Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Policia
MARIA DA PENHA: Laurindo Ramos continua preso e defesa diz que não houve nenhum tipo de agressão
Quinta, 5/9/2019 12:50
Divulgação
Laurindo Ramos foi exonerado da função de diretor na prefeitura de Balneário Camboriú

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O ex-diretor de Projetos da secretaria de Segurança de Balneário Camboriú, Laurindo Ramos, continua preso no Complexo Penitenciário do Vale do Itajaí.

A prisão dele aconteceu na segunda-feira (2) e ocorreu pelo descumprimento de uma medida protetiva. A defesa está trabalhando para a soltura, sob alegação de que não houve nenhuma agressão (física ou psicológica).

Quem denunciou Laurindo foi a sua ex-namorada, que tinha uma medida protetiva contra ele. Laurindo fez um contato telefônico com ela, o que originou a prisão.

A advogada de Laurindo, Taiani Tomasi Michnoski Machado, explica que ‘não houve ameaça e nem agressão de nenhum tipo, nem física e nem psicológica’.

“Ele ligou pra ela e foi aí que apontaram o descumprimento da medida protetiva. Ele fez o contato para resolver uma situação profissional, porque os dois trabalhavam na prefeitura. Foi de uma forma amigável, não houve nenhum problema”, diz.

Taiani salienta que está trabalhando ‘ativa e fortemente’ na soltura de Laurindo, questionando isso, porque considera que foi algo ‘bem severo e desproporcional’.

“Pedimos para avaliar a ligação também, que aconteceu no dia 1º de agosto, e ele só foi preso nesta segunda, dia 2 de setembro. Temos inclusive uma declaração do vice-prefeito (Carlos Humberto Metzner Silva) que confirma tudo isso que estamos citando. Esperamos que logo o Laurindo seja solto para retornar para as suas atividades o quanto antes e seguir a sua vida normalmente. O nosso segundo plano é checar a legalidade da exoneração dele, mas o foco agora é a soltura”, acrescenta.

Segundo Taiani, ainda não há uma resposta concreta sobre a soltura de Laurindo, já que dependem de processos da delegacia e do poder judiciário.

“Ele tem uma conduta boa, todo mundo conhece ele, sabem do trabalho que ele realiza junto da comunidade. Ele não pode ser enquadrado como agressor, porque não houve nenhum tipo de agressão. O descumprimento da medida foi para resolver uma situação profissional e a vítima gravou”, pontua.

A advogada lembra ainda que Laurindo não resistiu a prisão e que não foi detido na secretaria de Segurança, como comentários recentes afirmaram.

“Eu estava junto com ele, assim que recebeu o mandado de prisão ele se apresentou na delegacia, não houve resistência”, explica. 

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Quinta, 5/9/2019 12:50.

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A prisão dele aconteceu na segunda-feira (2) e ocorreu pelo descumprimento de uma medida protetiva. A defesa está trabalhando para a soltura, sob alegação de que não houve nenhuma agressão (física ou psicológica).

Quem denunciou Laurindo foi a sua ex-namorada, que tinha uma medida protetiva contra ele. Laurindo fez um contato telefônico com ela, o que originou a prisão.

A advogada de Laurindo, Taiani Tomasi Michnoski Machado, explica que ‘não houve ameaça e nem agressão de nenhum tipo, nem física e nem psicológica’.

“Ele ligou pra ela e foi aí que apontaram o descumprimento da medida protetiva. Ele fez o contato para resolver uma situação profissional, porque os dois trabalhavam na prefeitura. Foi de uma forma amigável, não houve nenhum problema”, diz.

Taiani salienta que está trabalhando ‘ativa e fortemente’ na soltura de Laurindo, questionando isso, porque considera que foi algo ‘bem severo e desproporcional’.

“Pedimos para avaliar a ligação também, que aconteceu no dia 1º de agosto, e ele só foi preso nesta segunda, dia 2 de setembro. Temos inclusive uma declaração do vice-prefeito (Carlos Humberto Metzner Silva) que confirma tudo isso que estamos citando. Esperamos que logo o Laurindo seja solto para retornar para as suas atividades o quanto antes e seguir a sua vida normalmente. O nosso segundo plano é checar a legalidade da exoneração dele, mas o foco agora é a soltura”, acrescenta.

Segundo Taiani, ainda não há uma resposta concreta sobre a soltura de Laurindo, já que dependem de processos da delegacia e do poder judiciário.

“Ele tem uma conduta boa, todo mundo conhece ele, sabem do trabalho que ele realiza junto da comunidade. Ele não pode ser enquadrado como agressor, porque não houve nenhum tipo de agressão. O descumprimento da medida foi para resolver uma situação profissional e a vítima gravou”, pontua.

A advogada lembra ainda que Laurindo não resistiu a prisão e que não foi detido na secretaria de Segurança, como comentários recentes afirmaram.

“Eu estava junto com ele, assim que recebeu o mandado de prisão ele se apresentou na delegacia, não houve resistência”, explica. 

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