Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Polícia
Dono de lavação assassinado vendeu apartamento na Atlântica e não entregou

Ele foi condenado em Itajaí por furto e tinha dívidas

Segunda, 17/2/2020 10:28.
Redes sociais.

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Um dos mortos sábado na lavação situada na Barra Sul, Luciano Winkler, dono do local, era processado por furto (aparentemente receptação) e por dívidas. Uma pessoa próxima disse que 20 dias atrás ele vendeu um apartamento no valor de R$ 400 mil, na Avenida Atlântica, mas não entregou ao comprador porque não tinha os papéis comprovando a propriedade.

Em princípio o crime é visto como uma execução. Dois funcionários de Luciano também foram mortos e outros dois homens conseguiram escapar dos tiros correndo para o mangue do Rio Camboriú.

Segundo a Polícia Civil, um dos homens que conseguiu fugir foi até a lavação para negociar um carro com o proprietário do local.

O outro morava na lavação e seria amigo de Luciano. Ele teria diversas passagens pela polícia, mas os detalhes não foram divulgados pela PM. Os dois disseram que ‘não viram nada’.

Os outros dois mortos foram Ruan Carlos Milczewski, encontrado caído no pátio e Cristiano Diogo de Oliveira, alvejado dentro de um Citröen C3. Pelo menos 30 tiros foram disparados no local.

O trio foi baleado nas costas e na cabeça por tiros de pistola.

A Polícia Militar segue procurando pelos assassinos, que fugiram em um Jeep Renegade com registro de roubo. O carro foi abandonado na Estrada Geral do Barranco, em Camboriú. No veículo foram encontrados toucas balaclava, roupas, sapato e uma camiseta onde estava escrito ‘Polícia Civil’.


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Dono de lavação assassinado vendeu apartamento na Atlântica e não entregou

Ele foi condenado em Itajaí por furto e tinha dívidas

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Segunda, 17/2/2020 10:28.

Um dos mortos sábado na lavação situada na Barra Sul, Luciano Winkler, dono do local, era processado por furto (aparentemente receptação) e por dívidas. Uma pessoa próxima disse que 20 dias atrás ele vendeu um apartamento no valor de R$ 400 mil, na Avenida Atlântica, mas não entregou ao comprador porque não tinha os papéis comprovando a propriedade.

Em princípio o crime é visto como uma execução. Dois funcionários de Luciano também foram mortos e outros dois homens conseguiram escapar dos tiros correndo para o mangue do Rio Camboriú.

Segundo a Polícia Civil, um dos homens que conseguiu fugir foi até a lavação para negociar um carro com o proprietário do local.

O outro morava na lavação e seria amigo de Luciano. Ele teria diversas passagens pela polícia, mas os detalhes não foram divulgados pela PM. Os dois disseram que ‘não viram nada’.

Os outros dois mortos foram Ruan Carlos Milczewski, encontrado caído no pátio e Cristiano Diogo de Oliveira, alvejado dentro de um Citröen C3. Pelo menos 30 tiros foram disparados no local.

O trio foi baleado nas costas e na cabeça por tiros de pistola.

A Polícia Militar segue procurando pelos assassinos, que fugiram em um Jeep Renegade com registro de roubo. O carro foi abandonado na Estrada Geral do Barranco, em Camboriú. No veículo foram encontrados toucas balaclava, roupas, sapato e uma camiseta onde estava escrito ‘Polícia Civil’.


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