na próxima legislatura.

É o que defende o vereador Claudir Maciel (PTB) que considera inconveniente e suspeito votar um projeto dessa importância faltando poucas semanas para a cidade conhecer seu novo prefeito.

O projeto tem um erro de nascimento, considera que para o hospital funcionar a prefeitura precisa investir R$ 40 milhões por ano. Isso não leva em conta que se trata de uma administração com vários episódios de corrupção, sabidamente incompetente para gerir a coisa pública, que desmantelou o sistema de saúde e teve sete secretários nessa área em sete anos e meio.

O vereador Claudir que liderou a resistência contra o projeto na Câmara alegou que quando a prefeitura custeava o Hospital Santa Inês a despesa era de R$ 200 mil e o custo com o Ruth Cardoso aumentou 15 vezes sem melhora significativa nos indicadores de saúde.


 

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