Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Polícia
PF prende banqueiro responsável por lavagem da H. Stern

Sexta, 3/8/2018 8:35.
Marcelo Camargo/EBC

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ITALO NOGUEIRA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal prendeu na manhã desta sexta-feira (3) Eduardo Plass, ex-gestor do TAG Bank e da Opus. Ele é suspeito de ser o responsável pela lavagem de dinheiro de R$ 90 milhões da joalheria H. Stern.

O juiz Marcelo Bretas expediu três mandados de prisão temporários, sendo os outros dois a sócias minoritárias de Plass: Maria Ripper Kos e Priscila Moreira Iglesias.

De acordo com as investigações da Operação Hashtag, Plass recebia dinheiro em espécie dos diretores administrativos de joalheria em Ipanema, Zona Sul do Rio, e, posteriormente, transferia os valores para o exterior.

Um dos principais clientes que pagava em dinheiro em espécie e sem nota fiscal era o ex-governador Sérgio Cabral (MDB). Os diretores da H. Stern firmaram acordo de delação premiada com o MPF.

O banqueiro já havia sido citado na Operação Eficiência, que prendeu Eike Batista. O TAG Bank do Panamá era o responsável pela conta Golden Rock, usada pelo empresário para pagar propina ao ex-governador Sérgio Cabral (MDB), segundo o Ministério Público Federal.

Na ocasião ele foi conduzido coercitivamente, mas sequer foi indiciado pela PF.


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Página 3
Marcelo Camargo/EBC

PF prende banqueiro responsável por lavagem da H. Stern

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Sexta, 3/8/2018 8:35.

ITALO NOGUEIRA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal prendeu na manhã desta sexta-feira (3) Eduardo Plass, ex-gestor do TAG Bank e da Opus. Ele é suspeito de ser o responsável pela lavagem de dinheiro de R$ 90 milhões da joalheria H. Stern.

O juiz Marcelo Bretas expediu três mandados de prisão temporários, sendo os outros dois a sócias minoritárias de Plass: Maria Ripper Kos e Priscila Moreira Iglesias.

De acordo com as investigações da Operação Hashtag, Plass recebia dinheiro em espécie dos diretores administrativos de joalheria em Ipanema, Zona Sul do Rio, e, posteriormente, transferia os valores para o exterior.

Um dos principais clientes que pagava em dinheiro em espécie e sem nota fiscal era o ex-governador Sérgio Cabral (MDB). Os diretores da H. Stern firmaram acordo de delação premiada com o MPF.

O banqueiro já havia sido citado na Operação Eficiência, que prendeu Eike Batista. O TAG Bank do Panamá era o responsável pela conta Golden Rock, usada pelo empresário para pagar propina ao ex-governador Sérgio Cabral (MDB), segundo o Ministério Público Federal.

Na ocasião ele foi conduzido coercitivamente, mas sequer foi indiciado pela PF.


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