Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Polícia
PM e prefeitura fazem ação na Atlântica para pedir que comunidade fique em casa

À noite teve buzinaço contrariando a determinação

Sexta, 27/3/2020 12:25.
Divulgação

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Nesta quinta-feira (26) equipes da Fiscalização da prefeitura e a Polícia Militar realizaram uma ação ao longo da avenida Atlântica, com carros de som, para incentivar a comunidade a ficar dentro de casa. Porém à noite houve um buzinaço pedindo pela reabertura dos comércios da cidade e que seria irregular de acordo com o decreto estadual que proíbe reuniões por 30 dias (de 17 de março/2020) e a polícia foi questionada sobre não ter barrado a ação.

O Coronel PM Comandante da 3ª Região da Polícia Militar (RPM), Evandro de Andrade Fraga, respondeu que a PM vem atuando em várias frentes de trabalhos, ‘com atuações no tradicional campo da preventivo e repressivo da segurança pública e no campo da defesa civil, integrado com outros órgãos, que compõe os referidos Sistemas’.

“A atividade policial em tempos de crises, principalmente esta que estamos vivenciando, se torna mais complexa. Os recursos e os esforços precisam ser canalizados para o centro de gravidade do problema (como por exemplo garantir funcionamento dos serviços e as atividades essenciais; e, manter os indicadores de criminalidade, violência e de desordem socialmente aceitos)”, disse.

Fraga pontuou ainda que a carreata foi organizada através das redes sociais e que a organização do movimento não avisou a polícia previamente, e que se isso tivesse acontecido teriam acompanhado o ‘evento’ e atuado de forma preventiva.

“Se tivéssemos que intervir, o momento mais adequado seria nos atos preparatórios, na tentativa de dissuadir os organizadores, com lavratura de termos circunstanciados por desobediência para os líderes e demais participantes identificados. A intervenção que fizemos foi no monitoramento. Os nossos esforços continuam direcionados para a rápida resolutividade dos problemas. Ontem (26), por exemplo, durante a carreata, realizamos no centro da cidade uma prisão por receptação”, informou.

Porém, o Comandante citou o Artigo 3º do Decreto Estadual 515/2020, de 17 de março de 2020 que suspendeu, em todo território catarinense, pelo período de 30 dias, a contar de 18 de março, eventos e reuniões de qualquer natureza, de caráter público ou privado. “Portanto, de caráter normativo o evento foi irregular (...), mas não tivemos nenhum registro de ocorrências policiais relacionadas a ele”, acrescentou.

Prevenção segue

A operação realizada na manhã de quinta-feira na beira mar teve como objetivo coibir a circulação e aglomeração de pessoas na praia, ciclovia e por toda a extensão da Atlântica, reforçando a importância das pessoas ficarem em casa, assim como já haviam feito durante outros dias.

O Comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Balneário Camboriú, Alexandre Coelho, disse que o trabalho foi preventivo, buscando conscientizar as pessoas a ficarem em casa.

“Não foi nada repressivo e sim preventivo, tentando convencer as pessoas, mas nenhuma imposição. Foi uma ação que fizemos durante todos os dias da quarentena”, explicou.


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PM e prefeitura fazem ação na Atlântica para pedir que comunidade fique em casa

À noite teve buzinaço contrariando a determinação

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Sexta, 27/3/2020 12:25.

Nesta quinta-feira (26) equipes da Fiscalização da prefeitura e a Polícia Militar realizaram uma ação ao longo da avenida Atlântica, com carros de som, para incentivar a comunidade a ficar dentro de casa. Porém à noite houve um buzinaço pedindo pela reabertura dos comércios da cidade e que seria irregular de acordo com o decreto estadual que proíbe reuniões por 30 dias (de 17 de março/2020) e a polícia foi questionada sobre não ter barrado a ação.

O Coronel PM Comandante da 3ª Região da Polícia Militar (RPM), Evandro de Andrade Fraga, respondeu que a PM vem atuando em várias frentes de trabalhos, ‘com atuações no tradicional campo da preventivo e repressivo da segurança pública e no campo da defesa civil, integrado com outros órgãos, que compõe os referidos Sistemas’.

“A atividade policial em tempos de crises, principalmente esta que estamos vivenciando, se torna mais complexa. Os recursos e os esforços precisam ser canalizados para o centro de gravidade do problema (como por exemplo garantir funcionamento dos serviços e as atividades essenciais; e, manter os indicadores de criminalidade, violência e de desordem socialmente aceitos)”, disse.

Fraga pontuou ainda que a carreata foi organizada através das redes sociais e que a organização do movimento não avisou a polícia previamente, e que se isso tivesse acontecido teriam acompanhado o ‘evento’ e atuado de forma preventiva.

“Se tivéssemos que intervir, o momento mais adequado seria nos atos preparatórios, na tentativa de dissuadir os organizadores, com lavratura de termos circunstanciados por desobediência para os líderes e demais participantes identificados. A intervenção que fizemos foi no monitoramento. Os nossos esforços continuam direcionados para a rápida resolutividade dos problemas. Ontem (26), por exemplo, durante a carreata, realizamos no centro da cidade uma prisão por receptação”, informou.

Porém, o Comandante citou o Artigo 3º do Decreto Estadual 515/2020, de 17 de março de 2020 que suspendeu, em todo território catarinense, pelo período de 30 dias, a contar de 18 de março, eventos e reuniões de qualquer natureza, de caráter público ou privado. “Portanto, de caráter normativo o evento foi irregular (...), mas não tivemos nenhum registro de ocorrências policiais relacionadas a ele”, acrescentou.

Prevenção segue

A operação realizada na manhã de quinta-feira na beira mar teve como objetivo coibir a circulação e aglomeração de pessoas na praia, ciclovia e por toda a extensão da Atlântica, reforçando a importância das pessoas ficarem em casa, assim como já haviam feito durante outros dias.

O Comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Balneário Camboriú, Alexandre Coelho, disse que o trabalho foi preventivo, buscando conscientizar as pessoas a ficarem em casa.

“Não foi nada repressivo e sim preventivo, tentando convencer as pessoas, mas nenhuma imposição. Foi uma ação que fizemos durante todos os dias da quarentena”, explicou.


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