Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Faca foi a arma preferida dos covardes em Balneário Camboriú.
EBC.

Quinta, 4/4/2019 11:36.

Ao longo dos anos, houve outros casos de feminicídio em Balneário Camboriú que chocaram a população e alertam para a necessidade de discutir esses crimes covardes.

Em 21 de abril de 2012, Daniel Rodrigues Ferreira, que na época tinha 35 anos, matou a esposa, Rosana dos Santos no apartamento onde moravam, no Centro da cidade.

A mulher era auxiliar de cozinha e foi morta com um golpe de faca no pescoço.

Daniel confessou o crime, entregou a faca para a polícia e apresentou ainda uma filmagem feita com o celular, que mostrava a mulher morta.

Em 05 de maio de 2013, um caso bastante parecido com o de Paulo e Lucimara aconteceu: Douglas Waltrick tentou matar a ex-namorada, Rafaela Elis Schulz, que tinha 23 anos.

Ela também era advogada, assim como a vítima desta semana.

Douglas invadiu o apartamento da vítima, no Centro de Balneário, e a golpeou com um canivete aproximadamente 40 vezes.

Rafaela conseguiu se trancar no banheiro e sobreviveu. Douglas tentou se matar cortando os pulsos, mas foi socorrido e acabou preso.

Outro crime com bastante repercussão na cidade aconteceu em 11 de fevereiro de 2015, ocasião em que Bruno Ouriques Furtado, então com 18 anos, matou a própria mãe, a professora Márcia Ouriques, 44 anos.

Ele a esfaqueou 38 vezes e a sufocou com uma almofada.

O crime aconteceu no apartamento onde os dois moravam, na rua 4.500, e Bruno disse que estava sob efeito de cocaína. Ele foi condenado a 16 anos de prisão.

Em 2019 teve outro feminicídio, ocorrido em 12 de janeiro, na rua 1.542 onde Leomar de Souza matou Silvana Pereira, sua ex-cunhada, e depois tirou a própria vida. No local, um revólver calibre 38 foi encontrado.

No crime desta semana o assassino usou gelo para tentar conservar o corpo de Lucimara, por isso a comunidade comparou o caso com outro que ficou famoso em 1996 quando Osni Antunes matou a esposa, Maria das Graças Mendes, e o filho dela, Washington Luiz de Carvalho. Ele manteve os corpos no freezer da lanchonete da família na rua 1.500.

CAMINHADA

Uma caminhada em protesto à violência contra as mulheres e em apoio à família de Lucimara Stasiak acontecerá no sábado (6), com concentração às 16h30, em frente a Rua 2.000, esquina com a Avenida Atlântica.

A organização pede que os participantes vista preto e levem uma rosa branca.

Nas 24 horas em que a polícia de Balneário Camboriú negociou com o assassino de Lucimara, 12 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, total que pode ser ainda maior porque três Estados brasileiros não registram dessa forma assassinatos de mulheres. 

 

Ler mais:

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Faca foi a arma preferida dos covardes em Balneário Camboriú.

EBC.

Publicidade

Quinta, 4/4/2019 11:36.

Ao longo dos anos, houve outros casos de feminicídio em Balneário Camboriú que chocaram a população e alertam para a necessidade de discutir esses crimes covardes.

Em 21 de abril de 2012, Daniel Rodrigues Ferreira, que na época tinha 35 anos, matou a esposa, Rosana dos Santos no apartamento onde moravam, no Centro da cidade.

A mulher era auxiliar de cozinha e foi morta com um golpe de faca no pescoço.

Daniel confessou o crime, entregou a faca para a polícia e apresentou ainda uma filmagem feita com o celular, que mostrava a mulher morta.

Em 05 de maio de 2013, um caso bastante parecido com o de Paulo e Lucimara aconteceu: Douglas Waltrick tentou matar a ex-namorada, Rafaela Elis Schulz, que tinha 23 anos.

Ela também era advogada, assim como a vítima desta semana.

Douglas invadiu o apartamento da vítima, no Centro de Balneário, e a golpeou com um canivete aproximadamente 40 vezes.

Rafaela conseguiu se trancar no banheiro e sobreviveu. Douglas tentou se matar cortando os pulsos, mas foi socorrido e acabou preso.

Outro crime com bastante repercussão na cidade aconteceu em 11 de fevereiro de 2015, ocasião em que Bruno Ouriques Furtado, então com 18 anos, matou a própria mãe, a professora Márcia Ouriques, 44 anos.

Ele a esfaqueou 38 vezes e a sufocou com uma almofada.

O crime aconteceu no apartamento onde os dois moravam, na rua 4.500, e Bruno disse que estava sob efeito de cocaína. Ele foi condenado a 16 anos de prisão.

Em 2019 teve outro feminicídio, ocorrido em 12 de janeiro, na rua 1.542 onde Leomar de Souza matou Silvana Pereira, sua ex-cunhada, e depois tirou a própria vida. No local, um revólver calibre 38 foi encontrado.

No crime desta semana o assassino usou gelo para tentar conservar o corpo de Lucimara, por isso a comunidade comparou o caso com outro que ficou famoso em 1996 quando Osni Antunes matou a esposa, Maria das Graças Mendes, e o filho dela, Washington Luiz de Carvalho. Ele manteve os corpos no freezer da lanchonete da família na rua 1.500.

CAMINHADA

Uma caminhada em protesto à violência contra as mulheres e em apoio à família de Lucimara Stasiak acontecerá no sábado (6), com concentração às 16h30, em frente a Rua 2.000, esquina com a Avenida Atlântica.

A organização pede que os participantes vista preto e levem uma rosa branca.

Nas 24 horas em que a polícia de Balneário Camboriú negociou com o assassino de Lucimara, 12 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, total que pode ser ainda maior porque três Estados brasileiros não registram dessa forma assassinatos de mulheres. 

 

Ler mais:

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade