Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Policia
Rancho de pescadores é desmontado após denúncia de baderna na praia central de Balneário Camboriú
Quinta, 23/5/2019 16:35.
Divulgação

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A Guarda Municipal desmontou um rancho de pescadores que estava na Praia Central entre as ruas 3.600 e 3.700, na tarde de ontem (22), após denúncias de moradores que indicavam que no local acontecia certa algazarra (consumo de álcool e drogas) e presença de andarilhos. Inclusive um foragido da Justiça chegou a ser preso por lá.

O Secretário de Segurança, David Queiroz, explica que respeitam e prezam muito pelo trabalho e tradição da pesca na cidade, mas lembra que Balneário Camboriú não é mais a mesma cidade de ‘20 ou 30 anos atrás’. “Por isso, também exige novas táticas na área da segurança. Dei uma ordem que o proprietário desfizesse o rancho em 24h, com base em fundamentos jurídicos, e ele não cumpriu, e então a Guarda Municipal foi até lá. Junto do procurador de Justiça eu verifiquei e não há hoje uma lei na cidade que permita construir esses ranchos, só há uma que cita que os pescadores podem utilizar quiosques como pontos de apoio”, diz.

No local havia madeira e até botijão de gás, o que preocupou os guardas, já que um acidente poderia acontecer. “Prezamos acima de tudo pela segurança, inclusive pela deles. Há grande circulação de pessoas por lá e muitos prédios. A situação mudou e eles também precisam se adaptar a nova realidade”, acrescenta o secretário.

O comandante da Guarda Municipal, Antônio Afonso Coutinho, explica que cumpriram a ordem do secretário, indo até o local para fazer a retirada do rancho – deixando apenas a cobertura, uma estrutura de metal com lona por cima, para que os pescadores possam se abrigar em dias de chuva, por exemplo. “As embarcações tinham documentações, mas o rancho não. Inclusive há a lei recente aprovada na Câmara que proíbe o uso de fogões na beira da praia. Ontem (22) executamos o serviço. Mesmo sendo uma ação contrária ao que eles desejavam nos auxiliaram a tirar as madeiras, que serviam como parede, e outros materiais. Moradores de rua estavam rondando o local, ameaçando a segurança social da redondeza”, comenta.

Mesmo os pescadores resistindo, não houve nenhum desrespeito aos guardas. “O que aconteceu foi a resistência tranquila, eles falaram que não concordavam e não entendiam, mas em nenhum momento houve resistência física. Houve só o descontentamento deles”, completa. 

Como ficou o local sem o rancho


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Quinta, 23/5/2019 16:35.

A Guarda Municipal desmontou um rancho de pescadores que estava na Praia Central entre as ruas 3.600 e 3.700, na tarde de ontem (22), após denúncias de moradores que indicavam que no local acontecia certa algazarra (consumo de álcool e drogas) e presença de andarilhos. Inclusive um foragido da Justiça chegou a ser preso por lá.

O Secretário de Segurança, David Queiroz, explica que respeitam e prezam muito pelo trabalho e tradição da pesca na cidade, mas lembra que Balneário Camboriú não é mais a mesma cidade de ‘20 ou 30 anos atrás’. “Por isso, também exige novas táticas na área da segurança. Dei uma ordem que o proprietário desfizesse o rancho em 24h, com base em fundamentos jurídicos, e ele não cumpriu, e então a Guarda Municipal foi até lá. Junto do procurador de Justiça eu verifiquei e não há hoje uma lei na cidade que permita construir esses ranchos, só há uma que cita que os pescadores podem utilizar quiosques como pontos de apoio”, diz.

No local havia madeira e até botijão de gás, o que preocupou os guardas, já que um acidente poderia acontecer. “Prezamos acima de tudo pela segurança, inclusive pela deles. Há grande circulação de pessoas por lá e muitos prédios. A situação mudou e eles também precisam se adaptar a nova realidade”, acrescenta o secretário.

O comandante da Guarda Municipal, Antônio Afonso Coutinho, explica que cumpriram a ordem do secretário, indo até o local para fazer a retirada do rancho – deixando apenas a cobertura, uma estrutura de metal com lona por cima, para que os pescadores possam se abrigar em dias de chuva, por exemplo. “As embarcações tinham documentações, mas o rancho não. Inclusive há a lei recente aprovada na Câmara que proíbe o uso de fogões na beira da praia. Ontem (22) executamos o serviço. Mesmo sendo uma ação contrária ao que eles desejavam nos auxiliaram a tirar as madeiras, que serviam como parede, e outros materiais. Moradores de rua estavam rondando o local, ameaçando a segurança social da redondeza”, comenta.

Mesmo os pescadores resistindo, não houve nenhum desrespeito aos guardas. “O que aconteceu foi a resistência tranquila, eles falaram que não concordavam e não entendiam, mas em nenhum momento houve resistência física. Houve só o descontentamento deles”, completa. 

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