Jornal Página 3

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Gravação mostra agressão covarde na Avenida Atlântica
Reprodução

Quarta, 3/2/2016 16:41.

A vítima agredida por um porrete, na manhã de quarta-feira (3), no quiosque 16, na Avenida Atlântica de Balneário Camboriú, ainda não foi identificada. A Polícia Civil está investigando o caso.

A ocorrência aconteceu às 7h desta quarta-feira (4). Os bombeiros informaram que foram até o local para socorrer a vítima, um homem ainda não identificado, mas ele não estava mais lá. Testemunhas relataram que após ele se recuperar da agressão, se levantou e fugiu. O agressor também não foi encontrado.

O que indigna é que quem emprestou o porrete usado na agressão foi o homem que estava trabalhando no quiosque – isso pode ser visto através do vídeo nesta matéria. A Polícia Militar não soube informar se ele é o proprietário ou apenas funcionário do ponto.

A PM divulgou ainda que militares foram até lá, o quiosque fica perto da Rua 1.500, e que em conversa com pessoas que estavam nas proximidades, ninguém quis se manifestar sobre o caso, dizendo que nada havia acontecido.

Os policiais foram embora do local, mas após a divulgação do vídeo retornaram para tentar entender o que havia acontecido, porém não conseguiram apurar a motivação, identificação da vítima e dos demais envolvidos. Todos fugiram logo após o crime.

De acordo com a Procuradoria do Município, o fato será investigado porque o contrato de concessão dos quiosques impõe penalidades a comportamentos do proprietário ou funcionários que podem resultar até no fechamento do ponto comercial.

 

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A vítima agredida por um porrete, na manhã de quarta-feira (3), no quiosque 16, na Avenida Atlântica de Balneário Camboriú, ainda não foi identificada. A Polícia Civil está investigando o caso.

A ocorrência aconteceu às 7h desta quarta-feira (4). Os bombeiros informaram que foram até o local para socorrer a vítima, um homem ainda não identificado, mas ele não estava mais lá. Testemunhas relataram que após ele se recuperar da agressão, se levantou e fugiu. O agressor também não foi encontrado.

O que indigna é que quem emprestou o porrete usado na agressão foi o homem que estava trabalhando no quiosque – isso pode ser visto através do vídeo nesta matéria. A Polícia Militar não soube informar se ele é o proprietário ou apenas funcionário do ponto.

A PM divulgou ainda que militares foram até lá, o quiosque fica perto da Rua 1.500, e que em conversa com pessoas que estavam nas proximidades, ninguém quis se manifestar sobre o caso, dizendo que nada havia acontecido.

Os policiais foram embora do local, mas após a divulgação do vídeo retornaram para tentar entender o que havia acontecido, porém não conseguiram apurar a motivação, identificação da vítima e dos demais envolvidos. Todos fugiram logo após o crime.

De acordo com a Procuradoria do Município, o fato será investigado porque o contrato de concessão dos quiosques impõe penalidades a comportamentos do proprietário ou funcionários que podem resultar até no fechamento do ponto comercial.

 

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