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Advogada foi morta em Balneário Camboriú com 14 facadas
Facebook pessoal.

Quinta, 4/4/2019 12:47.

Na manhã de hoje (4) a Polícia Civil relatou à imprensa mais detalhes sobre o assassinato da advogada Lucimara Stasiak, 30 anos, morta pelo namorado e também advogado Paulo de Carvalho Souza, 42 anos. Ele está preso preventivamente por feminicídio, sujeito à pena é de 12 a 30 anos, além  do agravante de ocultação de cadáver. 

O laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) comprovou que Lucimara foi morta com 14 facadas, principalmente na área torácica e no abdômen. Ela possuía marcas no pescoço, mas que não indicam sinal de asfixia, além de um ferimento na testa. Havia ainda ferimentos nos braços da advogada, indicando que ela tentou se defender.

O apartamento do casal, na rua 3.150, ainda está sendo periciado, mas já foi informado que o ar-condicionado estava na temperatura mínima para preservar o corpo e havia sangue na cama e no chão. Paulo teria ainda passado produtos de limpeza em Lucimara, para tentar conter o cheiro, já que o corpo estava se decompondo.

O delegado responsável pelo caso, Ícaro Freitas, disse não acreditar que Paulo tenha transtorno mentais. “Ele mentiu e se contradisse muito. Quando os vizinhos questionaram onde a Lucimara estava, antes de chamar a Polícia Militar, ele disse que ela estava em Blumenau, que estava tudo bem. Chegou a passar um número de telefone falso também. Só não entendemos porque ele ficou tanto tempo com o corpo, talvez para ver o que faria”, explicou.

Os vizinhos também informaram à polícia que Paulo ficou com o chuveiro ligado por mais de 10 horas – para tentas escoar o sangue.

“Os moradores do prédio ouviram gritos na quinta-feira. Ele confessou que a matou, mas informalmente. Ele disse muitas coisas, inclusive que se algum policial entrasse no apartamento ele se jogaria e levaria um junto. Citou que estava armado, mas também era blefe”, contou.

Chegou até a polícia também a informação de que o advogado já havia tentado se matar em outra ocasião.Foi encontrada no apartamento uma receita para antidepressivos.

“Mas isso não é motivo para ele ter cometido o crime. As escritas em que ele citou as borboletas, aranhas e outras ‘visões’ são recentes, e não sabemos se nada disso é verdade. Eram muitos dizeres desconexos”, acrescentou.

A Polícia Civil segue investigando o caso e o próximo passo será ouvir as testemunhas, entre vizinhos, amigos e parentes do casal.

A principal suspeita é que a motivação para o crime tenha sido algum problema no relacionamento dos dois.

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Na manhã de hoje (4) a Polícia Civil relatou à imprensa mais detalhes sobre o assassinato da advogada Lucimara Stasiak, 30 anos, morta pelo namorado e também advogado Paulo de Carvalho Souza, 42 anos. Ele está preso preventivamente por feminicídio, sujeito à pena é de 12 a 30 anos, além  do agravante de ocultação de cadáver. 

O laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) comprovou que Lucimara foi morta com 14 facadas, principalmente na área torácica e no abdômen. Ela possuía marcas no pescoço, mas que não indicam sinal de asfixia, além de um ferimento na testa. Havia ainda ferimentos nos braços da advogada, indicando que ela tentou se defender.

O apartamento do casal, na rua 3.150, ainda está sendo periciado, mas já foi informado que o ar-condicionado estava na temperatura mínima para preservar o corpo e havia sangue na cama e no chão. Paulo teria ainda passado produtos de limpeza em Lucimara, para tentar conter o cheiro, já que o corpo estava se decompondo.

O delegado responsável pelo caso, Ícaro Freitas, disse não acreditar que Paulo tenha transtorno mentais. “Ele mentiu e se contradisse muito. Quando os vizinhos questionaram onde a Lucimara estava, antes de chamar a Polícia Militar, ele disse que ela estava em Blumenau, que estava tudo bem. Chegou a passar um número de telefone falso também. Só não entendemos porque ele ficou tanto tempo com o corpo, talvez para ver o que faria”, explicou.

Os vizinhos também informaram à polícia que Paulo ficou com o chuveiro ligado por mais de 10 horas – para tentas escoar o sangue.

“Os moradores do prédio ouviram gritos na quinta-feira. Ele confessou que a matou, mas informalmente. Ele disse muitas coisas, inclusive que se algum policial entrasse no apartamento ele se jogaria e levaria um junto. Citou que estava armado, mas também era blefe”, contou.

Chegou até a polícia também a informação de que o advogado já havia tentado se matar em outra ocasião.Foi encontrada no apartamento uma receita para antidepressivos.

“Mas isso não é motivo para ele ter cometido o crime. As escritas em que ele citou as borboletas, aranhas e outras ‘visões’ são recentes, e não sabemos se nada disso é verdade. Eram muitos dizeres desconexos”, acrescentou.

A Polícia Civil segue investigando o caso e o próximo passo será ouvir as testemunhas, entre vizinhos, amigos e parentes do casal.

A principal suspeita é que a motivação para o crime tenha sido algum problema no relacionamento dos dois.

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