Jornal Página 3

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Comandante da PM afirma novamente que mulher abordada é traficante de drogas
Divulgação

Terça, 24/5/2016 12:16.

O comando do 12º Batalhão da Polícia Militar publicou em sua página no Facebook um questionamento à Polícia Civil de Balneário Camboriú que liberou uma suposta traficante de drogas, presa no último sábado (21). O comandante Evaldo Hoffmann contrariou a versão apresentada pela Polícia Civil ao Página 3, e afirma novamente que a mulher abordada é traficante de drogas, pois no celular dela havia mensagens que comprovavam o crime.

Hoffmann explica que prenderam a suposta traficante dentro do carro, com os R$ 15 mil em dinheiro e com a cocaína.

“Em momento algum ela disse que esse valor era proveniente da venda de um veículo e de uma lanchonete. Para nós ela falou que o dinheiro veio do movimento do mercadinho dela no sábado. É muito dinheiro para um comércio como o dela. Para nós, o crime de tráfico estava bem caracterizado e tinha elementos suficientes para uma prisão em flagrante. No celular dela encontramos mensagens de potenciais usuários de drogas combinando a compra dessas substâncias ilícitas”, afirma.

Sobre a alegação de que a PM estava perseguindo a mulher, Hoffmann explica que a monitoravam porque ela é traficante. Ele falou também que o marido da mulher não teria confessado a propriedade da droga. “Nós nem o abordamos. Em momento algum ele assumiu que a droga era dele. Na delegacia o delegado pediu que os PMs alterassem o depoimento para falarem sobre isso, mas eles não aceitaram”, destaca.

O comandante comenta que não questiona a decisão de não-prisão do delegado José Eliomar Beber, e sim o fato de que a viatura da Polícia Militar teve que ficar seis horas (das 19h à 1h) na delegacia esperando a resposta de Beber.

“Normalmente resolvemos uma situação do tipo em 20 minutos e dessa vez demorou todo esse tempo. Os bairros São Judas Tadeu e Barra ficaram sem viatura por causa disso. A Polícia Civil terá que explicar ao Ministério Público porque demoraram tanto. A comunidade não pode sofrer as consequências disso”, diz.

Hoffmann acrescentou ainda que uma ‘demora demasiada’ como essa nunca havia acontecido, mas que não houve nenhum desentendimento entre as partes. “Pelo contrário, temos um relacionamento excelente com a Polícia Civil. Somos parceiros e trabalhos juntos para prestar um serviço de qualidade para a comunidade”, defende.

 

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Comandante da PM afirma novamente que mulher abordada é traficante de drogas

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Terça, 24/5/2016 12:16.

O comando do 12º Batalhão da Polícia Militar publicou em sua página no Facebook um questionamento à Polícia Civil de Balneário Camboriú que liberou uma suposta traficante de drogas, presa no último sábado (21). O comandante Evaldo Hoffmann contrariou a versão apresentada pela Polícia Civil ao Página 3, e afirma novamente que a mulher abordada é traficante de drogas, pois no celular dela havia mensagens que comprovavam o crime.

Hoffmann explica que prenderam a suposta traficante dentro do carro, com os R$ 15 mil em dinheiro e com a cocaína.

“Em momento algum ela disse que esse valor era proveniente da venda de um veículo e de uma lanchonete. Para nós ela falou que o dinheiro veio do movimento do mercadinho dela no sábado. É muito dinheiro para um comércio como o dela. Para nós, o crime de tráfico estava bem caracterizado e tinha elementos suficientes para uma prisão em flagrante. No celular dela encontramos mensagens de potenciais usuários de drogas combinando a compra dessas substâncias ilícitas”, afirma.

Sobre a alegação de que a PM estava perseguindo a mulher, Hoffmann explica que a monitoravam porque ela é traficante. Ele falou também que o marido da mulher não teria confessado a propriedade da droga. “Nós nem o abordamos. Em momento algum ele assumiu que a droga era dele. Na delegacia o delegado pediu que os PMs alterassem o depoimento para falarem sobre isso, mas eles não aceitaram”, destaca.

O comandante comenta que não questiona a decisão de não-prisão do delegado José Eliomar Beber, e sim o fato de que a viatura da Polícia Militar teve que ficar seis horas (das 19h à 1h) na delegacia esperando a resposta de Beber.

“Normalmente resolvemos uma situação do tipo em 20 minutos e dessa vez demorou todo esse tempo. Os bairros São Judas Tadeu e Barra ficaram sem viatura por causa disso. A Polícia Civil terá que explicar ao Ministério Público porque demoraram tanto. A comunidade não pode sofrer as consequências disso”, diz.

Hoffmann acrescentou ainda que uma ‘demora demasiada’ como essa nunca havia acontecido, mas que não houve nenhum desentendimento entre as partes. “Pelo contrário, temos um relacionamento excelente com a Polícia Civil. Somos parceiros e trabalhos juntos para prestar um serviço de qualidade para a comunidade”, defende.

 

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