Jornal Página 3

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Achutti se retira do Conselho de Ética da Câmara de Vereadores
Redes sociais.

Quinta, 30/5/2019 8:58.

O vereador Marcelo Achutti apresentou ontem (29) sua renúncia ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Balneário Camboriú em protesto pela decisão da maioria que na terça-feira não abriu investigações sobre supostas falta de decoro do vereador Moacir Schmidt.

Em pronunciamento Achutti defendeu que era obrigação dos vereadores analisar a denúncia que Moacir estria envolvido num crime de homicídio e não simplesmente arquivá-la.

 

Ontem, Achutti postou em redes sociais o seguinte texto:

Hoje, 29/05, utilizei a tribuna para informar minha renúncia na participação da Conselho de Ética de Decoro Parlamentar desta Casa Legislativa. Isso pelo meu descontentamento com a votação ocorrida na Sessão Ordinária de ontem (28/05), onde por 10 votos a 06, não foi dada a devida resposta para a sociedade, não sendo constituído a Comissão de Investigação e Processante para apuração de quebra de decoro parlamentar, ou não, de um vereador.

A votação de ontem, não tinha como objetivo cassação, e sim abertura do processo, para análise minuciosa dos documentos e, a partir daí, seria apresentado um parecer por uma Comissão Processante que iria sugerir pela cassação ou não.

É uma vergonha a Câmara de Vereadores custar R$ 19 milhões aos cofres públicos e quando acionada pelos munícipes para realizarem uma análise mais aprofundada de uma suposta participação de um Vereador no assassinato de um ex-servidor público municipal, com denúncia oferecida pelo Ministério Público com aceite do Juiz, não saia do papel.

Não sirvo para palhaço! Não tenho sangue de barata! Acredito que com esta atitude dos Nobres Edis na noite de ontem, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar deveria ser extinto, tendo em vista que o mesmo não presta a devida resposta aos cidadãos de nosso município.

Como foi a votação

Dez vereadores votaram pelo não recebimento da denúncia: Asinil Medeiros (PL), David La Barrica (PSB), Elizeu Pereira (MDB), Gelson Rodrigues (PSB), Joceli Nazari (Cidadania), Juliethe Nitz (PL), Leonardo Piruka (PP), Marcos Kurtz (MDB), Nilson Probst (MDB) e Roberto Souza Junior (MDB).

Cinco vereadores votaram pelo recebimento da denúncia: Arlindo Cruz (MDB), Carlos Souza Fernandes/Kaká (PSDB), Enio Faqueti (PEN), Lucas Gotardo (PSB) e Valdir de Souza/Lageano (PP).

O vereador André Meirinho (PP) declarou-se impedido de votar; Pedro Francez (PL) não estava presente; o vereador Omar Tomalih (PSB) não vota por ser presidente do Legislativo e o vereador Moacir Schmidt (PSDB) estava impedido de votar, mas votou por engano e seu voto foi anulado.
Os três integrantes do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, Marcelo Achutti, Aldemar Bola Pereira e Patrick Machado não votaram e foram substituídos pelos seus suplentes.
 

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Achutti se retira do Conselho de Ética da Câmara de Vereadores

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Quinta, 30/5/2019 8:58.

O vereador Marcelo Achutti apresentou ontem (29) sua renúncia ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Balneário Camboriú em protesto pela decisão da maioria que na terça-feira não abriu investigações sobre supostas falta de decoro do vereador Moacir Schmidt.

Em pronunciamento Achutti defendeu que era obrigação dos vereadores analisar a denúncia que Moacir estria envolvido num crime de homicídio e não simplesmente arquivá-la.

 

Ontem, Achutti postou em redes sociais o seguinte texto:

Hoje, 29/05, utilizei a tribuna para informar minha renúncia na participação da Conselho de Ética de Decoro Parlamentar desta Casa Legislativa. Isso pelo meu descontentamento com a votação ocorrida na Sessão Ordinária de ontem (28/05), onde por 10 votos a 06, não foi dada a devida resposta para a sociedade, não sendo constituído a Comissão de Investigação e Processante para apuração de quebra de decoro parlamentar, ou não, de um vereador.

A votação de ontem, não tinha como objetivo cassação, e sim abertura do processo, para análise minuciosa dos documentos e, a partir daí, seria apresentado um parecer por uma Comissão Processante que iria sugerir pela cassação ou não.

É uma vergonha a Câmara de Vereadores custar R$ 19 milhões aos cofres públicos e quando acionada pelos munícipes para realizarem uma análise mais aprofundada de uma suposta participação de um Vereador no assassinato de um ex-servidor público municipal, com denúncia oferecida pelo Ministério Público com aceite do Juiz, não saia do papel.

Não sirvo para palhaço! Não tenho sangue de barata! Acredito que com esta atitude dos Nobres Edis na noite de ontem, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar deveria ser extinto, tendo em vista que o mesmo não presta a devida resposta aos cidadãos de nosso município.

Como foi a votação

Dez vereadores votaram pelo não recebimento da denúncia: Asinil Medeiros (PL), David La Barrica (PSB), Elizeu Pereira (MDB), Gelson Rodrigues (PSB), Joceli Nazari (Cidadania), Juliethe Nitz (PL), Leonardo Piruka (PP), Marcos Kurtz (MDB), Nilson Probst (MDB) e Roberto Souza Junior (MDB).

Cinco vereadores votaram pelo recebimento da denúncia: Arlindo Cruz (MDB), Carlos Souza Fernandes/Kaká (PSDB), Enio Faqueti (PEN), Lucas Gotardo (PSB) e Valdir de Souza/Lageano (PP).

O vereador André Meirinho (PP) declarou-se impedido de votar; Pedro Francez (PL) não estava presente; o vereador Omar Tomalih (PSB) não vota por ser presidente do Legislativo e o vereador Moacir Schmidt (PSDB) estava impedido de votar, mas votou por engano e seu voto foi anulado.
Os três integrantes do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, Marcelo Achutti, Aldemar Bola Pereira e Patrick Machado não votaram e foram substituídos pelos seus suplentes.
 

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