Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Policia
Mãe que esfaqueou a filha em Balneário Camboriú estava foragida e foi presa em Jaraguá do Sul

Quinta, 3/10/2019 17:16.
Divulgação/PM
A vítima foi encaminhada ao hospital mas não resistiu aos ferimentos

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A mulher que esfaqueou a filha em setembro, em Balneário Camboriú, foi presa na manhã de hoje (3) em Jaraguá do Sul. Adriana de Oliveira, 31 anos, é acusada de matar Jheimili Yara da Silva, 13 anos, após as duas brigarem na Avenida Atlântica.

Segundo a Polícia Civil, policiais civis da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) prenderam Adriana na Casa de Passagem de Jaraguá do Sul, ela tentou fugir enquanto os policiais checavam o mandato de prisão. Ela responde por homicídio doloso (quando há intenção de matar).

Com exclusividade ao Página 3, a delegada Inara Danielle Marques Drapalski, titular da DPCAMI de Balneário, explica que Adriana foi presa no dia do crime (5 de setembro) e liberada na audiência de custódia, um dia depois do crime, pelo entendimento de que a menina foi esfaqueada por ‘erro de execução’.

Essa teoria foi aplicada por que havia um terceiro personagem, um homem de 32 anos, identificado como I.C.R.B., que estaria envolvido romanticamente com Jheimili e a mãe dela era contra. Ele seria o motivo da briga. Porém, quando a Polícia Civil finalizou as diligências e foi apresentado o vídeo da situação o delegado Ícaro Malveira, responsável pelo caso, deferiu um mandado de prisão preventiva.

“No vídeo fica claro que a facada foi contra a menina, pois só as duas estavam brigando. No momento da prisão, a mulher deu uma versão dos fatos, disse que a faca utilizada era de um quiosque perto de onde elas estavam, mas descobrimos que ela levou a faca. A faca era dela, então ela tinha alguma intenção”, diz.

Quando saiu o mandado de prisão, segundo a delegada, Adriana ‘desapareceu’.

“Procuramos em todos os endereços que tínhamos dela e não a encontramos. Hoje (3) ela foi localizada em Jaraguá e foi presa. Conseguimos encontrá-la com base em denúncias anônimas. Ela virá para o presídio feminino de Itajaí, chega amanhã (4) e será ouvida novamente”, acrescenta.

I.C.R.B. está solto, mas foi indiciado por estupro de vulnerável, já que supostamente ele e Jheimili se envolveram e a garota tinha apenas 13 anos. O caso segue sendo investigado.

Relembre o caso

Jheimili e a mãe Adriana estavam morando em Bombinhas, e por um tempo conviveram com I.C.R.B., até que ele a adolescente se envolveram, a mãe descobriu e o mandou embora. Ele teria se mudado para Balneário Camboriú. A garota veio até Balneário, na tarde de 5 de setembro, para se encontrar com o homem.

Adriana descobriu e a seguiu, conseguindo flagrar os dois juntos. Não teria acontecido flagrante sexual, e sim dos dois no mesmo local – no quiosque da Avenida Atlântica. Uma confusão aconteceu e houve agressões físicas. No momento do desentendimento a mãe pegou a faca e atingiu a filha.


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Página 3
Divulgação/PM
A vítima foi encaminhada ao hospital mas não resistiu aos ferimentos
A vítima foi encaminhada ao hospital mas não resistiu aos ferimentos

Mãe que esfaqueou a filha em Balneário Camboriú estava foragida e foi presa em Jaraguá do Sul

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Quinta, 3/10/2019 17:16.

A mulher que esfaqueou a filha em setembro, em Balneário Camboriú, foi presa na manhã de hoje (3) em Jaraguá do Sul. Adriana de Oliveira, 31 anos, é acusada de matar Jheimili Yara da Silva, 13 anos, após as duas brigarem na Avenida Atlântica.

Segundo a Polícia Civil, policiais civis da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) prenderam Adriana na Casa de Passagem de Jaraguá do Sul, ela tentou fugir enquanto os policiais checavam o mandato de prisão. Ela responde por homicídio doloso (quando há intenção de matar).

Com exclusividade ao Página 3, a delegada Inara Danielle Marques Drapalski, titular da DPCAMI de Balneário, explica que Adriana foi presa no dia do crime (5 de setembro) e liberada na audiência de custódia, um dia depois do crime, pelo entendimento de que a menina foi esfaqueada por ‘erro de execução’.

Essa teoria foi aplicada por que havia um terceiro personagem, um homem de 32 anos, identificado como I.C.R.B., que estaria envolvido romanticamente com Jheimili e a mãe dela era contra. Ele seria o motivo da briga. Porém, quando a Polícia Civil finalizou as diligências e foi apresentado o vídeo da situação o delegado Ícaro Malveira, responsável pelo caso, deferiu um mandado de prisão preventiva.

“No vídeo fica claro que a facada foi contra a menina, pois só as duas estavam brigando. No momento da prisão, a mulher deu uma versão dos fatos, disse que a faca utilizada era de um quiosque perto de onde elas estavam, mas descobrimos que ela levou a faca. A faca era dela, então ela tinha alguma intenção”, diz.

Quando saiu o mandado de prisão, segundo a delegada, Adriana ‘desapareceu’.

“Procuramos em todos os endereços que tínhamos dela e não a encontramos. Hoje (3) ela foi localizada em Jaraguá e foi presa. Conseguimos encontrá-la com base em denúncias anônimas. Ela virá para o presídio feminino de Itajaí, chega amanhã (4) e será ouvida novamente”, acrescenta.

I.C.R.B. está solto, mas foi indiciado por estupro de vulnerável, já que supostamente ele e Jheimili se envolveram e a garota tinha apenas 13 anos. O caso segue sendo investigado.

Relembre o caso

Jheimili e a mãe Adriana estavam morando em Bombinhas, e por um tempo conviveram com I.C.R.B., até que ele a adolescente se envolveram, a mãe descobriu e o mandou embora. Ele teria se mudado para Balneário Camboriú. A garota veio até Balneário, na tarde de 5 de setembro, para se encontrar com o homem.

Adriana descobriu e a seguiu, conseguindo flagrar os dois juntos. Não teria acontecido flagrante sexual, e sim dos dois no mesmo local – no quiosque da Avenida Atlântica. Uma confusão aconteceu e houve agressões físicas. No momento do desentendimento a mãe pegou a faca e atingiu a filha.


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