Jornal Página 3

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Governo do estado escondeu laudos ruins de água e esgoto
Arquivo JP3
Rio Camboriú poluído na saída da estação de tratamento da Emasa.

Quarta, 25/1/2017 16:01.

A Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc), autarquia do governo do estado que faz a regulação de energia elétrica, gás canalizado, recursos minerais e saneamento básico escondeu quatro laudos de inspeções realizadas na Emasa no ano passado.

A omissão foi deliberada. “Não publicamos porque tem anormalidade (no saneamento) a diretoria colegiada é que vai decidir” disse ao Página 3 uma fonte da Aresc.

Em 05 de maio de 2016 foram feitas coletas de esgoto e os resultados não vieram a público. Três semanas antes, em 13 de abril, o Página 3 produziu uma extensa reportagem mostrando que a Emasa, depois de gastar R$ 80 milhões continuava jogando esgoto no Rio Camboriú.

Naquela reportagem foi destacado que “a Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc), que deveria fiscalizar a Emasa, custou no ano passado R$ 438 mil aos contribuintes de Balneário Camboriú e pode-se dizer que foi um dinheiro jogado fora".

Na verdade a Aresc é cúmplice das irregularidades na Emasa porque detecta as anormalidades na água e no esgoto e esconde o fato da população.

Outras três inspeções foram feitas em 2016 e em todas elas os laudos ficaram escondidos: nos dias 17 e 18 de maio; no dia 25 de agosto e em 2 de dezembro.

Ontem, após o Página 3 questionar,  a Aresc publicou o laudo da inspeção feita em 5 de maio de 2016. 

Esse relatório, omitido propositalmente pela Aresc, confirma a matéria jornalística do Página 3 de 13 de abril, a Emasa estava realmente poluindo o Rio Camboriú.

Resta esclarecer se a direção da Emasa e o Ministério Público tinham conhecimento desse laudo porque em caso positivo significa que participaram da tentativa de esconder os fatos da população.

 

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Página 3

Governo do estado escondeu laudos ruins de água e esgoto

Arquivo JP3
Rio Camboriú poluído na saída da estação de tratamento da Emasa.
Rio Camboriú poluído na saída da estação de tratamento da Emasa.

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Quarta, 25/1/2017 16:01.

A Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc), autarquia do governo do estado que faz a regulação de energia elétrica, gás canalizado, recursos minerais e saneamento básico escondeu quatro laudos de inspeções realizadas na Emasa no ano passado.

A omissão foi deliberada. “Não publicamos porque tem anormalidade (no saneamento) a diretoria colegiada é que vai decidir” disse ao Página 3 uma fonte da Aresc.

Em 05 de maio de 2016 foram feitas coletas de esgoto e os resultados não vieram a público. Três semanas antes, em 13 de abril, o Página 3 produziu uma extensa reportagem mostrando que a Emasa, depois de gastar R$ 80 milhões continuava jogando esgoto no Rio Camboriú.

Naquela reportagem foi destacado que “a Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc), que deveria fiscalizar a Emasa, custou no ano passado R$ 438 mil aos contribuintes de Balneário Camboriú e pode-se dizer que foi um dinheiro jogado fora".

Na verdade a Aresc é cúmplice das irregularidades na Emasa porque detecta as anormalidades na água e no esgoto e esconde o fato da população.

Outras três inspeções foram feitas em 2016 e em todas elas os laudos ficaram escondidos: nos dias 17 e 18 de maio; no dia 25 de agosto e em 2 de dezembro.

Ontem, após o Página 3 questionar,  a Aresc publicou o laudo da inspeção feita em 5 de maio de 2016. 

Esse relatório, omitido propositalmente pela Aresc, confirma a matéria jornalística do Página 3 de 13 de abril, a Emasa estava realmente poluindo o Rio Camboriú.

Resta esclarecer se a direção da Emasa e o Ministério Público tinham conhecimento desse laudo porque em caso positivo significa que participaram da tentativa de esconder os fatos da população.

 

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