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<title>Jornal Pagina 3</title>
<description>Últimas notícias do Página 3 Expresso</description>
<link>https://www.pagina3.com.br</link>
<language>pt-br</language>
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<title>Depois de quase 24 horas suposto homicída se entregou à PM em Balneário Camboriú</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="O homem e a vítima faziam regularmente ginástica na praia." title="O homem e a vítima faziam regularmente ginástica na praia." src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/policia2019433.jpg" /></div><p>Desde o come&ccedil;o da noite de ontem (2) a pol&iacute;cia cercava o pr&eacute;dio na rua 3150 onde o advogado Paulo de Carvalho Souza, 42, se entregou &agrave;s autoridades que constataram que sua companheira, a tamb&eacute;m advogada Lucimara Stasiak, 29 anos, estava morta numa das pe&ccedil;as do im&oacute;vel.</p>
<p>&Agrave; dist&acirc;ncia a pol&iacute;cia constatou que o corpo de Lucimara foi aparentemente atingido por facadas.</p>
<p>O ataque teria ocorrido em algum momento ap&oacute;s quinta-feira, depois de uma discuss&atilde;o entre o casal, ouvida pelos vizinhos.</p>
<p>O homem passou a maior parte do tempo sentado no beiral da sacada, amea&ccedil;ando se jogar.</p>
<p>Ele disse estar armado, mas n&atilde;o havia certeza disso.</p>
<p>A reportagem apurou que familiares teriam ajudado a convenc&ecirc;-lo a se entregar.</p>
<p>Mais detalhes ser&atilde;o divulgado com a entrada da policia no apartamento.</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 17:58:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/policia/2019/abr/3/3/depois-de-quase-24-horas-suposto-homicida-se-entregou-a-pm-em-balneario-camboriu</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/policia/2019/abr/3/3</guid>
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<title>Importante é falar com quem está indeciso, diz Maia sobre encontrar com Bolsonaro</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="Rodrigo Maia e Bolsonaro em um churrasco na casa do presidente da Câmara no ínicio de março" title="Rodrigo Maia e Bolsonaro em um churrasco na casa do presidente da Câmara no ínicio de março" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/politica2019432.jpg" /></div><p>ANGELA BOLDRINI, THIAGO RESENDE E BERNARDO CARAM -&nbsp;(FOLHAPRESS)</p>
<p>O presidente da C&acirc;mara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (3) que n&atilde;o recusaria um encontro com Jair Bolsonaro, mas que o presidente deve focar nos partidos que est&atilde;o indecisos com a Previd&ecirc;ncia. </p>
<p>&quot;Claro que convidado pelo presidente eu vou conversar, agora s&oacute; digo que o assunto que ele est&aacute; querendo conversar eu j&aacute; estou defendendo, ent&atilde;o o importante &eacute; construir a agenda com aqueles que est&atilde;o indecisos&quot;, disse Maia, quando questionado se participaria da onda de encontros com lideran&ccedil;as que Bolsonaro pretende promover para articular a reforma.</p>
<p>Os chefes da C&acirc;mara e do Executivo tiveram uma s&eacute;rie de desentendimentos ao longo dos primeiros tr&ecirc;s meses de mandato, com Maia chegando a afirmar que Bolsonaro estava &quot;brincando de presidir&quot;.</p>
<p>Agora, ambos colocam panos quentes na discuss&atilde;o para tentar viabilizar a reforma. Maia tem se voltado para o ministro da Economia, Paulo Guedes, para construir a articula&ccedil;&atilde;o do texto. </p>
<p>Ele acompanhou Guedes &agrave; CCJ (Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a), onde o ministro debate a proposta com parlamentares do colegiado.</p>
<p>Apesar disso, ele afirmou que n&atilde;o &eacute; respons&aacute;vel pela constru&ccedil;&atilde;o de uma base parlamentar para Bolsonaro. &quot;Isso &eacute; responsabilidade do l&iacute;der do governo&quot;, disse.</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 17:31:52 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/politica/2019/abr/3/2/importante-e-falar-com-quem-esta-indeciso-diz-maia-sobre-encontrar-com-bolsonaro</link>
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<title>Reforma da Previdência está se impondo e independente do partido, diz Guedes</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="Paulo Guedes debate a reforma da Previdência na CCJ da Câmara" title="Paulo Guedes debate a reforma da Previdência na CCJ da Câmara" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/politica2019433.jpg" /></div><p>THIAGO RESENDE, BERNARDO CARAM E ANGELA BOLDRINI - BRAS&Iacute;LIA, DF (FOLHAPRESS)</p>
<p>O ministro Paulo Guedes (Economia) disse, nesta quarta-feira (3), que a necessidade de ajustes no sistema para controlar os gastos previdenci&aacute;rios &quot;est&aacute; se impondo&quot; e &eacute; um problema que ter&aacute; que ser resolvido independente do partido que estiver no governo.</p>
<p>&quot;Tenha a colora&ccedil;&atilde;o [pol&iacute;tica] que tiver, o pa&iacute;s que for, o sistema de reparti&ccedil;&atilde;o est&aacute; condenado&quot;, afirmou o ministro em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na CCJ (Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a) da C&acirc;mara.</p>
<p>Em fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro encaminhou uma PEC (Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o) para alterar as regras de aposentadorias. A CCJ &eacute; a primeira etapa para aprova&ccedil;&atilde;o do texto no Congresso.</p>
<p>Atualmente, a Previd&ecirc;ncia Social funciona pelo sistema de reparti&ccedil;&atilde;o, no qual quem trabalha atualmente financia os benef&iacute;cios dos aposentados.</p>
<p>O governo prop&ocirc;s a troca para o regime de capitaliza&ccedil;&atilde;o -cada trabalhador &eacute; respons&aacute;vel fazer a pr&oacute;pria poupan&ccedil;a para bancar a aposentadoria.</p>
<p>A deputados, o ministro declarou que estudou nove propostas alterativas para, ent&atilde;o, formular a proposta de reforma da Previd&ecirc;ncia apresentada ao Congresso.</p>
<p>Ele tamb&eacute;m contestou o perfil do gasto p&uacute;blico do Brasil -despesas com Previd&ecirc;ncia s&atilde;o dez vezes maiores que os desembolsos para educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&quot;Antes de a popula&ccedil;&atilde;o brasileira envelhecer, a Previd&ecirc;ncia, no formato atual, j&aacute; est&aacute; condenada. Essa dimens&atilde;o fiscal &eacute; incontorn&aacute;vel&quot;.</p>
<p>A sess&atilde;o da CCJ foi iniciada por volta de 14h10. Guedes come&ccedil;ou a explicar a reforma da Previd&ecirc;ncia apenas &agrave;s 14h22.</p>
<p>A audi&ecirc;ncia com o ministro come&ccedil;ou com discuss&atilde;o entre Guedes e parlamentares da oposi&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>&quot;O Chile tem 26 mil d&oacute;lares de renda per capita, o dobro do Brasil. A Venezuela deve estar melhor, n&eacute;?&quot;, afirmou o ministro quando deputados da oposi&ccedil;&atilde;o gritaram no plen&aacute;rio da comiss&atilde;o que a reforma da Previd&ecirc;ncia tornaria o Brasil o vizinho latinoamericano, com um modelo privatizado de seguridade social.</p>
<p>O ministro falaria direto por 20 minutos, sem perguntas de parlamentares. No entanto, o entrevero disparou uma confus&atilde;o na comiss&atilde;o. </p>
<p>Deputados do PSOL levantaram cartazes com dizeres como &quot;PEC da Morte&quot; e &quot;Reforma para banco lucrar&quot;, e o deputado Henrique Fontana (PT-RS) e Guedes bateram boca.</p>
<p>&quot;Se voc&ecirc; falar eu vou falar tamb&eacute;m&quot;, afirmou Guedes a Fontana. O presidente da comiss&atilde;o, Felipe Francischini (PSL-PR), tentava retomar a sess&atilde;o e pedia decoro, sem sucesso, aos seus pares. </p>
<p>&quot;Isso aqui n&atilde;o &eacute; briga de rua&quot;, afirmou Francischini.</p>
<p>Depois de cerca de cinco minutos, o ministro pediu desculpas e disse que &eacute; &quot;muito respeitoso&quot;, mas emendou em uma provoca&ccedil;&atilde;o. &quot;Eu cometi o erro de falar sobre a Venezuela, e voc&ecirc;s cometeram o acerto de falar sobre o Chile. Eu acho que a Previd&ecirc;ncia deve ser maior em um deles&quot;, disse.</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 17:31:51 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/politica/2019/abr/3/3/reforma-da-previdencia-esta-se-impondo-e-independente-do-partido-diz-guedes</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/politica/2019/abr/3/3</guid>
</item>

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<title>Redução do Estado pode gerar R$ 990 milhões ao governo, diz secretário</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="Salim Mattar" title="Salim Mattar" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/economia2019431.jpg" /></div><p>TA&Iacute;S HIRATA -&nbsp;(FOLHAPRESS)</p>
<p>O governo federal tem um potencial estimado em R$ 990 milh&otilde;es em privatiza&ccedil;&otilde;es e desinvestimentos que poder&atilde;o ser usados para abater a d&iacute;vida do pa&iacute;s, afirmou Salim Mattar, secret&aacute;rio de desestatiza&ccedil;&otilde;es, nesta quarta-feira (3).</p>
<p>Desse total, a maior parte (R$ 490 milh&otilde;es) viriam da venda de estatais. A conta, que &eacute; estimada, tamb&eacute;m inclui a desalavancagem de bancos p&uacute;blicos, concess&otilde;es de infraestrutura e a venda de im&oacute;veis. </p>
<p>&quot;Temos a responsabilidade de transformar esse potencial em 'cash' [dinheiro]&quot;.</p>
<p>Em um discurso que animou bastante a plateia de um evento do banco Bradesco, em S&atilde;o Paulo, Mattar disse ainda que o governo vai superar a meta de arrecadar US$ 20 bilh&otilde;es em desestatiza&ccedil;&otilde;es s&oacute; neste ano.</p>
<p>&quot;J&aacute; entregamos US$ 3,4 bilh&otilde;es em privatiza&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m temos um pipeline de US$ 9 bilh&otilde;es da TAG [valor estimado para a venda da rede de gasodutos da Petrobras]. Temos o h&aacute;bito de superar metas, apesar de n&atilde;o existir remunera&ccedil;&atilde;o vari&aacute;vel nem pr&ecirc;mios, vamos superar a meta em no m&iacute;nimo 50%, estamos muito animados.&quot;</p>
<p>Nas &uacute;ltimas semanas, o secret&aacute;rio vinha falando que a prioridade do governo neste momento era a aprova&ccedil;&atilde;o da reforma da Previd&ecirc;ncia, e que privatiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o eram o foco principal. Questionado sobre o tema ao fim do evento, ele preferiu n&atilde;o dar entrevista.</p>
<p>Em seu discurso no evento, por&eacute;m, voltou a destacar que a reforma &eacute; o assunto mais importante neste momento e admitiu que a economia poder&aacute; ser menor do que o R$ 1 trilh&atilde;o definido como meta pelo minist&eacute;rio da Economia.</p>
<p>&quot;Estamos convictos de que vamos conseguir [aprovar]. H&aacute; sim muito barulho. Bons analistas acham que [a economia da reforma] ficar&aacute; em torno de R$ 600 bilh&otilde;es, R$ 700 bilh&otilde;es. H&aacute; sim essa possibilidade. Mas ainda trabalhamos com o cen&aacute;rio de [uma economia de] R$ 1 trilh&atilde;o.&quot;</p>
<p>Roadshow nos estados Hoje, o Brasil tem 440 empresas estatais, das quais 134 s&atilde;o da Uni&atilde;o. &quot;Vamos privatizar as que forem vi&aacute;veis, as que forem poss&iacute;veis&quot;, disse ele.</p>
<p>Mattar ainda destacou que ficar&atilde;o de fora das privatiza&ccedil;&otilde;es a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econ&ocirc;mica Federal e o BNDES.</p>
