Jornal Página 3

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Desaparecimento de Ícaro completa um mês
Ícaro e o padrasto, Alois

Quinta, 10/3/2016 9:37.

Nesta quarta-feira (9) completou um mês do desaparecimento do garoto Ícaro Alexandre Pereira, 7. O frentista Alois Gebauer, que é padrasto dele, está preso desde o último dia 28. Ele continua sendo o principal suspeito do desaparecimento do enteado, que sumiu na terça-feira de Carnaval da Rua 3.450, onde vivia com Alois e a mãe, Ariane Pereira.

O delegado da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú e responsável pelo caso, Rodolfo Farah Valente Filho, afirma que até o momento tudo indica que Alois é o principal suspeito. “Não há outra pessoa que possa ter se envolvido no caso. Cada dia que passa reforça mais o indício de que o Ícaro foi vítima de um crime e não simplesmente desapareceu”, comenta.

Farah informa que a mãe, Ariane, está bastante abalada com toda a situação e que continua desesperada procurando pelo seu filho. “Ela está muito nervosa. Começamos a prepará-la que talvez ela tenha que aceitar que o pior pode ter acontecido. Ela está com dificuldade de entender tudo o que está acontecendo, e isso piorou com a prisão do Alois, que era a única pessoa perto dela e que agora está preso como principal suspeito do desaparecimento do Ícaro”, diz.

Ariane foi procurada e se recusou a falar com o Página 3, alegando que a imprensa está interpretando da forma errada o que ela fala e que isso está ‘respingando’ nela. Ela continua trabalhando o dia inteiro, das 8h30 às 18h.

A perícia do apartamento onde a família vive, no Centro de Balneário, foi feita e encaminhada ao Instituto Geral de Perícias (IGP) de Florianópolis. O órgão está lotado de trabalhos, mas a DIC BC pediu prioridade ao caso. Os peritos irão analisar se há vestígios biológicos como sêmen ou sangue, e se isso se confirmar será feito um teste de DNA para saber de quem é.

“Não podemos trabalhar com desespero”

A avó de Ícaro, Maria Bethânia Guimarães Rosa, que mora em Bertioga/SP, está desesperada com a situação e tem procurado os jornais da região para expressar sua opinião. Ela chegou a informar que o delegado Farah havia ligado para seu filho (pai de Ícaro) dizendo que Alois havia confessado o crime. Isso nunca aconteceu.

“Não podemos trabalhar com desespero, e essa senhora está desesperada. É preciso coerência e tranquilidade. Ela alimentou a imprensa com mentiras e isso prejudica as investigações. Estamos tratando as informações dela como falsas”, comenta o delegado.

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Desaparecimento de Ícaro completa um mês

Ícaro e o padrasto, Alois
Ícaro e o padrasto, Alois
Quinta, 10/3/2016 9:37.

Nesta quarta-feira (9) completou um mês do desaparecimento do garoto Ícaro Alexandre Pereira, 7. O frentista Alois Gebauer, que é padrasto dele, está preso desde o último dia 28. Ele continua sendo o principal suspeito do desaparecimento do enteado, que sumiu na terça-feira de Carnaval da Rua 3.450, onde vivia com Alois e a mãe, Ariane Pereira.

O delegado da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú e responsável pelo caso, Rodolfo Farah Valente Filho, afirma que até o momento tudo indica que Alois é o principal suspeito. “Não há outra pessoa que possa ter se envolvido no caso. Cada dia que passa reforça mais o indício de que o Ícaro foi vítima de um crime e não simplesmente desapareceu”, comenta.

Farah informa que a mãe, Ariane, está bastante abalada com toda a situação e que continua desesperada procurando pelo seu filho. “Ela está muito nervosa. Começamos a prepará-la que talvez ela tenha que aceitar que o pior pode ter acontecido. Ela está com dificuldade de entender tudo o que está acontecendo, e isso piorou com a prisão do Alois, que era a única pessoa perto dela e que agora está preso como principal suspeito do desaparecimento do Ícaro”, diz.

Ariane foi procurada e se recusou a falar com o Página 3, alegando que a imprensa está interpretando da forma errada o que ela fala e que isso está ‘respingando’ nela. Ela continua trabalhando o dia inteiro, das 8h30 às 18h.

A perícia do apartamento onde a família vive, no Centro de Balneário, foi feita e encaminhada ao Instituto Geral de Perícias (IGP) de Florianópolis. O órgão está lotado de trabalhos, mas a DIC BC pediu prioridade ao caso. Os peritos irão analisar se há vestígios biológicos como sêmen ou sangue, e se isso se confirmar será feito um teste de DNA para saber de quem é.

“Não podemos trabalhar com desespero”

A avó de Ícaro, Maria Bethânia Guimarães Rosa, que mora em Bertioga/SP, está desesperada com a situação e tem procurado os jornais da região para expressar sua opinião. Ela chegou a informar que o delegado Farah havia ligado para seu filho (pai de Ícaro) dizendo que Alois havia confessado o crime. Isso nunca aconteceu.

“Não podemos trabalhar com desespero, e essa senhora está desesperada. É preciso coerência e tranquilidade. Ela alimentou a imprensa com mentiras e isso prejudica as investigações. Estamos tratando as informações dela como falsas”, comenta o delegado.

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