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Empresário de Balneário é preso em operação da Polícia Federal

Quinta, 20/10/2016 9:48.

Um homem foi preso pela Polícia Federal na Rua 1.822, no Centro de Balneário Camboriú, na manhã de quarta-feira (19). A prisão faz parte da Operação Java, que está sendo deflagrada em seis estados do Brasil e no Distrito Federal, visando conter um esquema de fraudes na Receita Federal. O papel do sujeito detido em Balneário e o nome dele não foram informados.

Segundo informações da Polícia Federal, os membros da organização criminosa são especialistas em fraudar a Receita, e fazem isso através de compensações tributárias forjadas. Eles usavam créditos fantasmas para quitar dívidas de empresas com o fisco, através do programa Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação (PER/DCOMP).

A PF informou ainda que as investigações revelaram a participação de diversas empresas no esquema. Os fraudadores adquiriam esses créditos para quitar seus débitos fiscais, pagando valores inferiores ao que deviam. Essas negociações eram feitas para comprovar regularidade com a Receita Federal e para poderem participar de licitações públicas.

As investigações apontaram que essa fraude foi responsável pela redução na arrecadação federal do mês de agosto deste ano, demonstrando o potencial de dano da quadrilha. 150 policiais participaram da operação em Santa Catarina, Goiás, Bahia, Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Distrito Federal. Foram cumpridos 42 mandados judiciais, sendo 12 de prisão temporária, 12 de condução coercitiva e 18 mandados de busca e apreensão.

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Empresário de Balneário é preso em operação da Polícia Federal

Quinta, 20/10/2016 9:48.

Um homem foi preso pela Polícia Federal na Rua 1.822, no Centro de Balneário Camboriú, na manhã de quarta-feira (19). A prisão faz parte da Operação Java, que está sendo deflagrada em seis estados do Brasil e no Distrito Federal, visando conter um esquema de fraudes na Receita Federal. O papel do sujeito detido em Balneário e o nome dele não foram informados.

Segundo informações da Polícia Federal, os membros da organização criminosa são especialistas em fraudar a Receita, e fazem isso através de compensações tributárias forjadas. Eles usavam créditos fantasmas para quitar dívidas de empresas com o fisco, através do programa Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação (PER/DCOMP).

A PF informou ainda que as investigações revelaram a participação de diversas empresas no esquema. Os fraudadores adquiriam esses créditos para quitar seus débitos fiscais, pagando valores inferiores ao que deviam. Essas negociações eram feitas para comprovar regularidade com a Receita Federal e para poderem participar de licitações públicas.

As investigações apontaram que essa fraude foi responsável pela redução na arrecadação federal do mês de agosto deste ano, demonstrando o potencial de dano da quadrilha. 150 policiais participaram da operação em Santa Catarina, Goiás, Bahia, Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Distrito Federal. Foram cumpridos 42 mandados judiciais, sendo 12 de prisão temporária, 12 de condução coercitiva e 18 mandados de busca e apreensão.

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