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Morador de Balneário Camboriú denuncia ação da PM na Praia Brava
Redes sociais.

Quinta, 21/2/2019 8:22.

Uma festa entre amigos, o Luau da Brava, que acontecia na Praia Brava em Itajaí na madrugada de quarta-feira (20), foi interrompida por uma confusão com a Polícia Militar.

O conflto teria começado porque moradores das proximidades chamaram a polícia incomodados com o som de dois automóveis.

 

Um dos envolvidos foi o agente cultural e morador de Balneário Camboriú Márcio Floriano, 32 anos, que relatou ter sido ferido na coxa e na barriga com tiros de borracha e spray de pimenta nos olhos.

Ele disse que nunca passou por algo parecido, e que queria entender a situação. “Se eu tivesse feito algo contra a paz pública ou aos indivíduos que ali estavam, ou tivesse consumindo algo de ilícito, mas não, estava na presença de amigos, curtindo a noite com eles. O meu ódio foi ser tratado como um infrator, olha que nem drogas eu uso”, explicou.

Márcio registrou boletim de ocorrência, incentivado por várias pessoas que comentaram sua publicação na rede social Facebook, onde relatou o que aconteceu.

Sua postagem chamou a atenção também de pessoas conhecidas no cenário cultural de Balneário Camboriú, como a ex-presidente da Fundação Cultural, Guilhermina Stucker, e a fotógrafa Dagma Castro, além da ex-vereadora Marisa Zanoni Fernandes.

A Polícia Militar chegou ao local por volta das 4h. Além de Márcio, uma mulher também teria sido vítima do spray de pimenta. Eles foram até o Pronto Atendimento (PA) do Bairro da Barra para curativos nos ferimentos.

Márcio salientou que não houve reação dos presentes.  “Sou pela paz e pelo diálogo, quando questionei quem era o comandante da ação, buscando saber por qual motivo da abordagem truculenta, um deles me mostrou o cassetete e disse ‘está aqui’. Em nenhum momento os afrontamos”, alegou.

Ele esclarece que com a denúncia não quer desmerecer a corporação. “Porém, esses que estavam na Praia Brava, na Rua Duilio Furlan com a beira mar, às 4h, de fato não me representam”, afirmou.

O que diz a PM

A Polícia Militar de Itajaí relatou que o chamado foi sobre perturbação do sossego alheio, já que havia dois carros com som alto. Os donos dos veículos não teriam obedecido a ordem de desligar a música, e então os PMs removeram os carros.

Segundo a Polícia, foram jogadas garrafas e pedras contra os policiais que atendiam a ocorrência e por isso reagiram.

A PM diz ter agido da forma correta e que a violência foi ‘proporcional’. As balas de borracha e spray de pimenta foram utilizadas para controlar um ‘distúrbio civil’.

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Balada acabando? Festa boa? Vá de carona consciente, vá de Garupa!


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Morador de Balneário Camboriú denuncia ação da PM na Praia Brava

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Quinta, 21/2/2019 8:22.

Uma festa entre amigos, o Luau da Brava, que acontecia na Praia Brava em Itajaí na madrugada de quarta-feira (20), foi interrompida por uma confusão com a Polícia Militar.

O conflto teria começado porque moradores das proximidades chamaram a polícia incomodados com o som de dois automóveis.

 

Um dos envolvidos foi o agente cultural e morador de Balneário Camboriú Márcio Floriano, 32 anos, que relatou ter sido ferido na coxa e na barriga com tiros de borracha e spray de pimenta nos olhos.

Ele disse que nunca passou por algo parecido, e que queria entender a situação. “Se eu tivesse feito algo contra a paz pública ou aos indivíduos que ali estavam, ou tivesse consumindo algo de ilícito, mas não, estava na presença de amigos, curtindo a noite com eles. O meu ódio foi ser tratado como um infrator, olha que nem drogas eu uso”, explicou.

Márcio registrou boletim de ocorrência, incentivado por várias pessoas que comentaram sua publicação na rede social Facebook, onde relatou o que aconteceu.

Sua postagem chamou a atenção também de pessoas conhecidas no cenário cultural de Balneário Camboriú, como a ex-presidente da Fundação Cultural, Guilhermina Stucker, e a fotógrafa Dagma Castro, além da ex-vereadora Marisa Zanoni Fernandes.

A Polícia Militar chegou ao local por volta das 4h. Além de Márcio, uma mulher também teria sido vítima do spray de pimenta. Eles foram até o Pronto Atendimento (PA) do Bairro da Barra para curativos nos ferimentos.

Márcio salientou que não houve reação dos presentes.  “Sou pela paz e pelo diálogo, quando questionei quem era o comandante da ação, buscando saber por qual motivo da abordagem truculenta, um deles me mostrou o cassetete e disse ‘está aqui’. Em nenhum momento os afrontamos”, alegou.

Ele esclarece que com a denúncia não quer desmerecer a corporação. “Porém, esses que estavam na Praia Brava, na Rua Duilio Furlan com a beira mar, às 4h, de fato não me representam”, afirmou.

O que diz a PM

A Polícia Militar de Itajaí relatou que o chamado foi sobre perturbação do sossego alheio, já que havia dois carros com som alto. Os donos dos veículos não teriam obedecido a ordem de desligar a música, e então os PMs removeram os carros.

Segundo a Polícia, foram jogadas garrafas e pedras contra os policiais que atendiam a ocorrência e por isso reagiram.

A PM diz ter agido da forma correta e que a violência foi ‘proporcional’. As balas de borracha e spray de pimenta foram utilizadas para controlar um ‘distúrbio civil’.

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