Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Polícia
GAECO sustenta que “Verinha” mandou matar o engenheiro Sérgio Renato

Outra pessoa que supostamente conhecia os fatos também foi assassinada

Sexta, 18/5/2018 15:20.
Reprodução autorizada de Night & Cia.
Verinha, acusada pelo GAECO de ser a mandante do homicídio.

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Documentos obtidos pelo Página 3 mostram que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) sustenta que a despachante Vera Lúcia da Luz, a “Verinha” mandou matar o engenheiro Sérgio Renato Silva, em fevereiro do ano passado, após a vítima descobrir falsificação de documentos na prefeitura.

O advogado da despachante, presa desde o dia 10, Guilherme Gottardi, nega a acusação.

Um organograma da organização criminosa elaborado pelo GAECO mostra “Verinha” como cabeça, seguida por Celso Machado, vulgo “Paulista” -acusado de executar o engenheiro- e mais abaixo outros seis envolvidos.

Pesquisas em cartórios, na prefeitura, monitoramento telefônico e depoimentos mostram “Verinha” diretamente envolvida com os projetos de construção de edifícios que tiveram documentos falsificados.

A acusação do GAECO tem como base o depoimento de um envolvido no crime, Paulo Henrique Faustino, que estava preso junto com “Paulista”, o executor. Este teria lhe revelado que a contratante foi “Verinha”.

Esse delator contou aos investigadores que “Paulista” lhe ofereceu R$ 50 mil para ficar em silêncio.

Outro preso, que teria tomado conhecimento do suposto envolvimento de “Verinha”, foi morto no Monte Alegre, após deixar a prisão.

O que diz a defesa

O advogado Guilherme Gottardi disse que a acusação contra sua cliente se baseia apenas no depoimento em colaboração premiada de um indivíduo que estava preso (Faustino) e foi solto após essa colaboração.

“É uma colaboração isolada, só ele levanta isso no processo, não há nenhuma prova que corrobore a afirmação dele”, destacou o advogado, negando também o envolvimento da sua cliente num segundo homicídio, ocorrido no Monte Alegre.

Guilherme Gottardi informou que já requereu a soltura da sua cliente e aguarda manifestação do Ministério Público e do juiz a respeito.


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Página 3
Reprodução autorizada de Night & Cia.
Verinha, acusada pelo GAECO de ser a mandante do homicídio.
Verinha, acusada pelo GAECO de ser a mandante do homicídio.

GAECO sustenta que “Verinha” mandou matar o engenheiro Sérgio Renato

Outra pessoa que supostamente conhecia os fatos também foi assassinada

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Sexta, 18/5/2018 15:20.

Documentos obtidos pelo Página 3 mostram que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) sustenta que a despachante Vera Lúcia da Luz, a “Verinha” mandou matar o engenheiro Sérgio Renato Silva, em fevereiro do ano passado, após a vítima descobrir falsificação de documentos na prefeitura.

O advogado da despachante, presa desde o dia 10, Guilherme Gottardi, nega a acusação.

Um organograma da organização criminosa elaborado pelo GAECO mostra “Verinha” como cabeça, seguida por Celso Machado, vulgo “Paulista” -acusado de executar o engenheiro- e mais abaixo outros seis envolvidos.

Pesquisas em cartórios, na prefeitura, monitoramento telefônico e depoimentos mostram “Verinha” diretamente envolvida com os projetos de construção de edifícios que tiveram documentos falsificados.

A acusação do GAECO tem como base o depoimento de um envolvido no crime, Paulo Henrique Faustino, que estava preso junto com “Paulista”, o executor. Este teria lhe revelado que a contratante foi “Verinha”.

Esse delator contou aos investigadores que “Paulista” lhe ofereceu R$ 50 mil para ficar em silêncio.

Outro preso, que teria tomado conhecimento do suposto envolvimento de “Verinha”, foi morto no Monte Alegre, após deixar a prisão.

O que diz a defesa

O advogado Guilherme Gottardi disse que a acusação contra sua cliente se baseia apenas no depoimento em colaboração premiada de um indivíduo que estava preso (Faustino) e foi solto após essa colaboração.

“É uma colaboração isolada, só ele levanta isso no processo, não há nenhuma prova que corrobore a afirmação dele”, destacou o advogado, negando também o envolvimento da sua cliente num segundo homicídio, ocorrido no Monte Alegre.

Guilherme Gottardi informou que já requereu a soltura da sua cliente e aguarda manifestação do Ministério Público e do juiz a respeito.


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