<p>Al&eacute;m disso, listou estatais menores que ser&atilde;o mantidas, mas que poder&atilde;o virar autarquias, como a Ebserh (Empresa Brasileira de Servi&ccedil;os Hospitalares), a Emprapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria), a Amazul (empresa ligada ao programa nuclear brasileiro), entre outras.</p>
<p>Para acelerar a desestatiza&ccedil;&atilde;o nos estados, Mattar afirma que far&aacute; um roadshow com dez governadores dos &quot;principais estados&quot;. &quot;Vamos ajud&aacute;-los. [Perguntaremos] O que voc&ecirc; est&aacute; precisando de recursos? O que voc&ecirc; tem de ativos? Que tal a gente conversar?&quot;.</p>
<p>O secret&aacute;rio ainda negou que estivesse frustrado, em refer&ecirc;ncia a uma entrevista publicada pela revista Veja, que dizia que Mattar se mostrava desanimado com resist&ecirc;ncias internas no governo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s privatiza&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>&quot;Por favor, esque&ccedil;am isso. Voc&ecirc;s acham que estou frustrado? Eu acho que n&atilde;o tenho cara de estar frustrado, ent&atilde;o por favor releguem essa informa&ccedil;&atilde;o.&quot;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 17:31:51 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/economia/2019/abr/3/1/reducao-do-estado-pode-gerar-r-990-milhoes-ao-governo-diz-secretario</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/economia/2019/abr/3/1</guid>
</item>

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<title>Garimpo ilegal de diamante no rio Jequitinhonha degradou 77 hectares em 1 ano</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/brasil2019433.jpg" /></div><p>FERNANDA CANOFRE - BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS)</p>
<p>Durante 11 meses, uma estrutura com maquin&aacute;rio pesado, explosivos e m&atilde;o de obra que empregava entre 800 e mil pessoas explorou abertamente uma &aacute;rea de preserva&ccedil;&atilde;o permanente ao redor do rio Jequitinhonha, na cidade de Couto de Magalh&atilde;es de Minas (MG), em busca de diamantes e ouro.</p>
<p>O garimpo clandestino ocorria &agrave; luz do dia e, segundo c&aacute;lculos da Pol&iacute;cia Federal, faturava em torno de R$ 20 milh&otilde;es por m&ecirc;s. Uma opera&ccedil;&atilde;o da PF, com apoio da Pol&iacute;cia Militar de Minas Gerais e da Semad (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent&aacute;vel), realizada nesta ter&ccedil;a-feira (2), desarticulou o grupo.</p>
<p>A opera&ccedil;&atilde;o cumpriu 16 mandados de busca e apreens&atilde;o em pontos comerciais, resid&ecirc;ncias e no pr&oacute;prio garimpo. Das dez ordens de pris&atilde;o preventiva, que inclu&iacute;am gerentes e financiadores, apenas duas pessoas foram localizadas. Oito suspeitos continuam foragidos.</p>
<p>Todas as pris&otilde;es tinham endere&ccedil;o na cidade de Diamantina (a 300 km de Belo Horizonte). Alguns dos presos j&aacute; t&ecirc;m antecedentes criminais pela mesma pr&aacute;tica, segundo a PF.</p>
<p>Os suspeitos devem ser indiciados por forma&ccedil;&atilde;o de organiza&ccedil;&atilde;o criminosa (com pena prevista entre 3 e 8 anos), crime ambiental (de 6 meses a um ano) e contra o patrim&ocirc;nio da Uni&atilde;o (de 1 a 5 anos de reclus&atilde;o).</p>
<p>A Pol&iacute;cia Federal come&ccedil;ou a monitorar o local em maio do ano passado, quando o garimpo se intensificou. Segundo o delegado Luiz Augusto Pessoa Nogueira, na mesma &eacute;poca os garimpeiros teriam encontrado no local uma gema de diamante com valor entre R$ 5 milh&otilde;es e R$ 10 milh&otilde;es.</p>
<p>&quot;Ela foi achada mais perto da superf&iacute;cie do solo. Isso significa que a chance de ter mais diamantes de boa qualidade ali seria muito grande. Foi assim que eles [aceleraram o garimpo]&quot;, explica ele.</p>
<p>Em imagens registradas por drones da pol&iacute;cia, &aacute;reas que tinham &aacute;rvores, de acordo com registros de 2006, viraram desertos de areia e rejeitos, com cavas de garimpo espalhadas. O assoreamento do rio tamb&eacute;m &eacute; vis&iacute;vel nas filmagens. &Eacute; poss&iacute;vel ver uma quantidade significativa de dragas, tratores e bombas de suc&ccedil;&atilde;o trabalhando no local.</p>
<p>A pol&iacute;cia afirma ainda que o grupo usava uma grande quantidade de explosivos de venda controlada para ter acesso a locais mais profundos. O c&aacute;lculo da PF estima degrada&ccedil;&atilde;o total de 77 hectares -uma &aacute;rea com 34 hectares, uma com 26 e uma terceira &aacute;rea com 17 (no total, equivale a cerca de metade do parque Ibirapuera, em S&atilde;o Paulo).</p>
<p>&quot;O rio Jequitinhonha praticamente morreu, de tanta areia, de tanto rejeito de diamante que foi lan&ccedil;ado nele&quot;, afirma o delegado.</p>
<p>Minas Gerais tem hoje 90 permiss&otilde;es de lavras para garimpo de diamante, segundo a ANM (Ag&ecirc;ncia Nacional de Minera&ccedil;&atilde;o). Oito delas est&atilde;o em Diamantina. Em 2018, foram fornecidas 12 licen&ccedil;as. De ouro, o estado tem 15 permiss&otilde;es, e cinco delas est&atilde;o na cidade. No ano passado, n&atilde;o houve nenhuma nova permiss&atilde;o.</p>
<p>A bacia hidrogr&aacute;fica do rio Jequitinhonha foi tombada e declarada como monumento natural em 1989. No s&eacute;culo 18, o Alto Jequitinhonha, onde est&aacute; Diamantina, foi ocupado por europeus em busca de ouro e diamante da regi&atilde;o, de acordo com o Iepha (Instituto Estadual do Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico e Art&iacute;stico de Minas Gerais).</p>
<p>A economia local se diversificou com a queda da minera&ccedil;&atilde;o, e v&aacute;rias cidades e povoados se originaram depois que a Coroa portuguesa passou a instalar quart&eacute;is de Companhias de Drag&otilde;es ao longo do rio, a partir de 1811.</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 17:31:50 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/brasil/2019/abr/3/3/garimpo-ilegal-de-diamante-no-rio-jequitinhonha-degradou-77-hectares-em-1-ano</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/brasil/2019/abr/3/3</guid>
</item>

<item>
<title>Comissão Parlamentar Especial (CPE) de Revisão de Leis despertou interesse</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="Vereador Lucas no comando da CPE" title="Vereador Lucas no comando da CPE" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/politica2019434.jpg" /></div><p>Acontece nesta sexta-feira (5) reuni&atilde;o no gabinete do vereador Lucas Gotardo, para uma nova apresenta&ccedil;&atilde;o do funcionamento da Comiss&atilde;o Parlamentar Especial de Revis&atilde;o das Leis, lan&ccedil;ada na &uacute;ltima semana.</p>
<p>A apresenta&ccedil;&atilde;o da Revis&atilde;o das Leis contou com diversos representantes de entidades, na quinta-feira (28), na sala de reuni&otilde;es da C&acirc;mara. Com a repercuss&atilde;o positiva da iniciativa, mais pessoas se interessaram em participar e agora novas rodadas de apresenta&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o realizadas.</p>
<p>O vereador Lucas Gotardo, presidente da CPE, comemorou o interesse da sociedade civil. Ele ressalta que quando a revis&atilde;o for conclu&iacute;da, ser&aacute; um marco para Santa Catarina.</p>
<p>&ldquo;A Assembleia Legislativa tentou realizar essa revis&atilde;o e at&eacute; pagou uma revis&atilde;o, no valor de R$ 4 milh&otilde;es, mas ela n&atilde;o chegou a ser entregue. Quando concluirmos esse trabalho aqui, seremos exemplo para o Brasil e &eacute; muito gratificante poder contar com tantas pessoas engajadas em prestar um servi&ccedil;o volunt&aacute;rio &agrave; cidade. Os benef&iacute;cios para o munic&iacute;pio ser&atilde;o enormes&rdquo;, comentou.</p>
<p>A CPE vai examinar 3.232 leis da cidade, com o objetivo de atualiz&aacute;-las, consolid&aacute;-las ou revog&aacute;-las quando necess&aacute;rio. O foco &eacute; a desburocratiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Participar&atilde;o da revis&atilde;o representantes de diversas entidades como Ordem dos Advogados do Brasil, Associa&ccedil;&atilde;o de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais de Balne&aacute;rio Cambori&uacute; (AMPE), Uniavan, Casa dos Conselhos, Udesc, C&acirc;mara de Dirigentes Lojistas, Univali e Acibalc.</p>
<h2><strong>Como vai funcionar</strong></h2>
<p>Os participantes est&atilde;o sendo divididos em grupos de trabalho, que poder&aacute; ser feito remotamente. A comunica&ccedil;&atilde;o ser&aacute; pela internet e haver&aacute; reuni&otilde;es mensais com os facilitadores para acompanhamento.</p>
<p>Cada grupo receber&aacute; 40 leis para an&aacute;lise por m&ecirc;s. A estimativa &eacute; de conclus&atilde;o dos trabalhos em at&eacute; 11 meses.</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 17:28:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/politica/2019/abr/3/4/comissao-parlamentar-especial-cpe-de-revisao-de-leis-despertou-interesse</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/politica/2019/abr/3/4</guid>
</item>

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<title>WhatsApp deixará usuário decidir se quer entrar em grupo</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/tecnologia2019431.jpg" /></div><p>(FOLHAPRESS) - Uma atualiza&ccedil;&atilde;o do WhatsApp anunciada nesta quarta-feira (3) permitir&aacute; que usu&aacute;rios do aplicativo decidam se querem participar de um novo grupo.<br />
<br />
A nova fun&ccedil;&atilde;o deixar&aacute; que a pessoa escolha autorizar cada nova inclus&atilde;o em um grupo ou decida, de antem&atilde;o, que apenas contatos j&aacute; salvos na agenda poder&atilde;o adicion&aacute;-los. Quem habilitar a fun&ccedil;&atilde;o poder&aacute; tamb&eacute;m manter a conta aberta para inclus&atilde;o autom&aacute;tica de desconhecidos.</p>
<p>As op&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o &quot;Ningu&eacute;m&quot;, para aprovar todas as solicita&ccedil;&otilde;es, &quot;Meus contatos&quot;, para pr&eacute;-aprovar a agenda de contatos, ou &quot;todos&quot;, que mant&eacute;m o sistema como &eacute; hoje.  A configura&ccedil;&atilde;o aparecer&aacute; no caminho Configura&ccedil;&otilde;es &gt; Conta &gt; Privacidade &gt; Grupo.</p>
<p>Segundo comunicado divulgado pelo WhatsApp, quem quiser incluir um telefone novo dever&aacute; mandar uma mensagem privada, e o convite dever&aacute; ser respondido em tr&ecirc;s dias.</p>
<p>A ferramenta est&aacute; dispon&iacute;vel na vers&atilde;o mais recente do app, que est&aacute; sendo liberada aos usu&aacute;rios a partir desta quarta.<br />
Logo do WhatsApp, que mudou regras para inclus&atilde;o em grupos Dado Ruvic/Reuters Logo verde do WhatsApp espelhado e com o fundo verde .&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 15:16:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/tecnologia/2019/abr/3/1/whatsapp-deixara-usuario-decidir-se-quer-entrar-em-grupo</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/tecnologia/2019/abr/3/1</guid>
</item>

<item>
<title>Domingo tem o 2º encontro de brechós em Balneário Camboriú</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/geral2019433.jpg" /></div><p>No domingo, 7 de abril, acontecer&aacute; das 13h &agrave;s 20h, na  rua 3100, 950, o 2&ordm; encontro de brech&oacute;s em Balne&aacute;rio Cambori&uacute;, com mais de 20 lojas participantes.</p>
<p>Com entrada gratuita, haver&aacute; DJ, chope, caf&eacute;, artesanato e foodtruck, num evento para as fam&iacute;lias.<br />
