Jornal Página 3

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Com Força Nacional, ataques criminosos recuam no Ceará
José Cruz/Agência Brasil.

Segunda, 7/1/2019 7:02.

MARCEL RIZZO
FORTALEZA, CE (FOLHAPRESS) - Os ataques criminosos no Ceará perderam força na quarta madrugada seguida de ações de bandidos. A noite de sábado (5) foi a primeira com os 300 integrantes da Força Nacional no estado.

Enviados por ordem do ministro da Justiça, Sergio Moro, os agentes devem permanecer no Ceará, a princípio, por 30 dias, prioritariamente na capital e na Grande Fortaleza.

Ao menos quatro ataques foram registrados no sábado, em Fortaleza, Maracanaú (região metropolitana) e Barroquinha (a 380 km da capital).

O número é menor do que o observado nas três primeiras noites, quando passavam de dez ações criminosas desse tipo entre a noite de um dia e madrugada de outro.

Da última quarta-feira (2), quando a onda criminosa começou, até a manhã deste domingo (6), foram registrados mais de 90 ataques no estado.

Os alvos foram ônibus, carros e prédios e equipamentos públicos e privados.

Um dos principais pontos turísticos do Ceará e do país, a vila de Jericoacoara, na cidade de Jijoca, a 300 km de Fortaleza, foi alvo de ações criminosas na madrugada e na noite de sábado.

No local, dois ônibus -um deles usado para transporte de crianças- e um carro foram queimados.

Além dos agentes da Força Nacional, o Ceará receberá outros 100 policiais militares cedidos pelo Governo da Bahia.

O envio da Força Nacional foi autorizada na sexta-feira pelo ministro da Justiça. Um dia antes, Moro já havia determinado providências, com a mobilização da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional."

A decisão se deu após pedidos feitos pelo governador Camilo Santana (PT). O ministro sugeriu a formação de um gabinete de crise, com a integração de polícias federais e estaduais.

Os ataques ocorrem depois de o governador anunciar que uma das prioridades de seu segundo mandato será endurecer as regras em penitenciárias, que hoje têm unidades divididas entre facções.

Há possibilidade de revisão da divisão de detentos por presídios, o que pode ter desencadeado ordens para as ações criminosas 

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Com Força Nacional, ataques criminosos recuam no Ceará

José Cruz/Agência Brasil.

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Segunda, 7/1/2019 7:02.

MARCEL RIZZO
FORTALEZA, CE (FOLHAPRESS) - Os ataques criminosos no Ceará perderam força na quarta madrugada seguida de ações de bandidos. A noite de sábado (5) foi a primeira com os 300 integrantes da Força Nacional no estado.

Enviados por ordem do ministro da Justiça, Sergio Moro, os agentes devem permanecer no Ceará, a princípio, por 30 dias, prioritariamente na capital e na Grande Fortaleza.

Ao menos quatro ataques foram registrados no sábado, em Fortaleza, Maracanaú (região metropolitana) e Barroquinha (a 380 km da capital).

O número é menor do que o observado nas três primeiras noites, quando passavam de dez ações criminosas desse tipo entre a noite de um dia e madrugada de outro.

Da última quarta-feira (2), quando a onda criminosa começou, até a manhã deste domingo (6), foram registrados mais de 90 ataques no estado.

Os alvos foram ônibus, carros e prédios e equipamentos públicos e privados.

Um dos principais pontos turísticos do Ceará e do país, a vila de Jericoacoara, na cidade de Jijoca, a 300 km de Fortaleza, foi alvo de ações criminosas na madrugada e na noite de sábado.

No local, dois ônibus -um deles usado para transporte de crianças- e um carro foram queimados.

Além dos agentes da Força Nacional, o Ceará receberá outros 100 policiais militares cedidos pelo Governo da Bahia.

O envio da Força Nacional foi autorizada na sexta-feira pelo ministro da Justiça. Um dia antes, Moro já havia determinado providências, com a mobilização da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional."

A decisão se deu após pedidos feitos pelo governador Camilo Santana (PT). O ministro sugeriu a formação de um gabinete de crise, com a integração de polícias federais e estaduais.

Os ataques ocorrem depois de o governador anunciar que uma das prioridades de seu segundo mandato será endurecer as regras em penitenciárias, que hoje têm unidades divididas entre facções.

Há possibilidade de revisão da divisão de detentos por presídios, o que pode ter desencadeado ordens para as ações criminosas 

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