Jornal Página 3

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Piriquito vetou o projeto de hortas comunitárias

Quarta, 7/12/2016 8:47.

Apesar de grande repercussão positiva, através das redes sociais, o projeto que autorizava a criação de hortas comunitárias em terrenos baldios recebeu o veto total do prefeito Edson Renato Dias.

A autora da proposta, vereadora Mariza Zanoni Fernandes, lamentou a postura do prefeito, considerando a boa aceitação que a proposta teve. "É uma pena, porque poderíamos aproveitar os espaços ociosos da cidade, terrenos que hoje estão abandonados", sublinhou.

Segundo Marisa, em sua justificativa, o prefeito teria ressaltado que a proposta seria inconstitucional, partindo do Legislativo. Ela adiantou que vai tentar apoio para reverter o veto e que ele ouça a opinião pública.

O procurador do município, Marcelo Freitas esclareceu que "houve vício de iniciativa". Veja parte do veto:

A proposta

A ideia era transformar terrenos baldios, que hoje servem para depósito de lixo e criadouro de animais peçonhentos, em hortas de orgânicos voltadas ao autoconsumo, trocas e venda sustentável.

De acordo com Marisa, a iniciativa veio de sua experiência acompanhando o trabalho do Conselho de Segurança Alimentar. “Tenho admiração pelo trabalho do seu Nairo e da dona Eneida, além disso participei de conferências, do projeto Mesa Brasil e sou vizinha de quatro terrenos ocupados por hortas”, revela.

O projeto prevê que o uso dos terrenos aconteça apenas mediante autorização dos proprietários. Os usuários não poderão fazer construções no local, deverão usar apenas a água da chuva para irrigar e devem providenciar sistemas de compostagem.

O texto ainda prevê que a prefeitura pode conceder incentivos aos proprietários dos terrenos através do IPTU.

Leia na íntegra aqui.

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Piriquito vetou o projeto de hortas comunitárias

Quarta, 7/12/2016 8:47.

Apesar de grande repercussão positiva, através das redes sociais, o projeto que autorizava a criação de hortas comunitárias em terrenos baldios recebeu o veto total do prefeito Edson Renato Dias.

A autora da proposta, vereadora Mariza Zanoni Fernandes, lamentou a postura do prefeito, considerando a boa aceitação que a proposta teve. "É uma pena, porque poderíamos aproveitar os espaços ociosos da cidade, terrenos que hoje estão abandonados", sublinhou.

Segundo Marisa, em sua justificativa, o prefeito teria ressaltado que a proposta seria inconstitucional, partindo do Legislativo. Ela adiantou que vai tentar apoio para reverter o veto e que ele ouça a opinião pública.

O procurador do município, Marcelo Freitas esclareceu que "houve vício de iniciativa". Veja parte do veto:

A proposta

A ideia era transformar terrenos baldios, que hoje servem para depósito de lixo e criadouro de animais peçonhentos, em hortas de orgânicos voltadas ao autoconsumo, trocas e venda sustentável.

De acordo com Marisa, a iniciativa veio de sua experiência acompanhando o trabalho do Conselho de Segurança Alimentar. “Tenho admiração pelo trabalho do seu Nairo e da dona Eneida, além disso participei de conferências, do projeto Mesa Brasil e sou vizinha de quatro terrenos ocupados por hortas”, revela.

O projeto prevê que o uso dos terrenos aconteça apenas mediante autorização dos proprietários. Os usuários não poderão fazer construções no local, deverão usar apenas a água da chuva para irrigar e devem providenciar sistemas de compostagem.

O texto ainda prevê que a prefeitura pode conceder incentivos aos proprietários dos terrenos através do IPTU.

Leia na íntegra aqui.

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