&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 15:12:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/geral/2019/abr/3/3/domingo-tem-o-2-encontro-de-brechos-em-balneario-camboriu</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/geral/2019/abr/3/3</guid>
</item>

<item>
<title>Pelé sente febre e é levado a hospital após encontro com Mbappé em Paris</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/esportes2019433.jpg" /></div><p>(UOL/FOLHAPRESS) - O ex-jogador Pel&eacute; foi levado a um hospital em Paris nesta quarta-feira (3) ap&oacute;s sentir febre. O caso aconteceu depois do encontro entre o &iacute;dolo do futebol mundial com Kylian Mbapp&eacute;, jovem atacante franc&ecirc;s. Em um primeiro momento, a r&aacute;dio &quot;RMC Sports&quot; disse que o &quot;Rei do futebol&quot; havia sido internado, mas, de acordo com a assessoria de imprensa de Pel&eacute;, o ex-camisa 10 da sele&ccedil;&atilde;o brasileira apenas realizou exames de sangue, foi medicado e deve viajar ainda hoje para os Estados Unidos.</p>
<p>Pel&eacute; teria sentido febre durante a noite de ontem, mas s&oacute; hoje foi transportado a um hospital na capital francesa, onde recebeu medica&ccedil;&atilde;o. O ex-jogador, que atualmente est&aacute; com 78 anos de idade, foi a Paris para um encontro com Mbapp&eacute;, jovem estrela da sele&ccedil;&atilde;o da Fran&ccedil;a, promovido por um patrocinador em comum. A reuni&atilde;o foi originalmente marcada para 2018, mas foi adiada por conta das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de de Pel&eacute;.</p>
<p>O ex-camisa 10 da sele&ccedil;&atilde;o brasileira demonstrou ser f&atilde; da revela&ccedil;&atilde;o francesa durante a conversa. Pel&eacute;, inclusive, acredita que Mbapp&eacute; pode alcan&ccedil;ar a dific&iacute;lima marca dos mil gols na carreira.</p>
<p>&quot;&Eacute; poss&iacute;vel que ele chegue aos 1.000 gols. Para mim foi poss&iacute;vel. Ent&atilde;o, acho que 1.000 gols &eacute; uma marca poss&iacute;vel para ele&quot;, afirmou o Rei do Futebol &agrave; AFP.&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 12:18:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/esportes/2019/abr/3/3/pele-sente-febre-e-e-levado-a-hospital-apos-encontro-com-mbappe-em-paris</link>
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<title>Igrejas, sindicatos e advogados fazem manifesto contra ataques ao Supremo</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/justica2019431.jpg" /></div><p>REYNALDO TUROLLO JR.<br />
BRAS&Iacute;LIA, DF (FOLHAPRESS) - Uma s&eacute;rie de entidades, de OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), CNBB (Confer&ecirc;ncia Nacional dos Bispos do Brasil) e Confedera&ccedil;&atilde;o dos Conselhos de Pastores do Brasil a sindicatos de trabalhadores e institui&ccedil;&otilde;es patronais, vai divulgar na tarde desta quarta-feira (3), na abertura da sess&atilde;o plen&aacute;ria do Supremo Tribunal Federal, um manifesto para &quot;repudiar os ataques contra o guardi&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o&quot;.</p>
<p>&quot;O Supremo Tribunal Federal &eacute; a inst&acirc;ncia m&aacute;xima da Justi&ccedil;a brasileira, garantidor maior dos direitos dos cidad&atilde;os, as liberdades de imprensa, de religi&atilde;o e de express&atilde;o, sem as quais n&atilde;o se constr&oacute;i uma Na&ccedil;&atilde;o. A Suprema Corte &eacute; insubstitu&iacute;vel para o pa&iacute;s e &eacute; dever de todos a sua defesa, pois, sem ela, nenhum cidad&atilde;o est&aacute; protegido&quot;, diz o texto.</p>
<p>&quot;A discord&acirc;ncia, a cr&iacute;tica civilizada e o di&aacute;logo s&atilde;o inerentes &agrave; democracia, tal qual o respeito e, em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, a solidariedade. Por isso, s&atilde;o inadmiss&iacute;veis os discursos que pregam o &oacute;dio, a viol&ecirc;ncia e a desarmonia na sociedade e contra o Supremo Tribunal Federal&quot;, afirma o manifesto.</p>
<p>Entre os signat&aacute;rios est&atilde;o Felipe Santa Cruz, presidente nacional da OAB, dom Leonardo Steiner, secret&aacute;rio-geral da CNBB, Robson Rodovalho, presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o dos Conselhos de Pastores do Brasil, Vagner Freitas, presidente da CUT, Paulo Skaf, presidente da Fiesp, Vander Costa, presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Transporte, Murilo Portugal, presidente da Febraban (federa&ccedil;&atilde;o dos bancos) e Ricardo Patah, presidente da Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores.</p>
<p>O Supremo tem sido alvo de ataques nas redes sociais e de pedidos de impeachment de alguns de seus membros por motivos variados. No Congresso, senadores tentaram articular a instala&ccedil;&atilde;o de uma CPI para investigar os tribunais superiores -iniciativa que foi batizada de CPI da Lava Toga.</p>
<p>No m&ecirc;s passado, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, abriu um inqu&eacute;rito para apurar ofensas e amea&ccedil;as contra os magistrados nas redes sociais, al&eacute;m de dissemina&ccedil;&atilde;o de fake news. A investiga&ccedil;&atilde;o j&aacute; teve mandados de busca e apreens&atilde;o cumpridos em S&atilde;o Paulo e Alagoas.</p>
<p>O manifesto das entidades diz ainda que, diante da crise e do desemprego, &quot;o povo clama pela retomada do desenvolvimento econ&ocirc;mico com mais emprego, justi&ccedil;a social e seguran&ccedil;a&quot;.</p>
<p>&quot;Com este manifesto, exaltamos a sociedade brasileira a defender o Supremo Tribunal Federal como institui&ccedil;&atilde;o permanente, est&aacute;vel e indispens&aacute;vel para a constru&ccedil;&atilde;o de um pa&iacute;s cada vez mais justo, solid&aacute;rio e respons&aacute;vel no presente dos brasileiros e brasileiras e as gera&ccedil;&otilde;es futuras&quot;, conclui o texto.&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 12:16:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/justica/2019/abr/3/1/igrejas-sindicatos-e-advogados-fazem-manifesto-contra-ataques-ao-supremo</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/justica/2019/abr/3/1</guid>
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<title>Associar Holocausto à esquerda é falsificar a história, diz rabino</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/geral2019432.jpg" /></div><p>(FOLHAPRESS) - Para Michel Schlesinger, rabino da Congrega&ccedil;&atilde;o Israelita Paulista e representante da Confedera&ccedil;&atilde;o Israelita do Brasil para o di&aacute;logo inter-religioso, o nazismo foi uma a&ccedil;&atilde;o da extrema-direita europeia, embora seu oposto, a extrema-esquerda, tamb&eacute;m tenha gerado cat&aacute;strofes.</p>
<p>&quot;O Holocausto foi um produto do nazi-fascismo, movimentos da extrema-direita europeia. Dizer que a Sho&aacute; [Holocausto] foi criada pela esquerda &eacute; falsificar a hist&oacute;ria&quot;, diz Schlesinger.</p>
<p>&quot;A extrema-esquerda tamb&eacute;m produziu cat&aacute;strofes abomin&aacute;veis, mas o assassinato de seis milh&otilde;es de judeus durante a Segunda Guerra Mundial n&atilde;o foi uma delas&quot;, prosseguiu o rabino. </p>
<p>Nesta ter&ccedil;a-feira (2), em visita ao Museu do Holocausto, o presidente Jair Bolsonaro disse considerar o nazismo de esquerda, apesar do site oficial da entidade apontar que o movimento nasceu de grupos radicais de direita.</p>
<p>A defini&ccedil;&atilde;o feita pelo museu, de que o nazismo &eacute; de direita, tamb&eacute;m contraria a afirma&ccedil;&atilde;o do chanceler brasileiro Ernesto Ara&uacute;jo, que associou o nazismo a movimentos de esquerda. &quot; Muitas vezes, a associa&ccedil;&atilde;o do nazismo com a direita foi usada para denegrir movimentos que s&atilde;o considerados de direita e que n&atilde;o t&ecirc;m nada a ver com o nazismo.</p>
<p>Indagado pelos jornalistas sobre a fala do chanceler, Bolsonaro disse concordar com o ministro das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores. &quot;N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida. Partido Socialista. Como &eacute; que &eacute;? Da Alemanha. Partido Nacional Socialista da Alemanha&quot;, afirmou.</p>
<p>O vice-presidente Hamilton Mour&atilde;o tamb&eacute;m comentou o assunto. &quot;Voc&ecirc;s t&ecirc;m d&uacute;vida disso?&quot;, questionou ele ao ser perguntado se o nazismo &eacute; de direita ou de esquerda. </p>
<p>&quot;De esquerda &eacute; o comunismo, n&atilde;o resta a m&iacute;nima d&uacute;vida. Se a gente for olhar, sabe que sou um cr&iacute;tico contumaz desta quest&atilde;o de direita e esquerda. Eu acho que s&atilde;o ambos vis&otilde;es totalit&aacute;rias&quot;, ressaltou.</p>
<p>Mour&atilde;o afirmou que os dois regimes totalit&aacute;rios pregam o controle da popula&ccedil;&atilde;o e o desrespeito aos direitos humanos.</p>
<p>&quot;Nazismo e comunismo s&atilde;o duas faces de uma moeda s&oacute;, a do totalitarismo&quot;, acrescentou.&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 08:07:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/geral/2019/abr/3/2/associar-holocausto-a-esquerda-e-falsificar-a-historia-diz-rabino</link>
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<title>Governo receberá estudo para avaliar fim do horário de verão</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/brasil2019432.jpg" /></div><p>RICARDO HIAR<br />
S&Atilde;O PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Tema de discuss&otilde;es no governo federal desde 2017, o fim do hor&aacute;rio de ver&atilde;o ser&aacute; analisado por Jair Bolsonaro (PSL) na pr&oacute;xima semana. De acordo com o Minist&eacute;rio de Minas e Energia, o presidente solicitou um estudo para avaliar a manuten&ccedil;&atilde;o da mudan&ccedil;a do hor&aacute;rio entre os meses de novembro e fevereiro.</p>
<p>Apesar de n&atilde;o comentar qual ser&aacute; a recomenda&ccedil;&atilde;o do ministro Bento Albuquerque, respons&aacute;vel pela elabora&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio, a pasta afirma que o documento ser&aacute; entregue at&eacute; o fim da pr&oacute;xima semana. Por se tratar de um decreto, a extin&ccedil;&atilde;o do hor&aacute;rio de ver&atilde;o depender&aacute; de decis&atilde;o do presidente.</p>
<p>O hor&aacute;rio de ver&atilde;o foi adotado pela primeira vez no pa&iacute;s no no fim de 1931, com a finalidade de economizar energia el&eacute;trica nos meses mais quentes do ano. Ele foi aplicado sem interrup&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos &uacute;ltimos 35 anos.</p>
<p>Pesquisas mostram, no entanto, que a efici&ecirc;ncia na economia de energia vem caindo ano ap&oacute;s ano. Um estudo divulgado pelo ONS (Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico), considerou nula a economia de energia durante o hor&aacute;rio de ver&atilde;o 2017/2018.</p>
<p>De acordo com o relat&oacute;rio, a redu&ccedil;&atilde;o apresentada em an&aacute;lises durante o hor&aacute;rio de ver&atilde;o tamb&eacute;m foram verificadas em outros per&iacute;odos, antes mesmo dos ajustes no rel&oacute;gio.</p>
<p>Segundo alguns especialistas, a queda dos &iacute;ndices de economia de energia acontecem pela mudan&ccedil;a de comportamento do brasileiro. As pessoas atualmente t&ecirc;m jornadas de trabalhos diferentes, saem de casa mais tarde e utilizam mais o ar condicionado durante o dia, quando as temperaturas est&atilde;o elevadas.</p>
<p>No ver&atilde;o 2016/2017, a economia decorrente da redu&ccedil;&atilde;o do uso de usinas foi de R$ 159,5 milh&otilde;es. No mesmo per&iacute;odo do ano anterior (2015/2016), foram economizados R$ 162 milh&otilde;es.</p>
