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Latrocida é preso nas ruas de Balneário Camboriú

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Quarta, 22/6/2016 9:55.

Vinícios Ceron, 24 anos, foragido da Justiça do Rio Grande do Sul por latrocínio, foi preso na segunda-feira (20), na Marginal Oeste, no Bairro dos Municípios, em Balneário Camboriú. Ele também é suspeito de ter cometido um latrocínio em Camboriú em março deste ano.

Ele estava junto de alguns amigos quando a Polícia Militar suspeitou do grupo e os abordou. O suspeito correu, mas foi perseguido e capturado.

Quando o nome dele foi consultado, os policiais descobriram que ele estava com mandado de prisão ativo contra si por um latrocínio ocorrido no Rio Grande do Sul. Além de estar foragido da Justiça, Vinícios também é suspeito de realizar furtos no Centro de Balneário Camboriú.

Ele foi preso e encaminhado ao Complexo Penitenciário do Vale do Itajaí.

“Nada vai trazer meu pai de volta”

Vinícios é suspeito da autoria do latrocínio que vitimou o aposentado Oliveira Ferreira, 64, morto brutalmente em março. A filha de Oliveira, Franciele de Lima Ferreira, 24, estudante de Direito, conta que através de perícias no carro do pai, que foi encontrado abandonado em Florianópolis, foram identificadas digitais de Vinícios. A polícia deve ouvir ele sobre o crime ainda hoje.

O crime

Oliveira saiu de casa, em Camboriú, às 19h do dia 1º de março e não voltou mais. Na manhã do dia 2 a família começou a procurá-lo. O corpo dele foi localizado em um matagal em Camboriú. O rosto da vítima estava deformado por conta de uma forte pancada que ele levou na cabeça. “Até hoje não se sabe se o bandido pisou no rosto dele ou se foi uma pedrada ou paulada”, diz. 

Oliveira era torneiro mecânico e tinha lutado cerca de um ano para se aposentar, devido problemas nas mãos. Ele enfim havia conseguido e havia recebido os atrasados da aposentadoria, que totalizavam cerca de R$ 10 mil. “Não sabemos como esse homem chegou até o meu pai, mas provavelmente ficou sabendo que ele tinha dinheiro, porque roubou o cartão e gastou tudo... ele comprou besteiras como cigarro, bolacha, chinelo...”, conta.

Ela comenta que o pai provavelmente não reagiu ao crime, já que inclusive passou a senha do cartão. “Ele sempre me dizia que se algum dia eu fosse assaltada não era para reagir, porque não valia a pena. Acredito que esse homem matou o meu pai para que ele não o reconhecesse e o entregasse para a polícia”, afirma. O criminoso também levou o carro, que foi encontrado tempos depois na capital do Estado.

Com a prisão de Vinícios, a família da vítima se sente mais aliviada. “Mas nada vai trazer meu pai de volta, a dor continua”, lamenta.

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