Jornal Página 3

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Polícia prendeu preventivamente o padrasto do garoto Ícaro

Segunda, 29/2/2016 13:51.

A Polícia Civil de Balneário Camboriú, com base em autorização da justiça, prendeu preventivamente neste domingo, pelo prazo de até 30 dias, Alois Gebauer, padrasto do menino Ícaro Alexandre Ferreira que desapareceu de sua casa na Rua 3450 há quase três semanas.

É falso o boato de que Alois teria confessado, mas a polícia desconfia do seu envolvimento com um suposto crime, em especial devido a contradições em depoimentos.

Na sexta-feira ele conversou com o Página 3, veja os detalhes.

Desaparecimento de garoto gera troca de acusações

Com o garoto Ícaro Alexandre Pereira, 7 anos, desaparecido há 18 dias da casa onde morava com a mãe e o padrasto na Rua 3.450, aumentam as acusações entre polícia e familiares sem que até o momento haja uma pista concreta para elucidar o caso.

Ontem a avó paterna do menino, Maria Bethânia Guimarães Rosa, que mora em Bertioga (SP) disse ao Página 3 que a mãe, Ariane Pereira, sumiu com seu neto. Ela contou que seu filho, Jonathas de Lima Rocha, repassou à polícia um áudio onde Ariane, da qual é separado, dizia que iria sumir com Ícaro e que ele nunca mais veria o filho.

O padrasto do menino, Alois Gebauer, disse que a relação entre sua esposa e o ex-marido é tumultuada, vivem brigando e se ameaçando mutuamente. Contou que no primeiro ano e meio de vida da criança o pai estava preso e depois o casal se separou, portanto Ícaro viveu mais tempo com ele do que com o genitor.

A polícia alega que a mãe e o padrasto não estão colaborando adequadamente. A delegada de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso de Balneário Camboriú, Ruth Henn, conta que a cada depoimento que a mãe e o padrasto prestam eles mudam as informações e se contradizem. “Eles só foram registrar o desaparecimento do menino um dia depois do sumiço e isso já dificulta muito”, salienta.

O padrasto contesta esta afirmação. Diz que no dia do desaparecimento foi à delegacia e a polícia não quis fazer o registro que só foi efetivado 48 horas depois.

Estão mentindo?

O delegado Rodolfo Farah Valente Filho, que comanda a Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú, concorda com a delegada Ruth e diz que as investigações continuam buscando esclarecer ‘todos os pontos obscuros e indefinidos’ dessa situação.

Questionado se ele acredita que a mãe e o padrasto são os suspeitos do sumiço do garoto, ele nega. “Não temos nenhum suspeito porque não sabemos exatamente o que aconteceu. É uma incógnita. Estamos desde o começo montando um quebra-cabeça, são eles (mãe e padrasto) que nos dão as peças, e estão nos dando as peças erradas”, explica.

A reportagem perguntou se ele acha que a mãe e o padrasto estão mentindo e ele respondeu “eu não acho, eu tenho certeza que eles estão omitindo e mentindo desde o começo”. 

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Polícia prendeu preventivamente o padrasto do garoto Ícaro

Segunda, 29/2/2016 13:51.

A Polícia Civil de Balneário Camboriú, com base em autorização da justiça, prendeu preventivamente neste domingo, pelo prazo de até 30 dias, Alois Gebauer, padrasto do menino Ícaro Alexandre Ferreira que desapareceu de sua casa na Rua 3450 há quase três semanas.

É falso o boato de que Alois teria confessado, mas a polícia desconfia do seu envolvimento com um suposto crime, em especial devido a contradições em depoimentos.

Na sexta-feira ele conversou com o Página 3, veja os detalhes.

Desaparecimento de garoto gera troca de acusações

Com o garoto Ícaro Alexandre Pereira, 7 anos, desaparecido há 18 dias da casa onde morava com a mãe e o padrasto na Rua 3.450, aumentam as acusações entre polícia e familiares sem que até o momento haja uma pista concreta para elucidar o caso.

Ontem a avó paterna do menino, Maria Bethânia Guimarães Rosa, que mora em Bertioga (SP) disse ao Página 3 que a mãe, Ariane Pereira, sumiu com seu neto. Ela contou que seu filho, Jonathas de Lima Rocha, repassou à polícia um áudio onde Ariane, da qual é separado, dizia que iria sumir com Ícaro e que ele nunca mais veria o filho.

O padrasto do menino, Alois Gebauer, disse que a relação entre sua esposa e o ex-marido é tumultuada, vivem brigando e se ameaçando mutuamente. Contou que no primeiro ano e meio de vida da criança o pai estava preso e depois o casal se separou, portanto Ícaro viveu mais tempo com ele do que com o genitor.

A polícia alega que a mãe e o padrasto não estão colaborando adequadamente. A delegada de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso de Balneário Camboriú, Ruth Henn, conta que a cada depoimento que a mãe e o padrasto prestam eles mudam as informações e se contradizem. “Eles só foram registrar o desaparecimento do menino um dia depois do sumiço e isso já dificulta muito”, salienta.

O padrasto contesta esta afirmação. Diz que no dia do desaparecimento foi à delegacia e a polícia não quis fazer o registro que só foi efetivado 48 horas depois.

Estão mentindo?

O delegado Rodolfo Farah Valente Filho, que comanda a Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú, concorda com a delegada Ruth e diz que as investigações continuam buscando esclarecer ‘todos os pontos obscuros e indefinidos’ dessa situação.

Questionado se ele acredita que a mãe e o padrasto são os suspeitos do sumiço do garoto, ele nega. “Não temos nenhum suspeito porque não sabemos exatamente o que aconteceu. É uma incógnita. Estamos desde o começo montando um quebra-cabeça, são eles (mãe e padrasto) que nos dão as peças, e estão nos dando as peças erradas”, explica.

A reportagem perguntou se ele acha que a mãe e o padrasto estão mentindo e ele respondeu “eu não acho, eu tenho certeza que eles estão omitindo e mentindo desde o começo”. 

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