Jornal Página 3

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Após seis anos Probst desengaveta projeto que complica governo Fabrício
Facebook pessoal.
Vereador Probst é quem define o que será ou não votado.

Quarta, 7/12/2016 8:24.

O presidente de Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, Nilson Probst, colocou para votação nesta terça-feira um projeto que tramita desde 2010 e que se for aprovado causará sérios problemas ao futuro prefeito Fabrício Oliveira.

Pelo texto, a arrecadação da Emasa no ano que vem -orçada em R$ 63.118.000,00 que correspondem a cerca de 9% do orçamento geral da cidade que é R$ 717.419.091,22- deixaria de compor o orçamento geral do município o que colocaria a prefeitura em dificuldades porque reduziria a base de cálculo do limite de gastos com pessoal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Esse projeto foi proposto pelo vereador Claudir Maciel seis anos atrás. De lá para cá o quadro de pessoal inchou e na maioria dos casos o futuro prefeito não pode demitir os funcionários porque são concursados ou efetuam trabalhos essenciais como limpeza pública.

Quem define o que será ou não votado é o presidente da Câmara Nilson Probst. É espantoso e vergonhoso que ao longo de seis anos ele não tenha colocado o projeto em votação e decida fazê-lo agora, quando faltam 23 dias para o final da legislatura.   

A Câmara de Vereadores atual já deu mostras que quer dificultar o trabalho do futuro prefeito. Na semana passada reprovou um projeto que era benéfico ao município.

São movimentos calculados para pressionar o futuro prefeito a fazer o que alguns grupos desejam, manter o poder para nomear apadrinhados e indicar empresas para fornecer aos cofres públicos.

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Após seis anos Probst desengaveta projeto que complica governo Fabrício

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Vereador Probst é quem define o que será ou não votado.
Vereador Probst é quem define o que será ou não votado.
Quarta, 7/12/2016 8:24.

O presidente de Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, Nilson Probst, colocou para votação nesta terça-feira um projeto que tramita desde 2010 e que se for aprovado causará sérios problemas ao futuro prefeito Fabrício Oliveira.

Pelo texto, a arrecadação da Emasa no ano que vem -orçada em R$ 63.118.000,00 que correspondem a cerca de 9% do orçamento geral da cidade que é R$ 717.419.091,22- deixaria de compor o orçamento geral do município o que colocaria a prefeitura em dificuldades porque reduziria a base de cálculo do limite de gastos com pessoal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Esse projeto foi proposto pelo vereador Claudir Maciel seis anos atrás. De lá para cá o quadro de pessoal inchou e na maioria dos casos o futuro prefeito não pode demitir os funcionários porque são concursados ou efetuam trabalhos essenciais como limpeza pública.

Quem define o que será ou não votado é o presidente da Câmara Nilson Probst. É espantoso e vergonhoso que ao longo de seis anos ele não tenha colocado o projeto em votação e decida fazê-lo agora, quando faltam 23 dias para o final da legislatura.   

A Câmara de Vereadores atual já deu mostras que quer dificultar o trabalho do futuro prefeito. Na semana passada reprovou um projeto que era benéfico ao município.

São movimentos calculados para pressionar o futuro prefeito a fazer o que alguns grupos desejam, manter o poder para nomear apadrinhados e indicar empresas para fornecer aos cofres públicos.

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