<p>O ex-presidente Michel Temer (MDB) chegou a sinalizar inten&ccedil;&atilde;o de descontinuar o hor&aacute;rio de ver&atilde;o, mas, em meio &agrave; tens&atilde;o de um momento em que tentava barrar den&uacute;ncias contra ele por obstru&ccedil;&atilde;o judicial e organiza&ccedil;&atilde;o criminosa, foi orientado a desistir da mudan&ccedil;a.</p>
<p>Assim como no Brasil, o fim de altera&ccedil;&otilde;es do hor&aacute;rio durante o ver&atilde;o tamb&eacute;m est&aacute; na pauta de discuss&atilde;o em outros pa&iacute;ses. Exemplo disso foi a aprova&ccedil;&atilde;o pelo Parlamento Europeu da decis&atilde;o de n&atilde;o realizar o hor&aacute;rio de ver&atilde;o a partir de 2021.</p>
<p>A vota&ccedil;&atilde;o da medida contou com a aprova&ccedil;&atilde;o de 410 parlamentares, ante 192 que votaram pela perman&ecirc;ncia. Cada um dos 27 pa&iacute;ses membros precisa agora aprovar a medida internamente para que ela possa vigorar.</p>
<p>Uma lei europeia determina, desde 2001, que todos os pa&iacute;ses do bloco adiantem seus rel&oacute;gios em uma hora no &uacute;ltimo domingo de mar&ccedil;o. O hor&aacute;rio volta ao anterior, com o atraso de uma hora, no &uacute;ltimo fim de semana de outubro. No Brasil, desde 2008 o in&iacute;cio e fim do hor&aacute;rio de ver&atilde;o s&atilde;o definidos anualmente por um decreto presidencial.</p>
<p>A altera&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m tem sido questionada nos Estados Unidos. Diversas iniciativas no Congresso e em C&acirc;maras estaduais querem o fim do atual sistema, iniciado h&aacute; um s&eacute;culo e que ainda causa pol&ecirc;mica. Entre as discuss&otilde;es entre os americanos h&aacute; sugest&otilde;es que incluem a manuten&ccedil;&atilde;o do hor&aacute;rio de ver&atilde;o durante todo o ano.&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 07:53:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/brasil/2019/abr/3/2/governo-recebera-estudo-para-avaliar-fim-do-horario-de-verao</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/brasil/2019/abr/3/2</guid>
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<title>Neto de Lula morreu de infecção generalizada por Staphylococcus aureus</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/geral2019431.jpg" /></div><p>CL&Aacute;UDIA COLLUCCI - W&Aacute;LTER NUNES<br />
S&Atilde;O PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O menino Arthur Ara&uacute;jo Lula da Silva, neto do ex-presidente Lula, morreu por sepse (infec&ccedil;&atilde;o generalizada) originada pela bact&eacute;ria Staphylococcus aureus, muito presente em infec&ccedil;&otilde;es de pele, ou mesmo contus&otilde;es, que podem ser a porta de entrada para o organismo.</p>
<p>A Folha confirmou a informa&ccedil;&atilde;o com quatro infectologistas que tiveram conhecimento do caso e com uma fonte pr&oacute;xima ao ex-presidente Lula, mas que preferem se manter no anonimato em respeito &agrave; fam&iacute;lia, que n&atilde;o fala sobre o assunto.</p>
<p>Nesta segunda (1), a Prefeitura de Santo Andr&eacute; confirmou que Arthur n&atilde;o havia morrido de meningite meningog&oacute;cica, como havia sido previamente informado pelo hospital &agrave; &eacute;poca. O garoto de sete anos morreu no dia 1&ordm; de mar&ccedil;o no Hospital Bartira, da rede D'Or.</p>
<p>De acordo com a nota da prefeitura, logo ap&oacute;s a morte do menino a Secretaria de Sa&uacute;de local encaminhou amostras coletadas no hospital para an&aacute;lise e confirma&ccedil;&atilde;o do Instituto Adolfo Lutz, em S&atilde;o Paulo. </p>
<p>Ainda segundo a prefeitura, os exames descartaram &quot;meningite, meningite meningoc&oacute;cica e meningococcemia&quot;.</p>
<p>&quot;Todos os procedimentos de prote&ccedil;&atilde;o e profilaxia dos comunicantes foram realizados seguindo os protocolos do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de&quot;, diz a nota da prefeitura.</p>
<p>O hospital ainda n&atilde;o se pronunciou sobre o caso nem sobre a real causa da morte. A fam&iacute;lia tamb&eacute;m n&atilde;o fala sobre o assunto.</p>
<p>Nesta segunda (1&ordm;), o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) publicou em seu perfil no Twitter que espera que o hospital &quot;esclare&ccedil;a quais procedimentos de apura&ccedil;&atilde;o j&aacute; realizou para o vazamento de diagn&oacute;stico que se revelou anti&eacute;tico para com a fam&iacute;lia e irrespons&aacute;vel com a sa&uacute;de p&uacute;blica da regi&atilde;o&quot;.</p>
<p>Procurado, Padilha disse por meio da assessoria que, pelo ponto de vista &eacute;tico, n&atilde;o falar&aacute; sobre a bact&eacute;ria e n&atilde;o tratar&aacute; sobre o assunto.<br />
Afirmou ainda que s&oacute; se manifestou para que Secretaria de Sa&uacute;de de Santo Andr&eacute; informasse a popula&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o havia um caso de meningite bacteriana circulando na cidade e que para que o hospital explique sobre o diagn&oacute;stico errado e o vazamento da informa&ccedil;&atilde;o</p>
<p>A informa&ccedil;&atilde;o de que a morte de Arthur foi por meningite meningoc&oacute;cica levou a uma corrida aos postos de vacina&ccedil;&atilde;o e a cr&iacute;ticas ao SUS que n&atilde;o disp&otilde;e de todas as vacinas que imunizam contra o agente causador da meningite.</p>
<p>Staphylococcus aureus resistente &agrave; meticilina (SARM) est&aacute; presente em v&aacute;rios locais Science Photo Library Bact&eacute;rias ao microsc&oacute;pio    O risco de uma infec&ccedil;&atilde;o pela bact&eacute;ria levar &agrave; morte pessoas saud&aacute;veis, como menino Arthur, &eacute; muito baixo, mas pode acontecer. Depende de uma s&eacute;rie de fatores, tanto das caracter&iacute;sticas da bact&eacute;ria quanto do paciente e sua suscetibilidade imunol&oacute;gica.</p>
<p>Segundo os m&eacute;dicos, nesses casos &eacute; preciso investigar primeiro qual foi a porta de entrada da bact&eacute;ria (um machucado na pele? o nariz?) na corrente sangu&iacute;nea e entender por que ela se disseminou t&atilde;o rapidamente.</p>
<p>Essas situa&ccedil;&otilde;es ocorrem mais frequentemente com pessoas internadas, usando sondas e cateteres ou com aquelas que t&ecirc;m problemas de imunocompet&ecirc;ncia, o que leva o organismo a n&atilde;o reagir ou combater adequadamente os microrganismos.</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; vacina que previna a infec&ccedil;&atilde;o pela bact&eacute;ria e, segundo os m&eacute;dicos, n&atilde;o h&aacute; motivo para p&acirc;nico. Em geral, &eacute; poss&iacute;vel prevenir a contamina&ccedil;&atilde;o com simples cuidados b&aacute;sicos de higiene, principalmente se houver machucados na pele: lavando as m&atilde;os e o local do ferimento.</p>
<p><span class="esp_entretitulo">Staphylococcus aureus</span></p>
<p>As infec&ccedil;&otilde;es por Staphylococcus aureus oscilam de leves a potencialmente mortais. A bact&eacute;ria tende a infectar a pele, muitas vezes causando abscessos. No entanto, a bact&eacute;ria pode viajar pela corrente sangu&iacute;nea e infectar praticamente qualquer local do corpo. A consequ&ecirc;ncia mais grave &eacute; a infec&ccedil;&atilde;o generalizada</p>
<p>H&aacute; muitas cepas de Staphylococcus aureus. Algumas cepas produzem toxinas que podem causar os sintomas de intoxica&ccedil;&atilde;o alimentar ou s&iacute;ndrome do choque t&oacute;xico </p>
<p>O Staphylococcus aureus est&aacute; presente no nariz (em geral temporariamente) de cerca de 30% dos adultos saud&aacute;veis e na pele de cerca de 20%. &Eacute; mais comum em pacientes internados ou profissionais da sa&uacute;de. As pessoas podem mover a bact&eacute;ria do nariz para outras partes do corpo com as m&atilde;os, por vezes levando &agrave; infec&ccedil;&atilde;o. Ela tamb&eacute;m &eacute; transmitida pela inala&ccedil;&atilde;o de pequenas got&iacute;culas infectadas ao espirrar ou tossir</p>
<p>O diagn&oacute;stico &eacute; baseado na apar&ecirc;ncia da pele ou identifica&ccedil;&atilde;o da bact&eacute;ria em uma amostra do material infectado</p>
<p>A lavagem adequada das m&atilde;os pode ajudar a prevenir a propaga&ccedil;&atilde;o da infec&ccedil;&atilde;o</p>
<p>Os antibi&oacute;ticos s&atilde;o escolhidos com base na probabilidade de serem eficazes contra a cepa que causa a infec&ccedil;&atilde;o</p>
<p>Fatores que aumentam o risco de contrair uma infec&ccedil;&atilde;o estafiloc&oacute;cica:</p>
<p>Gripe</p>
<p>Dist&uacute;rbios pulmonares cr&ocirc;nicos (como enfisema por fibrose c&iacute;stica)</p>
<p>Leucemia</p>
<p>Tumores</p>
<p>Um &oacute;rg&atilde;o transplantado, um dispositivo m&eacute;dico implantado ou um cateter inserido em um vaso sangu&iacute;neo por um longo per&iacute;odo</p>
<p>Queimaduras</p>
<p>Dist&uacute;rbios cr&ocirc;nicos da pele</p>
<p>Cirurgia</p>
<p>Diabetes </p>
<p>Medicamentos, como corticosteroides, medicamentos que suprimem o sistema imunol&oacute;gico (imunossupressores), quimioterapia para c&acirc;ncer ou drogas il&iacute;citas injetadas</p>
<p>Radioterapia</p>
<p>Fonte: Manual MSD&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 07:10:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/geral/2019/abr/3/1/neto-de-lula-morreu-de-infeccao-generalizada-por-staphylococcus-aureus</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/geral/2019/abr/3/1</guid>
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<title>'Associação com nazismo foi usada para denegrir direita', diz chanceler</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="Ernesto Araujo reescrevendo a história." title="Ernesto Araujo reescrevendo a história." src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/brasil2019431.jpg" /></div><p>DANIELA KRESCH<br />
JERUSAL&Eacute;M (FOLHAPRESS) - O ministro Ernesto Ara&uacute;jo (Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores) afirmou nesta ter&ccedil;a-feira (2) em Jerusal&eacute;m que uma nova vertente de pesquisadores v&ecirc; semelhan&ccedil;as entre o movimento nazista e a extrema esquerda e sugere que as pessoas &quot;estudem&quot; e &quot;leiam a hist&oacute;ria de uma perspectiva mais profunda&quot;.</p>
<p>No &uacute;ltimo dia da visita do presidente Jair Bolsonaro a Israel, Ara&uacute;jo tamb&eacute;m afirmou que n&atilde;o teme poss&iacute;veis san&ccedil;&otilde;es de pa&iacute;ses &aacute;rabes-mu&ccedil;ulmanos contra o Brasil por causa da abertura de um escrit&oacute;rio comercial brasileiro em Jerusal&eacute;m -uma esp&eacute;cie de reconhecimento t&aacute;cito da cidade como capital de Israel, mesmo que ainda n&atilde;o seja a transfer&ecirc;ncia da embaixada brasileira de Tel Aviv para a cidade.</p>
<p>Segundo ele, &eacute; perfeitamente poss&iacute;vel melhorar a rela&ccedil;&atilde;o com Israel e com o mundo &aacute;rabe paralelamente: &quot;n&atilde;o tem porque ser um jogo de soma zero&quot;.</p>
<p>E, caso n&atilde;o d&ecirc; certo, o Brasil vai continuar a promover &quot;uma maior diversifica&ccedil;&atilde;o&quot; de parceiras econ&ocirc;micas e comerciais com pa&iacute;ses como a China.</p>
<p><span class="esp_pergunta">Pergunta - O senhor acaba de voltar do Museu do Holocausto. O pr&oacute;prio site do museu define o movimento nazista como de direita. O senhor n&atilde;o concorda com isso? </span></p>
<p>Ernesto Ara&uacute;jo - &Eacute; como eu digo: tem que ser visto o que se entende por essas defini&ccedil;&otilde;es de esquerda e direita. Nesses dias, t&ecirc;m surgido v&aacute;rias publica&ccedil;&otilde;es, artigos que procuram identificar um pouco isso, estudar um pouco isso sob a perspectiva que eu procurei apontar. Semelhan&ccedil;as, proximidades que esses movimentos nazistas da Europa da metade do s&eacute;culo 20 e movimentos de extrema esquerda.<br />
