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Piriquito tentou criar Bolsa Família escondido da população
Reprodução/Facebook

Terça, 12/1/2016 9:29.

No último dia de funcionamento da Câmara de Vereadores em 2015, na sessão de 23 de dezembro, o prefeito Edson Piriquito, acumpliciado com o presidente da Câmara Nilson Probst, tentou aprovar às pressas projeto que instituiria uma espécie de Bolsa Família em Balneário Camboriú.

A tentativa é assombrosa porque o assunto nunca foi discutido abertamente com a população, não faz parte do orçamento plurianual ou anual e aconteceu no limite em que seria possível tentar driblar a legislação eleitoral.

Até o último dia 5 de janeiro o projeto não estava publicado no portal da Câmara de Vereadores onde deveriam ser divulgadas todas as propostas em tramitação para que os cidadãos tomassem conhecimento. Em nenhum momento os fatos foram mencionados nos informativos à imprensa rotineiramente distribuídos pela assessoria de imprensa do Legislativo.  

Com o “Bolsa Família” em mãos, a eleição de outubro seria mais fácil para o candidato do governo já que a “máquina” poderia distribuir dinheiro.

E distribuir para uma ampla faixa da população já que os critérios de seleção são muito mais elásticos que os adotados no programa Bolsa Família federal. Por exemplo, um casal com três filhos, pagando aluguel de R$ 1.000,00 e com renda de R$ 3.200,00 mensais teria direito ao benefício de R$ 177,00 por mês.

A tentativa de dominação política fica clara quando o projeto estabelece que para continuar recebendo o dinheiro o beneficiário teria que se submeter a participar de ações socioeducativas e integrar grupos de assistência social.

O projeto não foi aprovado porque não tramitou nos prazos corretos e, aparentemente, a bancada governista, que tem maioria, sentiu medo de praticar a patifaria que atrairia imediatamente ações judiciais.

Por enquanto a cidade está livre dessa “bolsa” porque a legislação eleitoral proíbe a criação de coisas deste tipo em ano de eleição.
 

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Piriquito tentou criar Bolsa Família escondido da população

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Terça, 12/1/2016 9:29.

No último dia de funcionamento da Câmara de Vereadores em 2015, na sessão de 23 de dezembro, o prefeito Edson Piriquito, acumpliciado com o presidente da Câmara Nilson Probst, tentou aprovar às pressas projeto que instituiria uma espécie de Bolsa Família em Balneário Camboriú.

A tentativa é assombrosa porque o assunto nunca foi discutido abertamente com a população, não faz parte do orçamento plurianual ou anual e aconteceu no limite em que seria possível tentar driblar a legislação eleitoral.

Até o último dia 5 de janeiro o projeto não estava publicado no portal da Câmara de Vereadores onde deveriam ser divulgadas todas as propostas em tramitação para que os cidadãos tomassem conhecimento. Em nenhum momento os fatos foram mencionados nos informativos à imprensa rotineiramente distribuídos pela assessoria de imprensa do Legislativo.  

Com o “Bolsa Família” em mãos, a eleição de outubro seria mais fácil para o candidato do governo já que a “máquina” poderia distribuir dinheiro.

E distribuir para uma ampla faixa da população já que os critérios de seleção são muito mais elásticos que os adotados no programa Bolsa Família federal. Por exemplo, um casal com três filhos, pagando aluguel de R$ 1.000,00 e com renda de R$ 3.200,00 mensais teria direito ao benefício de R$ 177,00 por mês.

A tentativa de dominação política fica clara quando o projeto estabelece que para continuar recebendo o dinheiro o beneficiário teria que se submeter a participar de ações socioeducativas e integrar grupos de assistência social.

O projeto não foi aprovado porque não tramitou nos prazos corretos e, aparentemente, a bancada governista, que tem maioria, sentiu medo de praticar a patifaria que atrairia imediatamente ações judiciais.

Por enquanto a cidade está livre dessa “bolsa” porque a legislação eleitoral proíbe a criação de coisas deste tipo em ano de eleição.
 

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