Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Polícia
GAECO diz que telefonema liga “Verinha” a matador do engenheiro Sérgio Renato

Homem ligou para a despachante para informar que o matador havia sido preso

Sábado, 19/5/2018 10:08.
Arquivo da família.
Sérgio Renato foi assassinado em fevereiro de 2017

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A prisão da despachante Vera Lúcia da Luz, acusada de ser a mandante do assassinato do engenheiro Sérgio Renato Silva, não decorre de uma prova cabal e sim de indícios e da delação de Paulo Henrique Faustino, um dos que participou da organização do crime.

No entanto um fato liga “Verinha” ao matador que havia prestado serviços de construção à uma empresa de propriedade da despachante.

No dia da prisão de Celso Machado, acusado de executar o engenheiro Sérgio Renato Silva, os policiais interceptaram um telefonema do sócio de Celso, Edgar Acosta, para “Verinha”.

Ela, Celso e Edgar não tinham mais qualquer relação profissional pois eles fizeram o trabalho numa obra e receberam o valor devido.

Edgar telefonou para “Verinha” a cobrar, de um orelhão, às 18h20, apesar de possuir telefones celulares em seu nome.

O diálogo foi rápido, ele queria falar com “Verinha” pessoalmente e marcaram encontro para o dia seguinte.

Em depoimento à polícia ele disse que telefonou marcando o encontro porque precisava informar a prisão de Celso a "Verinha"

Os policiais interpretaram dessa forma esse telefonema:


OUTRO LADO

OUTRO LADO
O advogado da despachante, Guilherme Gottardi, afirmou que sua cliente não tem relação alguma com crimes e que não existem provas contra ela.


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Página 3
Arquivo da família.
Sérgio Renato foi assassinado em fevereiro de 2017
Sérgio Renato foi assassinado em fevereiro de 2017

GAECO diz que telefonema liga “Verinha” a matador do engenheiro Sérgio Renato

Homem ligou para a despachante para informar que o matador havia sido preso

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Sábado, 19/5/2018 10:08.

A prisão da despachante Vera Lúcia da Luz, acusada de ser a mandante do assassinato do engenheiro Sérgio Renato Silva, não decorre de uma prova cabal e sim de indícios e da delação de Paulo Henrique Faustino, um dos que participou da organização do crime.

No entanto um fato liga “Verinha” ao matador que havia prestado serviços de construção à uma empresa de propriedade da despachante.

No dia da prisão de Celso Machado, acusado de executar o engenheiro Sérgio Renato Silva, os policiais interceptaram um telefonema do sócio de Celso, Edgar Acosta, para “Verinha”.

Ela, Celso e Edgar não tinham mais qualquer relação profissional pois eles fizeram o trabalho numa obra e receberam o valor devido.

Edgar telefonou para “Verinha” a cobrar, de um orelhão, às 18h20, apesar de possuir telefones celulares em seu nome.

O diálogo foi rápido, ele queria falar com “Verinha” pessoalmente e marcaram encontro para o dia seguinte.

Em depoimento à polícia ele disse que telefonou marcando o encontro porque precisava informar a prisão de Celso a "Verinha"

Os policiais interpretaram dessa forma esse telefonema:


OUTRO LADO

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O advogado da despachante, Guilherme Gottardi, afirmou que sua cliente não tem relação alguma com crimes e que não existem provas contra ela.


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