Acho importante que as pessoas discutam qual &eacute; o conte&uacute;do de diferentes movimentos totalit&aacute;rios para ver o que eles t&ecirc;m em comum. Muitas vezes, a associa&ccedil;&atilde;o do nazismo com a direita foi usada para denegrir movimentos que s&atilde;o considerados de direita e que n&atilde;o t&ecirc;m nada a ver com o nazismo. Quero que as pessoas estudem, leiam a hist&oacute;ria de uma perspectiva mais profunda. <br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - Aqui em Israel, n&atilde;o h&aacute; uma discuss&atilde;o se os nazistas eram de esquerda ou de direita.</span></p>
<p>EA - Acho que s&atilde;o termos desgastados, temos que ver o que se entende por esquerda e direita. No nosso caso, a gente, o governo Bolsonaro, o Brasil, tem essa cara porque o povo brasileiro quis. Um pa&iacute;s que luta pela liberdade, pela democracia e a mesmo tempo quer trocas econ&ocirc;micas com todos os pa&iacute;ses, sem que uma coisa afete a outra. Queremos levar nossos valores, por exemplo, de defesa da fam&iacute;lia, defesa da vida. Se quiserem chamar isso de direita, &eacute; direita.<br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - O senhor disse a um grupo de brasileiros que mora em Israel que se emocionou com esta visita. Onde?</span></p>
<p>EA - Sim, v&aacute;rias vezes, desde a chegada, no aeroporto. Depois, na nossa visita ao Santo Sepulcro, no encontro dele [o presidente Bolsonaro] com o primeiro-ministro [Benjamin] Netanyahu na casa dele. Foi um jantar muito &iacute;ntimo, muito amig&aacute;vel. E hoje, no Yad Vashem, que foi realmente muito profundo. Nunca vi uma visita presencial com esse car&aacute;ter t&atilde;o emocional, de amizade, de fam&iacute;lia. &Eacute; como se estiv&eacute;ssemos realmente numa peregrina&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - Em termos pol&iacute;ticos e econ&ocirc;micos, foi tamb&eacute;m uma viagem com novidades.</span></p>
<p>EA - Evidente. Acho que essa coisa da amizade &eacute; a base para muita coisa boa. N&oacute;s estamos muito entusiasmados com toda essa pauta de tecnologia, coopera&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de, coopera&ccedil;&atilde;o em seguran&ccedil;a, coopera&ccedil;&atilde;o em defesa, energia. <br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - Isso inclui compra de equipamentos israelenses?</span></p>
<p>EA - Inclui compra, inclui a ida de companhias israelenses para investir no Brasil, a vinda do companhias brasileiras. A Petrobras, por exemplo, vai tentar entrar no mercado de g&aacute;s. Vai ter um leil&atilde;o de um po&ccedil;o ou v&aacute;rios po&ccedil;os de g&aacute;s aqui na costa de Israel, e a Petrobras vai entrar na concorr&ecirc;ncia. <br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - O senhor se surpreendeu com a rea&ccedil;&atilde;o dos palestinos ao an&uacute;ncio da abertura de um escrit&oacute;rio comercial brasileiro em Jerusal&eacute;m?</span></p>
<p>EA - A preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; deles, e eles expressaram. Est&aacute; dentro do que a gente imaginava que poderia acontecer. N&oacute;s sempre dissemos que est&aacute;vamos vindo aqui n&atilde;o para alimentar nenhum tipo de conflito, pelo contr&aacute;rio. Achamos que nossa melhor rela&ccedil;&atilde;o com Israel pode contribuir para todo o Oriente M&eacute;dio, para toda essa quest&atilde;o.<br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - Mas essa decis&atilde;o n&atilde;o levou a uma frustra&ccedil;&atilde;o do lado palestino e tamb&eacute;m do lado israelense? Afinal, Israel queria que o Brasil cumprisse a promessa de transferir a embaixada para Jerusal&eacute;m.</span></p>
<p>EA - Eu acho que n&atilde;o houve frustra&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o. O conjunto todo da visita foi muito intenso. Acho que a embaixada, a quest&atilde;o de Jerusal&eacute;m, como um todo, pode ser vista como parte de uma nova rela&ccedil;&atilde;o. Antes da visita, falava-se muito da quest&atilde;o da embaixada como uma coisa central. Mas, depois desses tr&ecirc;s dias intensos de visita, fizemos com que a expectativa de muitas pessoas de que j&aacute; fosse aberta a embaixada, se dilu&iacute;sse.<br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - A lideran&ccedil;a palestina pediu para que embaixadores &aacute;rabes no Brasil procurem o senhor e o presidente Bolsonaro para tentar demov&ecirc;-los da ideia de abrir um escrit&oacute;rio em Jerusal&eacute;m. O que o senhor dir&aacute; a eles?</span></p>
<p>EA - Estamos prontos a receb&ecirc;-los. Antes da vinda, j&aacute; conversamos com alguns l&iacute;deres de pa&iacute;ses &aacute;rabes ou de pa&iacute;ses de maioria mu&ccedil;ulmana. Estaremos sempre prontos a falar, saber as eventuais preocupa&ccedil;&otilde;es deles.<br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - N&atilde;o h&aacute; um temor de san&ccedil;&otilde;es?</span></p>
<p>EA - N&atilde;o estamos pensando nisso, n&atilde;o. Temos todas as condi&ccedil;&otilde;es de mostrar que as nossas inten&ccedil;&otilde;es s&atilde;o inteiramente construtivas e, como eu disse, que nossa melhor rela&ccedil;&atilde;o para Israel n&atilde;o significa de maneira nenhuma que queiramos ter menos rela&ccedil;&otilde;es com pa&iacute;ses &aacute;rabes ou do mundo mu&ccedil;ulmano. &Eacute; perfeitamente poss&iacute;vel as duas coisas juntas. Avan&ccedil;ar nesses dois trilhos com  a mesma velocidade. N&atilde;o tem porque ser um jogo de soma zero.<br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - O senhor v&ecirc; o Brasil assumindo um papel de moderador do conflito entre israelenses e palestinos, como o governo Lula pregava?</span></p>
<p>EA - Trata-se de um processo muito delicado, n&oacute;s n&atilde;o temos a perspectiva de sermos moderadores. Mas achamos que uma maior presen&ccedil;a nossa nessa regi&atilde;o atrav&eacute;s de la&ccedil;os maiores com Israel e com pa&iacute;ses vizinhos, pode ser um bom fator.<br />
<br />
<span class="esp_pergunta">P - Se houver um boicote econ&ocirc;mico do mundo &aacute;rabe, o Brasil pode come&ccedil;ar a se voltar para outras regi&otilde;es como China e &Iacute;ndia?</span></p>
<p>EA - Sempre procuramos uma maior diversifica&ccedil;&atilde;o das nossas parceiras econ&ocirc;micas e comerciais. Ent&atilde;o, n&atilde;o &eacute; por causa dessa perspectiva de boicote. A gente quer que haja ainda mais diversifica&ccedil;&atilde;o de parceiros. Isso sempre &eacute; muito, muito bom. Temos toda uma estrat&eacute;gia comercial de conquista de novos mercados e isso continua. Queremos entrar mais, por exemplo, no agroneg&oacute;cio, ramo em que a China se destaca.&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 07:06:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/brasil/2019/abr/3/1/associacao-com-nazismo-foi-usada-para-denegrir-direita-diz-chanceler</link>
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<title>'Quero que vocês se explodam' diz Flavio Bolsonaro sobre o Hamas</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/politica2019431.jpg" /></div><p>(FOLHAPRESS) - O senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) disse nesta ter&ccedil;a-feira (2) que o movimento radical isl&acirc;mico Hamas deveria explodir, um dia ap&oacute;s o grupo palestino ter criticado a viagem de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, a Israel. </p>
<p>&quot;Quero que voc&ecirc;s se EXPLODAM!!!&quot;, escreveu o senador em uma rede social ao compartilhar uma reportagem do site da revista Exame sobre um pedido do Hamas para que o governo brasileiro se retrate.</p>
<p>Considerado um grupo terrorista pelos Estados Unidos e pela Uni&atilde;o Europeia, o Hamas controla a faixa de Gaza e mant&eacute;m uma rela&ccedil;&atilde;o de hostilidades com Israel. </p>
<p>No fim de mar&ccedil;o, o governo israelense bombardeou posi&ccedil;&otilde;es do grupo palestino ap&oacute;s foguetes terem sido disparado da faixa de Gaza em dire&ccedil;&atilde;o a Tel Aviv. </p>
<p>Na segunda (1&ordm;), o Hamas divulgou uma nota na qual condenou a viagem de Bolsonaro e afirmou que a aproxima&ccedil;&atilde;o do presidente brasileiro com o governo israelense &quot;n&atilde;o apenas contradiz a atitude hist&oacute;rica do povo brasileiro, que apoia a luta pela liberdade do povo palestino contra a ocupa&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m viola as leis e normas internacionais&quot;.</p>
<p>A cr&iacute;tica foi feita ap&oacute;s o presidente Bolsonaro ter feito uma visita ao lado do premi&ecirc; israelense, Binyamin Netanyahu, ao Muro das Lamenta&ccedil;&otilde;es. O local, sagrado para os judeus, fica na parte oriental de Jerusal&eacute;m, regi&atilde;o que tamb&eacute;m &eacute; reivindicada pelos palestinos.</p>
<p>Por isso, l&iacute;deres mundiais evitam ir ao local ao lado do primeiro-ministro israelense e preferem classificar a visita como uma a&ccedil;&atilde;o de car&aacute;ter privado e n&atilde;o como uma visita de Estado.</p>
<p>Desde que foi eleito, Bolsonaro tem defendido uma aproxima&ccedil;&atilde;o com Israel e no domingo (31) anunciou a abertura de um escrit&oacute;rio comercial em Jerusal&eacute;m, medida que desagradou os palestinos. </p>
<p>O brasileiro j&aacute; disse tamb&eacute;m que pretende mudar a embaixada para a cidade, contrariando assim a posi&ccedil;&atilde;o da ONU, que aconselha os pa&iacute;ses a manterem suas representa&ccedil;&otilde;es em Tel Aviv at&eacute; que a disputa por Jerusal&eacute;m entre israelenses e palestinos esteja resolvida.   &nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 07:04:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/politica/2019/abr/3/1/quero-que-voces-se-explodam-diz-flavio-bolsonaro-sobre-o-hamas</link>
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<title>Universidade cancela 65 mil diplomas após investigação</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/educa2019431.jpg" /></div><p>(FOLHAPRESS) - A Universidade Igua&ccedil;u (Unig), com sede no Rio de Janeiro, cancelou no ano passado 65.173 registros de diploma ap&oacute;s ser alvo de investiga&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Diante da situa&ccedil;&atilde;o, alunos do pa&iacute;s todo t&ecirc;m sido barrados em concursos p&uacute;blicos, como revelou o jornal &quot;O Globo&quot;.</p>
<p>Os documentos cancelados certificavam os estudos de alunos formados em outras institui&ccedil;&otilde;es de ensino de diversos estados. Os estudantes da pr&oacute;pria Unig n&atilde;o foram afetados.</p>
<p>Por n&atilde;o terem autoriza&ccedil;&atilde;o para registrar diplomas, essas outras institui&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o universit&aacute;rias, procuravam a Unig e outras universidades para faz&ecirc;-lo, como prev&ecirc; a lei.</p>
<p>O problema &eacute; que n&atilde;o cumpriam diversos requisitos, como o de carga hor&aacute;ria. O procedimento foi investigado em processo de supervis&atilde;o aberto pelo Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Segundo &quot;O Globo&quot;, uma CPI da Assembleia Legislativa tamb&eacute;m apurou o esquema e concluiu que, na maior parte dos casos, os cursos que utilizavam o expediente eram mais baratos do que a m&eacute;dia e menos exigentes em dura&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&otilde;es. </p>
<p>As investiga&ccedil;&otilde;es levaram o MEC a suspender a autonomia da Unig em 2016, impedindo-a de registrar os diplomas dos pr&oacute;prios alunos e os de outras institui&ccedil;&otilde;es &ndash;a primeira medida foi posteriormente revogada.</p>
<p>De acordo com protocolo de compromisso firmado com a pasta e o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal de Pernambuco, a Unig revisou o registro de diplomas e considerou que 65 mil n&atilde;o cumpriam os requisitos necess&aacute;rios, sendo alguns emitidos por institui&ccedil;&otilde;es que foram descredenciadas pelo MEC.</p>
<p>Com os documentos inv&aacute;lidos, diversos ex-alunos t&ecirc;m ingressado na Justi&ccedil;a com a&ccedil;&otilde;es nas quais alegam estar sendo barrados em concursos p&uacute;blicos.</p>
<p>Em dezembro do ano passado, o MEC publicou portaria segundo a qual a Unig deve corrigir &quot;eventuais inconsist&ecirc;ncias&quot; nos registros cancelados. A pasta n&atilde;o se pronunciou at&eacute; a publica&ccedil;&atilde;o desta reportagem.</p>
<p>Em nota, a Unig reafirmou que os documentos cancelados foram emitidos por outras institui&ccedil;&otilde;es de ensino e disse que &quot;uma vez constatado que se trata de um diploma irregular, que n&atilde;o poderia ter sido emitido, o cancelamento do registro &eacute; medida impositiva e apropriada &agrave;s normas regulat&oacute;rias&quot;.&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 07:00:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/educa/2019/abr/3/1/universidade-cancela-65-mil-diplomas-apos-investigacao</link>
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<title>Em Israel, Bolsonaro defende que nazismo foi movimento de esquerda</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/variedades2019431.jpg" /></div><p>DANIELA KRESCH<br />
JERUSAL&Eacute;M (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) demonstrou irrita&ccedil;&atilde;o com jornalistas ao fim de um encontro com membros da comunidade brasileira em Israel, em Jerusal&eacute;m, nesta ter&ccedil;a-feira (2).</p>
<p>Em discurso, ele falou sobre as mudan&ccedil;as no Brasil desde que foi eleito e lembrou a posi&ccedil;&atilde;o a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef (PT). Na ocasi&atilde;o, em 2016, Bolsonaro justificou o voto &quot;pela mem&oacute;ria do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, pavor de Dilma Rousseff&quot;.</p>
<p>Segundo o presidente, &quot;um dono de centro de pesquisas falou que, depois daquele voto, n&atilde;o mais me elegeria sequer para vereador. Aconteceu exatamente o contr&aacute;rio&quot;.</p>
<p>&quot;As palavras ali proferidas por mim tiveram um impacto dentro e fora do Brasil por alguns dias. Mas eram palavras que estavam sedimentadas em Jo&atilde;o 8:32. A verdade tinha que ser conhecida&quot;, disse.</p>
<p>Ao fim do evento, os jornalistas perguntaram por que o presidente lembrou desse evento em meio ao atual debate, sobre os 55 anos do golpe militar de 1964. &quot;Mais alguma pergunta?&quot;, respondeu, ignorando a indaga&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Em seguida, irritado com uma quest&atilde;o sobre a defini&ccedil;&atilde;o de nazismo como um movimento de esquerda e a quantidade de viagens que tem feito, Bolsonaro disse que quer tratar os jornalistas &quot;com o respeito que merecem&quot;.</p>
<p>&quot;Essas perguntas menores s&oacute; d&atilde;o manchetes negativas em jornais. N&atilde;o vou responder.&quot;</p>
<p>Mas, indagado sobre a fala do chanceler Ernesto Ara&uacute;jo, que associou o nazismo a movimentos de esquerda, disse concordar com o ministro.</p>
<p>&quot;N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida. Partido Socialista... Como &eacute; que &eacute;? Da Alemanha. Partido Nacional Socialista da Alemanha.&quot;</p>
<p>Mais tarde, em Bras&iacute;lia, o presidente interino, Hamilton Mour&atilde;o, se op&ocirc;s a essa vis&atilde;o. &quot;Voc&ecirc;s t&ecirc;m d&uacute;vida disso?&quot;, perguntou a jornalistas ao ser questionado se o nazismo &eacute; de direita ou de esquerda.</p>
<p>&quot;De esquerda &eacute; o comunismo, n&atilde;o resta a m&iacute;nima d&uacute;vida. Nazismo e comunismo s&atilde;o duas faces de uma moeda s&oacute;, a do totalitarismo&quot;.</p>
<p>Antes do encontro com brasileiros, Bolsonaro visitou o centro de mem&oacute;ria do Holocausto Yad Vashem, em Jerusal&eacute;m, museu p&uacute;blico que lembra as v&iacute;timas e os que combateram o genoc&iacute;dio de 6 milh&otilde;es de judeus pelos nazistas.</p>
<p>Ao colocar flores no Hall da Mem&oacute;ria do museu, Bolsonaro afirmou que &quot;aquele que esquece o seu passado est&aacute; condenado a n&atilde;o ter futuro&quot;. Ele visitou uma exposi&ccedil;&atilde;o de fotos e assinou o livro de honra.</p>
<p>Bolsonaro afirmou tamb&eacute;m que o museu &eacute; um &quot;local onde fazemos um exame de consci&ecirc;ncia&quot; e terminou sua declara&ccedil;&atilde;o com uma frase de apoio ao pa&iacute;s: &quot;Eu amo Israel&quot;.</p>
<p>Em cerim&ocirc;nia tradicional, ele reavivou a chamada Chama Eterna e prestou contin&ecirc;ncia, gesto que repetiu diversas vezes durante a viagem.</p>
<p>Na sequ&ecirc;ncia, colocou uma coroa de g&eacute;rberas num t&uacute;mulo que simboliza os mortos, inaugurou uma placa em nome do Brasil e plantou uma oliveira no Bosque das Na&ccedil;&otilde;es &ndash;onde o ex-presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva (PT) tamb&eacute;m plantou uma &aacute;rvore, em 2010.</p>
<p>Indagado por jornalistas se o escrit&oacute;rio de neg&oacute;cios que ser&aacute; aberto em Jerusal&eacute;m ter&aacute; tamb&eacute;m representa&ccedil;&atilde;o diplom&aacute;tica, Bolsonaro respondeu apenas que &quot;um grande casamento come&ccedil;a com um namoro e um noivado&quot;. &quot;Estamos no caminho certo&quot;, disse.</p>
<p>O presidente voltou a criticar a rela&ccedil;&atilde;o entre Brasil e Israel durante as gest&otilde;es Lula e Dilma. &quot;Passamos momentos dif&iacute;ceis, dois governos de esquerda, o &uacute;ltimo inclusive n&atilde;o aceitou as credenciais do embaixador indicado. Logicamente fiquei muito constrangido naquela &eacute;poca&quot;, afirmou.</p>
<p>Em 2015, Dilma se recusou a aceitar as credenciais de Dani Dayan, ex-l&iacute;der de um grupo de colonos na Cisjord&acirc;nia e em Jerusal&eacute;m Oriental, porque o Brasil, assim como a maior parte da comunidade internacional, considera ilegais os assentamentos israelenses na Cisjord&acirc;nia.</p>
<p>Segundo Bolsonaro, a rela&ccedil;&atilde;o entre os dois pa&iacute;ses vai melhorar. &quot;Aqui em Israel n&oacute;s nos complementamos. Nossas commodities e a tecnologia daqui, temos tudo para sermos maiores do que somos.&quot;&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 06:52:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/variedades/2019/abr/3/1/em-israel-bolsonaro-defende-que-nazismo-foi-movimento-de-esquerda</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/variedades/2019/abr/3/1</guid>
</item>

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<title>Palmeiras perde para o San Lorenzo e cede liderança na Libertadores</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/esportes2019432.jpg" /></div><p>(FOLHAPRESS) - Um descuido defensivo no in&iacute;cio do segundo tempo custou ao Palmeiras nesta ter&ccedil;a-feira (2) sua primeira derrota na atual edi&ccedil;&atilde;o da Copa Libertadores. No est&aacute;dio Nuevo Gas&oacute;metro, em Buenos Aires, o San Lorenzo aproveitou o mando de campo e venceu por 1 a 0.</p>
<p>O gol do time argentino, anotado pelo lateral-direito Marcelo Herrera, foi o primeiro sofrido pelos palmeirenses no torneio. Ap&oacute;s carregar a bola na intermedi&aacute;ria, ele teve espa&ccedil;o e tempo de sobra para chutar no canto direito do goleiro Weverton.</p>
<p>Com o trope&ccedil;o, o Palmeiras, que buscava a terceira vit&oacute;ria consecutiva no torneio, caiu para a segunda coloca&ccedil;&atilde;o no Grupo F, com seis pontos. A lideran&ccedil;a passou para o time argentino, que soma sete pontos.</p>
<p>Na quarta rodada, o Palmeiras vai jogar no Allianz Parque. O encontro vai ser na pr&oacute;xima quarta-feira (10), contra o Junior Barranquilla-COL.</p>
<p>Na apresenta&ccedil;&atilde;o em Buenos Aires, o Palmeiras sentiu a aus&ecirc;ncia de dois jogadores ofensivos, Gustavo Scarpa e Ricardo Goulart, que n&atilde;o puderam ser escalados. Os dois foram substitu&iacute;dos, respectivamente, por Felipe Pires e Mois&eacute;s.</p>
<p>Sem criatividade, o &uacute;nico lance de perigo ocorreu no primeiro tempo, quando Mois&eacute;s, dentro da &aacute;rea, arriscou de bicicleta e carimbou o travess&atilde;o do goleiro Monetti.</p>
<p>Antes de voltar &agrave; Copa da Libertadores, o Palmeiras vai disputar a segunda partida da semifinal do Campeonato Paulista. O confronto vai ser Allianz Parque, neste domingo (6), contra o S&atilde;o Paulo. Na ida, os times empataram sem gols.</p>
<p>SAN LORENZO<br />
Monetti; Herrera, Coloccini, Senesi e V&iacute;ctor Salazar (Dami&aacute;n P&eacute;rez); Loaiza, Rom&aacute;n Mart&iacute;nez e Castellani; Juan Salazar (Barrios), Reniero e Blandi (Poblete). T.: Jorge Almir&oacute;n</p>
<p>PALMEIRAS<br />
Weverton; Marcos Rocha, Ant&ocirc;nio Carlos, Gustavo G&oacute;mez e Diogo Barbosa; Thiago Santos (Felipe Melo), Bruno Henrique (Lucas Lima) e Mois&eacute;s; Felipe Pires (Raphael Veiga), Dudu e Deyverson. T.: Luiz Felipe Scolari</p>
<p>Est&aacute;dio: Nuevo Gas&oacute;metro, em Buenos Aires (ARG)<br />
Juiz: Julio Bascu&ntilde;&aacute;n (Chile)<br />
Assistentes: Claudio R&iacute;os e Jos&eacute; Retamal (Chile)<br />
Cart&otilde;es amarelos: Castellani e Herrera (SLO); Thiago Santos, Bruno Henrique, Marcos Rocha e Deyverson (PAL)<br />
Gol: Herrera (SLO), aos 5min do segundo tempo&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 06:50:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/esportes/2019/abr/3/2/palmeiras-perde-para-o-san-lorenzo-e-cede-lideranca-na-libertadores</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/esportes/2019/abr/3/2</guid>
</item>

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<title>Grupo quer deixar professor, PM e bombeiro de fora da PEC da Previdência</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/dinheiro2019432.jpg" /></div><p>MARIANA CARNEIRO E DANIEL CARVALHO<br />
BRAS&Iacute;LIA, DF (FOLHAPRESS) - Uma nova mudan&ccedil;a no texto da reforma da Previd&ecirc;ncia est&aacute; em gesta&ccedil;&atilde;o no Congresso Nacional.<br />
Parlamentares que se autodeclaram favor&aacute;veis &agrave; reforma querem que o governo retire do texto a previs&atilde;o de mudan&ccedil;as no regime de aposentadoria de servidores estaduais, deixando o &ocirc;nus da reforma nos estados para os governadores.</p>
<p>Neste grupo est&atilde;o inclu&iacute;dos professores, policiais militares e bombeiros.</p>
<p>O texto enviado pelo governo Bolsonaro prev&ecirc; que as regras para estes servidores sejam reformuladas. Os militares estaduais dever&atilde;o seguir as normas dos militares das For&ccedil;as Armadas, com idade m&iacute;nima de aposentadoria aos 55 anos. Professores ter&atilde;o como idade m&iacute;nima 60 anos. </p>
<p>O l&iacute;der do DEM na C&acirc;mara, Elmar Nascimento (BA) relatou ao secret&aacute;rio especial da Previd&ecirc;ncia, Rog&eacute;rio Marinho, que parlamentares est&atilde;o &quot;sendo rodeados por professores e policiais militares&quot; quando v&atilde;o &agrave;s suas bases. </p>
