Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Política
Governo Fabrício Oliveira quer criar mais cargos e secretarias

Divulgação foi enganosa e confundiu a população

Quarta, 19/9/2018 6:08.
Reprodução.
Faltou clareza por parte da administração municipal.

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A administração Fabrício Oliveira pretende aumentar a quantidade de cargos comissionados e criar duas novas secretarias na prefeitura de Balneário Camboriú. Projeto nesse sentido foi enviado à Câmara na segunda-feira e publicado ontem (19) à noite.

No dia anterior à publicação informações passadas à imprensa por Douglas Bebber, presidente da Emasa e integrante do grupo que elaborou o projeto, induziram a população a acreditar que a prefeitura reduziria 30% dos cargos comissionados.

Douglas Bebber usou a expressão “reduzir comissionados de livre nomeação” quando na verdade a mudança é que 30% dos cargos de confiança passariam a ser preenchidos por servidores de carreira.

Não reduz nada, aumenta. Se o projeto for aprovado a quantidade de cargos de confiança pulará dos atuais 306 nomeados para cerca de 450.

Nos argumentos repassados à imprensa Douglas Bebber alega que o projeto pode proporcionar de um a dois milhões de reais por ano em economia.

Esse argumento, além de não estar claramente comprovado no projeto, também é enganoso porque a maneira mais fácil de garantir economia é reduzir cargos de confiança, não aumentá-los.

Além de aumentar a quantidade de cargos de confiança o projeto enviado aos vereadores prevê a criação de duas secretarias aparentemente supérfluas, a de Direitos Humanos e a de Comunicação.

A comunicação hoje é afeta ao gabinete do prefeito e não funciona bem devido à inexperiência dos seus profissionais, não pelo fato de não ser secretaria.

E o amparo a direitos humanos está distribuído por toda máquina pública sem necessidade de uma secretaria específica.

Por decisão judicial a prefeitura precisa regularizar a situação de 132 cargos comissionados ou demiti-los. O projeto era para corrigir essa situação, mas acabou desbordando para mais inchaço da máquina pública.

O projeto pode ser lido clicando aqui


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Página 3
Reprodução.
Faltou clareza por parte da administração municipal.
Faltou clareza por parte da administração municipal.

Governo Fabrício Oliveira quer criar mais cargos e secretarias

Divulgação foi enganosa e confundiu a população

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Quarta, 19/9/2018 6:08.

A administração Fabrício Oliveira pretende aumentar a quantidade de cargos comissionados e criar duas novas secretarias na prefeitura de Balneário Camboriú. Projeto nesse sentido foi enviado à Câmara na segunda-feira e publicado ontem (19) à noite.

No dia anterior à publicação informações passadas à imprensa por Douglas Bebber, presidente da Emasa e integrante do grupo que elaborou o projeto, induziram a população a acreditar que a prefeitura reduziria 30% dos cargos comissionados.

Douglas Bebber usou a expressão “reduzir comissionados de livre nomeação” quando na verdade a mudança é que 30% dos cargos de confiança passariam a ser preenchidos por servidores de carreira.

Não reduz nada, aumenta. Se o projeto for aprovado a quantidade de cargos de confiança pulará dos atuais 306 nomeados para cerca de 450.

Nos argumentos repassados à imprensa Douglas Bebber alega que o projeto pode proporcionar de um a dois milhões de reais por ano em economia.

Esse argumento, além de não estar claramente comprovado no projeto, também é enganoso porque a maneira mais fácil de garantir economia é reduzir cargos de confiança, não aumentá-los.

Além de aumentar a quantidade de cargos de confiança o projeto enviado aos vereadores prevê a criação de duas secretarias aparentemente supérfluas, a de Direitos Humanos e a de Comunicação.

A comunicação hoje é afeta ao gabinete do prefeito e não funciona bem devido à inexperiência dos seus profissionais, não pelo fato de não ser secretaria.

E o amparo a direitos humanos está distribuído por toda máquina pública sem necessidade de uma secretaria específica.

Por decisão judicial a prefeitura precisa regularizar a situação de 132 cargos comissionados ou demiti-los. O projeto era para corrigir essa situação, mas acabou desbordando para mais inchaço da máquina pública.

O projeto pode ser lido clicando aqui


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