Jornal Página 3

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Fabrício afirma que vai manter postura sobre indicações
Daniele dos Reis/Página 3

Terça, 18/10/2016 17:53.

O prefeito eleito Fabrício Oliveira, que estava em viagem, deve enfrentar uma enxurrada de pedidos de empregos esta semana - a maior parte de pessoas ligadas a partidos políticos.

Esse será um teste importante para a firmeza de propósito do novo prefeito que prometeu na campanha não ceder à “velha política” e não nomear auxiliares por compadrio.

O novo prefeito foi apoiado por 11 partidos políticos e isso quase sempre acaba em loteamento do governo com resultados funestos, inclusive corrupção.

Fabrício prometeu que faria diferente e se quiser fazê-lo terá que dizer não, inclusive a um aliado com farto histórico de se locupletar com a coisa pública, o PR, do vice Carlos Humberto que entrou no partido e o está encaminhando numa direção mais institucional e menos fisiológica.

Mesmo sob a liderança da Carlos Humberto, que inibe o empreguismo mais explícito, durante a semana passada circularam listas dos possíveis futuros integrantes do governo com os nomes de Eduardo “Torto”; Nelson de Oliveira e Luiz Maraschin, os três suplentes do PR na eleição a vereador. Desses, apenas Nelson não é político de carreira.

Pressões fortes também surgiram na cúpula do PSB, o partido do prefeito eleito que indicou nomes para cargos vitais na prefeitura. Como se viu no governo Piriquito isso não funciona porque são pessoas sem compromisso com a cidade e sim com quem os indica, quase sempre grupos cevados nas velhas práticas políticas.

Pressões também estão ocorrendo para que o ex-secretário do Planejamento Auri Pavoni assuma a função, o que é improvável ocorrer.
O nome mais provável para o Planejamento é Edson Kratz que está conduzindo a transição pelo lado de Fabricio, um “linha dura” visto com antipatia por quem deseja um governo mais maleável a certos interesses menos republicanos.

Vai manter 

Falando ao Página 3 na tarde desta terça-feira, Fabrício destacou que será criterioso com a gestão e isso envolve colaboradores com experiência e comprometimento.

Ele disse que os partidos que o apoiaram têm esse entendimento, não espera sofrer pressões e está buscando nomes com o perfil desejado.

Vídeo

Logo após ser eleito, Fabrício manteve o discurso que definiria o secretariado considerando aspectos técnicos e de currículo. Confira um trecho da entrevista no vídeo abaixo.

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Fabrício afirma que vai manter postura sobre indicações

Daniele dos Reis/Página 3
Terça, 18/10/2016 17:53.

O prefeito eleito Fabrício Oliveira, que estava em viagem, deve enfrentar uma enxurrada de pedidos de empregos esta semana - a maior parte de pessoas ligadas a partidos políticos.

Esse será um teste importante para a firmeza de propósito do novo prefeito que prometeu na campanha não ceder à “velha política” e não nomear auxiliares por compadrio.

O novo prefeito foi apoiado por 11 partidos políticos e isso quase sempre acaba em loteamento do governo com resultados funestos, inclusive corrupção.

Fabrício prometeu que faria diferente e se quiser fazê-lo terá que dizer não, inclusive a um aliado com farto histórico de se locupletar com a coisa pública, o PR, do vice Carlos Humberto que entrou no partido e o está encaminhando numa direção mais institucional e menos fisiológica.

Mesmo sob a liderança da Carlos Humberto, que inibe o empreguismo mais explícito, durante a semana passada circularam listas dos possíveis futuros integrantes do governo com os nomes de Eduardo “Torto”; Nelson de Oliveira e Luiz Maraschin, os três suplentes do PR na eleição a vereador. Desses, apenas Nelson não é político de carreira.

Pressões fortes também surgiram na cúpula do PSB, o partido do prefeito eleito que indicou nomes para cargos vitais na prefeitura. Como se viu no governo Piriquito isso não funciona porque são pessoas sem compromisso com a cidade e sim com quem os indica, quase sempre grupos cevados nas velhas práticas políticas.

Pressões também estão ocorrendo para que o ex-secretário do Planejamento Auri Pavoni assuma a função, o que é improvável ocorrer.
O nome mais provável para o Planejamento é Edson Kratz que está conduzindo a transição pelo lado de Fabricio, um “linha dura” visto com antipatia por quem deseja um governo mais maleável a certos interesses menos republicanos.

Vai manter 

Falando ao Página 3 na tarde desta terça-feira, Fabrício destacou que será criterioso com a gestão e isso envolve colaboradores com experiência e comprometimento.

Ele disse que os partidos que o apoiaram têm esse entendimento, não espera sofrer pressões e está buscando nomes com o perfil desejado.

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Logo após ser eleito, Fabrício manteve o discurso que definiria o secretariado considerando aspectos técnicos e de currículo. Confira um trecho da entrevista no vídeo abaixo.

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