<p>&quot;Que o governador fa&ccedil;a a sua reforma. Por que eu vou ficar com o desgaste e aprovar uma reforma que &eacute; para ele e contra a qual ele &eacute; contra?&quot;, disse em reuni&atilde;o de parlamentares do seu partido com Marinho na tarde desta ter&ccedil;a-feira (2), na C&acirc;mara.</p>
<p>O governador da Bahia &eacute; Rui Costa (PT). Seu partido j&aacute; se posicionou contra a reforma da Previd&ecirc;ncia. </p>
<p>Nascimento calcula que esse ponto pode custar entre 20 e 30 votos de deputados que apoiariam a reforma, mas que deixar&atilde;o apoiar o projeto do governo por medo de serem punidos em seus estados.</p>
<p>O deputado Efraim Filho (DEM-PB) foi na mesma linha, ao defender que o tema seja apreciado pelas assembleias legislativas locais. Em suas palavras, os deputados estaduais devem &quot;deixar as suas digitais&quot; na reforma da Previd&ecirc;ncia, sob pena de tomarem o lugar dos colegas no parlamento federal nas pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>&quot;Vivemos a batalha da responsabilidade contra o populismo. &Eacute; preciso deixar claro que o estado que foi respons&aacute;vel cresceu. Se n&atilde;o ficaremos para sempre sofrendo com o discurso de que 'fizemos maldade'&quot;, disse. </p>
<p>Marinho ouviu as queixas dos deputados do DEM e fez apenas uma ressalva: a reforma da Previd&ecirc;ncia dos militares n&atilde;o est&aacute; na proposta de emenda constitucional enviada ao Congresso. Mas faz parte de um projeto paralelo que sera apreciado pelos parlamentares. </p>
<p>Outro a se opor &agrave; reforma para servidores estaduais &eacute; o senador Omar Aziz (PSD-AM). Nesta ter&ccedil;a, ele afirmou que pretende votar favoravelmente &agrave; reforma previdenci&aacute;ria, mas n&atilde;o a que diz respeito &agrave; Previd&ecirc;ncia dos estados.</p>
<p>&quot;Os governadores, na sua grande maioria, v&ecirc;m aqui e, em reuni&otilde;es fechadas, pedem para a gente votar a reforma da Previd&ecirc;ncia, mas chegam aos estados e dizem que s&atilde;o contra a reforma. Por qu&ecirc;? Porque querem chegar aos estados e dizer que est&atilde;o implementando aquela reforma da Previd&ecirc;ncia porque n&oacute;s parlamentares, aqui em Bras&iacute;lia, votamos essa reforma&quot;, disse em uma sess&atilde;o com a presen&ccedil;a dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da C&acirc;mara, Rodrigo Maia (DEM-AP).</p>
<p>&quot;Eu n&atilde;o votarei a reforma para os estados. Eu votarei a reforma do deficit que n&oacute;s temos hoje no Or&ccedil;amento. Reforma de estado, cada governador com as suas assembleias que a resolvam, at&eacute; porque qualquer governador que foi eleito ou reeleito sabia das condi&ccedil;&otilde;es e tinha obriga&ccedil;&atilde;o de saber das condi&ccedil;&otilde;es do estado. Ent&atilde;o, n&atilde;o adianta choramingar&quot;, disse Aziz, que, no Senado, preside da CAE (comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos).</p>
<p>Ap&oacute;s a manifesta&ccedil;&atilde;o de Aziz, Maia disse defender que o Congresso vote os assuntos dos estados que n&atilde;o podem ser alterados por legisla&ccedil;&atilde;o local.</p>
<p>&quot;O que for exclusivo de lei federal, a gente deve aprovar e, aprovando, deixar claro que as Assembleias precisam aprovar. Como tem muito deputado que &eacute; advers&aacute;rio pol&iacute;tico da base do governador, &agrave;s vezes ele assume o desgaste e, l&aacute;, a base do governador n&atilde;o vota a mat&eacute;ria que vai beneficiar as contas dos estados&quot;, afirmou Maia.</p>
<p>Maia negou que governadores estejam fazendo jogo duplo e citou Wellington Dias (PT-PI), Rui Costa (PT-BA) e Camilo Santana (PT-CE) como alguns dos nomes que defendem publicamente a reforma da Previd&ecirc;ncia.</p>
<p>&quot;Com paci&ecirc;ncia e com di&aacute;logo, vamos construir uma solu&ccedil;&atilde;o. Os governadores est&atilde;o ajudando e v&atilde;o ajudar publicamente, como t&ecirc;m feito&quot;, disse o presidente da C&acirc;mara.</p>
<p>Davi Alcolumbre cobrou mais engajamento dos governadores na defesa da reforma.</p>
<p>&quot;Os governadores precisam se mobilizar ainda mais em rela&ccedil;&atilde;o a estes temas para que a gente possa fazer uma reforma que reflita o momento que estamos vivendo no pa&iacute;s&quot;, afirmou.</p>
<p>A retirada dos servidores estaduais da reforma da Previd&ecirc;ncia foi uma estrat&eacute;gia tentada na proposta enviada pelo ex-presidente Michel Temer. Mas, na ocasi&atilde;o, caso os governadores n&atilde;o aprovassem mudan&ccedil;as por conta pr&oacute;pria, teriam que passar a seguir as regras federais.&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 06:48:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/dinheiro/2019/abr/3/2/grupo-quer-deixar-professor-pm-e-bombeiro-de-fora-da-pec-da-previdencia</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/dinheiro/2019/abr/3/2</guid>
</item>

<item>
<title>Athletico-PR derrota o Boca e assume liderança na Libertadores</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/esportes2019431.jpg" /></div><p>(FOLHAPRESS) - Na primeira partida oficial contra o Boca Juniors (ARG) da sua hist&oacute;ria, o Athletico-PR contou com o faro centroavante Marco Ruben e venceu o confronto por 3 a 0 nesta ter&ccedil;a-feira (2).</p>
<p>O jogador argentino, ex-Rosario Central (ARG), marcou os tr&ecirc;s gols que deu ao time rubro-negro a lideran&ccedil;a do grupo G da Copa Libertadores.</p>
<p>O Athletico-PR subiu para seis pontos. O clube argentino soma quatro pontos. Tolima-COL e Jorge Wilstermann-BOL, que jogam nesta quarta (3) na Col&ocirc;mbia, t&ecirc;m, respectivamente, tr&ecirc;s e um ponto.</p>
<p>Em um partida de dois times que procuraram o gol desde o in&iacute;cio, a equipe mandante tirou proveito da grama artificial e aproveitou os contragolpes em alta velocidade. Foi assim que sa&iacute;ram os gols do argentino Marco Ruben. Um na etapa inicial e outros dois no segundo tempo.</p>
<p>Na pr&oacute;xima rodada do torneio, na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira (9), o Athletico-PR recebe o Tolima. Na quarta-feira (10), o Boca Juniors vai ser mandante na partida contra o Jorge Wilstermann.</p>
<p>ATHLETICO-PR<br />
Santos; Jonathan, Thiago Heleno, L&eacute;o Pereira e Renan Lodi; Camacho (L&aacute;o Cittadini), Lucho Gonz&aacute;lez (Wellington) e Bruno Guimar&atilde;es (Marcelo Cirino); Nik&atilde;o, Rony e Marco Ruben. T.: Tiago Nunes</p>
<p>BOCA JUNIORS<br />
Andrada; Buffarini, L&oacute;pez, Izquierdoz, M&aacute;s; Villa (Pav&oacute;n), N&aacute;ndez, Marcone, Reynoso; T&eacute;vez (Z&aacute;rate) e Benedetto. T.: Gustavo Alfaro</p>
<p>Est&aacute;dio: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)<br />
Juiz: Roberto Tobar (CHI)<br />
Assistentes: Chrisitan Schiemann (CHI) e Raul Orellana (CHI)<br />
Amarelos: Marco Ruben (CAP); T&eacute;vez (BOC)<br />
Gols: Marco Ruben (CAP), aos 35min do 1&ordm; tempo, aos 23min e aos 35min do 2&ordm; tempo.&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 06:44:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/esportes/2019/abr/3/1/athletico-pr-derrota-o-boca-e-assume-lideranca-na-libertadores</link>
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<title>Regra para servidores anula idade de aposentadoria prometida por Bolsonaro</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/dinheiro2019431.jpg" /></div><p>ANA ESTELA DE SOUSA PINTO<br />
S&Atilde;O PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma trava nas regras de transi&ccedil;&atilde;o para servidores torna in&oacute;cua a promessa feita pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) de elevar as idades apenas para 62 (homens) e 57 anos (mulheres) e deixar que futuros governos reavaliassem o caso.</p>
<p>Simula&ccedil;&otilde;es feitas pela Folha de S.Paulo mostram que, dentre os atuais servidores gerais que se aposentariam na pr&oacute;xima d&eacute;cada, em s&oacute; 1% dos casos, para homens, e 0,4% dos casos, para mulheres, ser&aacute; poss&iacute;vel cumprir as regras aos 61 ou 56 anos, respectivamente.</p>
<p>Chegar l&aacute; aos 62 anos &eacute; poss&iacute;vel em 15% dos casos, para homens, e s&oacute; em 8,5% dos casos mulheres cumprir&atilde;o os requisitos aos 57 anos.</p>
<p>A inten&ccedil;&atilde;o do presidente foi anunciada em entrevista em janeiro, um m&ecirc;s antes da entrega da proposta de reforma previdenci&aacute;ria do governo (PEC) ao Congresso.</p>
<p>Ao SBT, Bolsonaro disse defender idades m&iacute;nimas de 57 anos para mulheres e de 62 anos para homens at&eacute; o final de 2022. &quot;O futuro presidente, entre 2023 e 2028, reavaliaria a situa&ccedil;&atilde;o para passar para 63 ou 64 [anos]&quot;, acrescentou.</p>
<p>A proposta de reforma de Bolsonaro, a PEC 6, mant&eacute;m a men&ccedil;&atilde;o a essas idades nas regras de transi&ccedil;&atilde;o, que procuram suavizar as mudan&ccedil;as para quem j&aacute; est&aacute; no mercado de trabalho. Mas inclui um aperto espec&iacute;fico para servidores que dificulta sua aplica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Diferentemente do que acontece com trabalhadores do setor privado, funcion&aacute;rios p&uacute;blicos filiados a regimes pr&oacute;prios (RPPS) precisam cumprir cumulativamente duas regras de transi&ccedil;&atilde;o: al&eacute;m de idade m&iacute;nima, a regra de pontos (soma da idade e do tempo de contribui&ccedil;&atilde;o) que v&atilde;o sendo elevados ano a ano.</p>
<p>&Eacute; essa obrigatoriedade de atingir os pontos que faz com que apenas a maioria dos atuais servidores cumpra as regras de transi&ccedil;&atilde;o antes de completar as idades anunciadas por Bolsonaro.</p>
<p>Al&eacute;m de cumprir as regras de idade e pontos, os atuais servidores precisam ter 35 anos (homens) ou 30 anos de contribui&ccedil;&atilde;o (mulheres), 20 anos de servi&ccedil;o p&uacute;blico e 5 anos no cargo.</p>
<p>Esse aumento na idade m&iacute;nima vale para servidores em geral. Professores do ensino b&aacute;sico, policiais, agentes penitenci&aacute;rios ou socioeducativos, deficientes e quem exerce atividade em condi&ccedil;&otilde;es prejudiciais &agrave; sa&uacute;de t&ecirc;m regras diferentes.</p>
<p>Mas simula&ccedil;&otilde;es feitas a partir das regras para professores da rede p&uacute;blica mostram que, tamb&eacute;m no caso deles, a exig&ecirc;ncia de atingir um n&uacute;mero m&iacute;nimo de pontos eleva de cara a idade m&iacute;nima para aposentadoria para pelo menos 59 anos (homens) e 52 anos de idade (mulheres).</p>
<p>Hoje, professores do ensino p&uacute;blico precisam chegar aos 55 anos e 30 de contribui&ccedil;&atilde;o (homens) ou 50 anos e 25 de contribui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>J&aacute; para policiais civis, policiais federais, agentes penitenci&aacute;rios e agentes socioeducativos, a reforma permite aposentadorias mais altas, a partir dos 55 anos de idade.</p>
<p><span class="esp_entretitulo">ENTENDA A TRANSI&Ccedil;&Atilde;O</span></p>
<p><span class="esp_pergunta">Quando a reforma for aprovada, todos ser&atilde;o afetados?</span></p>
<p>N&atilde;o. Quem j&aacute; tiver cumprido os requisitos atuais de aposentadoria tem direito adquirido e n&atilde;o ser&aacute; afetado.</p>
<p><span class="esp_pergunta">Quais os requisitos para o servidor p&uacute;blico?</span></p>
<p>Depende do ano de ingresso no funcionalismo:<br />
ingresso at&eacute; dez/1998: 35 anos de contribui&ccedil;&atilde;o (homens) ou 30 anos (mulheres); se aposentam antes da idade m&iacute;nima (60 ou 55, respectivamente) se a soma de contribui&ccedil;&atilde;o e idade chegar a 95 ou 85 pontos, respectivamente.<br />
