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Piriquito diz que vai expulsar Marcos Kurtz do MDB
Fotos Reprodução

Quarta, 12/6/2019 17:00.

 O ex-prefeito e atual presidente do MDB em Balneário Camboriú, Edson Renato ‘Piriquito’ Dias, disse hoje (12) pela manhã ao radialista Adilson de Souza, da rádio Menina, que abrirá processo por infidelidade partidária contra o vereador Marcos Kurtz que aceitou integrar o secretariado do prefeito Fabrício Oliveira.

Piriquito disse que a expulsão é ‘inevitável’ e que o partido irá à justiça para pedir a vaga de vereador que ele considera pertencer ao MDB.

Mesmo derrotado na corrida à prefeitura em 2016, o MDB conseguiu eleger a maior bancada na Câmara, com cinco vereadores, Arlindo Cruz, Nilson Probst, Roberto Souza Jr., Elizeu Pereira e Marcos Kurtz.

Na entrevista Piriquito disse ao radialista que dos cinco vereadores do MDB apenas dois, Elizeu e Nilson seguem a orientação partidária de fazer oposição ao governo municipal.

Sem clima

Marcos Kurtz que assumiu a secretaria da Articulação ontem (11) disse que não tem intenção de sair do partido, mas admitiu que com o ex-prefeito não tem mais clima.

“Ouvi comentários que ele vai sair do partido. Se isso se confirmar, então eu fico. Enquanto isso, se ele entrar com processo de expulsão, vou me defender. Mas se tiver que sair do partido, onde estou desde 2007, vou sair, porque minha opção é pela cidade."

Depois de descartar totalmente a infidelidade partidária alegada pelo presidente do MDB, Marcos desconsiderou as demais alegações:

A vaga

“Ele afirma que a vaga que deixei na Câmara é da Nena Amorim. Não é, ela é segunda suplente da coligação e o Orlando Angioletti é o primeiro suplente. É uma hierarquia de voto”.

A Jade

“Ele disse que não apoiei a Jade na campanha à prefeitura. Pode perguntar para qualquer um que me apoiou, para quem eu pedia votos na campanha? Além disso o marido da Jade, o Eduardo foi meu assessor quatro anos, é óbvio que apoiei a Jade”, disse.

As reuniões

“Ele diz que o partido continua se reunindo. Lembro que no início do mandato teve uma reunião na casa dele, mas o partido não se reúne na casa de ninguém, só na sede. Então se houveram reuniões foram escondidas”.

A relação

Com o relacionamento esfriado, Marcos disse que no dia da votação da Cosip, início de 2018, o presidente do MDB foi à Câmara dizer que era para votar contra (?).

"Desde então começaram as dificuldades, porque não fui mais convidado para nenhuma reunião, nem os vereadores Arlindo Cruz e Roberto Souza Junior”.

A cidade

“No início deste governo, o Fabrício me convidou. Só agora decidi aceitar, nada a ver com política partidária. Fomos vereadores juntos eu e ele. Então se neste momento tiver que optar, fico com a cidade”, concluiu Marcos Kurtz.

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Piriquito diz que vai expulsar Marcos Kurtz do MDB

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Quarta, 12/6/2019 17:00.

 O ex-prefeito e atual presidente do MDB em Balneário Camboriú, Edson Renato ‘Piriquito’ Dias, disse hoje (12) pela manhã ao radialista Adilson de Souza, da rádio Menina, que abrirá processo por infidelidade partidária contra o vereador Marcos Kurtz que aceitou integrar o secretariado do prefeito Fabrício Oliveira.

Piriquito disse que a expulsão é ‘inevitável’ e que o partido irá à justiça para pedir a vaga de vereador que ele considera pertencer ao MDB.

Mesmo derrotado na corrida à prefeitura em 2016, o MDB conseguiu eleger a maior bancada na Câmara, com cinco vereadores, Arlindo Cruz, Nilson Probst, Roberto Souza Jr., Elizeu Pereira e Marcos Kurtz.

Na entrevista Piriquito disse ao radialista que dos cinco vereadores do MDB apenas dois, Elizeu e Nilson seguem a orientação partidária de fazer oposição ao governo municipal.

Sem clima

Marcos Kurtz que assumiu a secretaria da Articulação ontem (11) disse que não tem intenção de sair do partido, mas admitiu que com o ex-prefeito não tem mais clima.

“Ouvi comentários que ele vai sair do partido. Se isso se confirmar, então eu fico. Enquanto isso, se ele entrar com processo de expulsão, vou me defender. Mas se tiver que sair do partido, onde estou desde 2007, vou sair, porque minha opção é pela cidade."

Depois de descartar totalmente a infidelidade partidária alegada pelo presidente do MDB, Marcos desconsiderou as demais alegações:

A vaga

“Ele afirma que a vaga que deixei na Câmara é da Nena Amorim. Não é, ela é segunda suplente da coligação e o Orlando Angioletti é o primeiro suplente. É uma hierarquia de voto”.

A Jade

“Ele disse que não apoiei a Jade na campanha à prefeitura. Pode perguntar para qualquer um que me apoiou, para quem eu pedia votos na campanha? Além disso o marido da Jade, o Eduardo foi meu assessor quatro anos, é óbvio que apoiei a Jade”, disse.

As reuniões

“Ele diz que o partido continua se reunindo. Lembro que no início do mandato teve uma reunião na casa dele, mas o partido não se reúne na casa de ninguém, só na sede. Então se houveram reuniões foram escondidas”.

A relação

Com o relacionamento esfriado, Marcos disse que no dia da votação da Cosip, início de 2018, o presidente do MDB foi à Câmara dizer que era para votar contra (?).

"Desde então começaram as dificuldades, porque não fui mais convidado para nenhuma reunião, nem os vereadores Arlindo Cruz e Roberto Souza Junior”.

A cidade

“No início deste governo, o Fabrício me convidou. Só agora decidi aceitar, nada a ver com política partidária. Fomos vereadores juntos eu e ele. Então se neste momento tiver que optar, fico com a cidade”, concluiu Marcos Kurtz.

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