ingresso ap&oacute;s dez/98: 60 anos de idade e 35 de contribui&ccedil;&atilde;o (homens), 55 anos de idade e 30 de contribui&ccedil;&atilde;o (mulheres).</p>
<p><span class="esp_pergunta">Existe aposentadoria por idade no servi&ccedil;o p&uacute;blico?</span></p>
<p>&Eacute; poss&iacute;vel se aposentar com benef&iacute;cio menor, proporcional aos anos de contribui&ccedil;&atilde;o, aos 65 anos (homem) ou 60 anos (mulher), com ao menos 10 anos de servi&ccedil;o p&uacute;blico e 5 no cargo.</p>
<p><span class="esp_pergunta">Quem atinge os requisitos precisa se aposentar?</span></p>
<p>O servidor que optar por continuar trabalhando pode fazer direito ao abono perman&ecirc;ncia, cujo valor pode equivaler ao da contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria (ou seja, na pr&aacute;tica, &eacute; como se ele n&atilde;o pagasse mais a contribui&ccedil;&atilde;o).</p>
<p><span class="esp_pergunta">E quem n&atilde;o tiver cumprido os requisitos?</span></p>
<p>Se a PEC 6 for aprovada sem mudan&ccedil;as ser&aacute; preciso esperar um pouco mais. O tamanho dessa espera depende da idade e do tempo de contribui&ccedil;&atilde;o do servidor quando a nova lei passar a valer.</p>
<p><span class="esp_pergunta">O que s&atilde;o as regras de transi&ccedil;&atilde;o?</span></p>
<p>Servem para reduzir um pouco a espera que seria necess&aacute;ria para cumprir as novas regras, que t&ecirc;m idade m&iacute;nima maior.</p>
<p><span class="esp_pergunta">Quais as regras para o servidor?</span></p>
<p>&Eacute; preciso ter 35 anos de contribui&ccedil;&atilde;o (homem) ou 30 anos (mulher) e cumprir cumulativamente duas regras.<br />
A idade parte de 60 e 55, mas sobe para 61 e 56 em 2020 e 62 e 57 em 2022. Al&eacute;m disso, a soma de idade e tempo de contribui&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a em 96 pontos (homem) e 86 pontos (mulher) e sobe 1 ponto por ano at&eacute; 105 pontos (homem) ou 100 pontos (mulher).</p>
<p><span class="esp_pergunta">Todo atual servidor consegue se enquadrar na transi&ccedil;&atilde;o?</span></p>
<p>Em cerca de 80% dos casos, para mulheres, e 60% dos casos, para homens, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel cumprir as regras de transi&ccedil;&atilde;o antes da idade m&iacute;nima das novas regras.</p>
<p>&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 06:34:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/dinheiro/2019/abr/3/1/regra-para-servidores-anula-idade-de-aposentadoria-prometida-por-bolsonaro</link>
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<title>Há 18 horas PM cerca prédio onde está suposto homicida em Balneário Camboriú</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="BOPE no telhado do prédio." title="BOPE no telhado do prédio." src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/policia2019431.jpg" /></div><p>A PM acaba de confirmar que conseguiu visualizar que num quarto de um apartamento na rua 3150 tem uma mulher morta, provavelmente por seu companheiro,&nbsp;Paulo de Carvalho Souza, 42,  que desde ontem no come&ccedil;o da noite amea&ccedil;a se jogar da sacada.</p>
<p>A mulher, segundo a PM Lucimara Stasiak, 29 anos,&nbsp;teria sido morta ap&oacute;s uma briga de casal, mas isso n&atilde;o foi confirmado.</p>
<p>O cerco da pol&iacute;cia que j&aacute; dura mais de 18 horas prossegue.<br />
&nbsp;</p>
<p><img src="/imagens/colunas/upload/homem na sacada.PNG" width="100%" alt="" /></p>]]> </description>
<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 06:19:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/policia/2019/abr/3/1/ha-18-horas-pm-cerca-predio-onde-esta-suposto-homicida-em-balneario-camboriu</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/policia/2019/abr/3/1</guid>
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<title>Moro defende direito de policial reagir contra quem porta fuzil</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/policia2019423.jpg" /></div><p>IGOR GIELOW<br />
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O ministro da Justi&ccedil;a e Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, Sergio Moro, defendeu o direito de policiais de atirarem contra criminosos portando fuzis, mas foi evasivo sobre a determina&ccedil;&atilde;o do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), de que &quot;snipers&quot; (atiradores de elite) possam matar pessoas que carregam esse tipo de arma.</p>
<p>&quot;Preciso entender melhor a proposta&quot;, afirmou o ministro, alegando n&atilde;o conhecer o embasamento legal da a&ccedil;&atilde;o de Witzel. Em seguida, ponderou: &quot;O policial n&atilde;o deve precisar levar tiro de fuzil para reagir&quot;.</p>
<p>No ano passado, j&aacute; indicado mas ainda n&atilde;o no cargo, Moro havia defendido que a quest&atilde;o do abate de portadores de fuzis deveria ser discutida. J&aacute; Witzel adota uma ret&oacute;rica linha-dura que &eacute; questionada por advogados e defensores dos direitos humanos, uma vez que sua ordem &eacute; n&atilde;o esperar o conflito, e sim matar o criminoso ap&oacute;s &quot;mirar na cabecinha&quot;, como gosta de dizer.</p>
<p>O centro da discuss&atilde;o &eacute; o fato de que o C&oacute;digo Penal n&atilde;o prev&ecirc; o abate preventivo de algu&eacute;m carregando uma arma. Policiais e militares, contudo, defendem que isso &eacute; um tru&iacute;smo, j&aacute; que a posse de arma de alta pot&ecirc;ncia pressup&otilde;e risco maior para os advers&aacute;rios dos bandidos. J&aacute; legalistas veem uma institucionaliza&ccedil;&atilde;o de pena de morte na qual o PM tem poder discricion&aacute;rio total.</p>
<p>Moro tamb&eacute;m comentou investiga&ccedil;&otilde;es sobre grupos criminosos organizados, e voltou a dizer que o Comando Vermelho, o Primeiro Comando da Capital e as mil&iacute;cias que operam no Rio de Janeiro s&atilde;o &quot;a mesma coisa&quot;.</p>
<p>Disse estar confiante na aprova&ccedil;&atilde;o de seu pacote anticrime no Congresso, piv&ocirc; de discuss&atilde;o com o presidente da C&acirc;mara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na semana passada. Maia era contra a tramita&ccedil;&atilde;o conjunta dos projetos com a reforma da Previd&ecirc;ncia enviada pela &aacute;rea econ&ocirc;mica do governo Bolsonaro, mas ap&oacute;s troca de farpas ele e o ministro se acertaram para o encaminhamento de ambas as iniciativas.</p>
<p>O ministro admitiu, contudo, que seu pacote pode sofrer altera&ccedil;&otilde;es no Congresso. Em Bras&iacute;lia, &eacute; dado como certo que a parte dele que trata de corrup&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticos ser&aacute; atenuada, enquanto a que mexe com o crime organizado seria mantida intacta.&nbsp;</p>]]> </description>
<pubDate>Tue, 02 Apr 2019 16:37:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/policia/2019/abr/2/3/moro-defende-direito-de-policial-reagir-contra-quem-porta-fuzil</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/policia/2019/abr/2/3</guid>
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<title>Emasa tem que mudar a forma de cobrar os condomínios</title>
<description><![CDATA[<div id="fotomateria" style="float: left; padding: 8px 7px 2px 2px;"><img alt="" title="" src="https://www.pagina3.com.br/imagens/materia/manchete/dinheiro2019422.jpg" /></div><p>A Ag&ecirc;ncia de Regula&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os P&uacute;blicos de Santa Catarina  (ARESC) determinou que a Empresa Municipal de &Aacute;gua e Saneamento &ndash; EMASA - , de Balne&aacute;rio Cambori&uacute;, altere a forma de cobran&ccedil;a dos condom&iacute;nios e com isso a empresa que teve expressivos super&aacute;vits nos &uacute;ltimos cinco anos encolher&aacute; sua receita em cerca de R$ 15 milh&otilde;es.</p>
<p>A Emasa tenta adiar a decis&atilde;o, mas &eacute; grande a press&atilde;o por parte dos administradores dos condom&iacute;nios que foram penalizados nos &uacute;ltimos quatro anos com cobran&ccedil;as abusivas.</p>
<p>Desde 2014 a Emasa passou a cobrar, pela tabela progressiva, a tarifa dos condom&iacute;nios que possuem apenas um hidr&ocirc;metro, o que gera contas artificialmente mais elevadas porque individualmente os apartamentos pagariam menos do que est&atilde;o pagando.&nbsp;</p>
<p>&Eacute; um crit&eacute;rio injusto porque mesmo que todos os moradores de um pr&eacute;dio gastem pouca &aacute;gua, na soma dos apartamentos o volume se torna expressivo e o custo alto devido &agrave; progressividade da tabela.</p>
<p>Com essa mudan&ccedil;a na forma de cobrar, em 2015 o faturamento da autarquia deu um salto e a receita superou em 45,55% o estimado para aquele ano.</p>
<p>Nos anos seguintes a Emasa continuou tendo super&aacute;vits expressivos (tabela abaixo), mas isso n&atilde;o refletiu na qualidade dos servi&ccedil;os e investimentos.</p>
<p><img src="/imagens/colunas/upload/emasa1.JPG" width="100%" alt="" /></p>
<p><span class="esp_entretitulo">NOVO PRE&Ccedil;O</span></p>
<p>A ARESC determinou a ado&ccedil;&atilde;o da tabela abaixo, que tem um valor fixo por unidade habitacional, mais o adicional referente ao consumo, uma tabela progressiva onde quem gasta mais paga mais caro o metro c&uacute;bico (mil litros).</p>
<p><img src="/imagens/colunas/upload/emasa2.JPG" width="100%" alt="" /></p>
<p>No caso dos condom&iacute;nios com apenas um hidr&ocirc;metro, o volume total consumido dever&aacute; ser dividido pelo n&uacute;mero de apartamentos e ent&atilde;o ser feito o enquadramento na tabela.</p>
<p>A prefeitura alega que essa tabela n&atilde;o prev&ecirc; investimentos como a rede de drenagem, expans&atilde;o da esta&ccedil;&atilde;o de tratamento de esgoto, da reserva&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua bruta etc. e quer uma reavalia&ccedil;&atilde;o por parte da Aresc.</p>
<p>De imediato alegou que o custo de amplia&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o da drenagem, feita pela Secretaria de Obras e paga pela Emasa, n&atilde;o entrou no c&aacute;lculo e deveria ter entrado.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Em correspond&ecirc;ncia ao Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o, que congrega condom&iacute;nios, a Emasa se compromete a adotar a nova tabela at&eacute; junho.</p>
<p><span class="esp_entretitulo">TRANSFER&Ecirc;NCIAS</span></p>
<p>Em verdade com a aplica&ccedil;&atilde;o imediata da nova tabela a Emasa ainda teria uma sobra de caixa ao redor de R$ 11 milh&otilde;es neste ano, segundo a proje&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria aprovada pelos vereadores.</p>
<p>O problema parece ser outro, a Emasa tem ajudado a fechar as contas da cidade. Em 2017 e 2018 a administra&ccedil;&atilde;o municipal transferiu quase R$ 36 milh&otilde;es da Emasa para tampar furos de caixa da prefeitura.</p>
<p>&Eacute; uma desvincula&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria prevista em lei e se nesse ano n&atilde;o houver esse dinheiro da Emasa, ser&aacute; dif&iacute;cil fechar o caixa da prefeitura que iniciou o ano com uma proje&ccedil;&atilde;o negativa de R$ 50 milh&otilde;es.</p>]]> </description>
<pubDate>Tue, 02 Apr 2019 16:27:00 -0300</pubDate>
<link>https://www.pagina3.com.br/dinheiro/2019/abr/2/2/emasa-tem-que-mudar-a-forma-de-cobrar-os-condominios</link>
<guid>https://www.pagina3.com.br/dinheiro/2019/abr/2/2</guid>
</item>

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