Jornal Página 3

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"Tenho certeza que eles estão omitindo e mentindo desde o começo", diz delegado

Quinta, 25/2/2016 11:38.

O delegado Rodolfo Farah Valente Filho, que comanda a Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú falou ao Página 3 nesta quinta-feira (25) sobre o caso do garoto Ícaro Alexandre Pereira. Ele conta que continuam investigando e que estão buscando esclarecer ‘todos os pontos obscuros e indefinidos’ dessa situação.

Questionado se ele acredita que a mãe e o padrasto são os suspeitos do sumiço do garoto, ele nega. “Não temos nenhum suspeito porque não sabemos exatamente o que aconteceu. É uma incógnita. Estamos desde o começo montando um quebra-cabeça, são eles (mãe e padrasto) que nos dão as peças, e estão nos dando as peças erradas”, explica.

Farah diz ter certeza de que está havendo omissão e mentiras da parte dos dois. “Estamos perdendo muito tempo colhendo informações sem saber se elas são reais. A maioria até agora têm sido falsas ou pela metade”, diz. O delegado conta que está tentando ‘fechar o cerco’ para tentar descobrir se mãe e padrasto estão envolvidos no desaparecimento, mas os dois negam. “Eles dizem que estão cooperando, e de fato estão, porque toda vez que eles são chamados para prestar depoimento eles comparecem. Porém, na hora de responder as nossas perguntas as respostas deles são vagas”, comenta.

O próximo passo da investigação é a perícia. Policiais da DIC já foram até a casa de Ícaro e recolheram na quarta-feira (24) alguns objetos que serão periciados pelo Instituto Geral de Perícias (IGP). A residência também será analisada, mas ainda não tem data certa para isso acontecer.

Ontem (24) a delegada Ruth Henn também falou sobre as contradições nos depoimentos.

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"Tenho certeza que eles estão omitindo e mentindo desde o começo", diz delegado

O delegado Rodolfo Farah Valente Filho, que comanda a Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú falou ao Página 3 nesta quinta-feira (25) sobre o caso do garoto Ícaro Alexandre Pereira. Ele conta que continuam investigando e que estão buscando esclarecer ‘todos os pontos obscuros e indefinidos’ dessa situação.

Questionado se ele acredita que a mãe e o padrasto são os suspeitos do sumiço do garoto, ele nega. “Não temos nenhum suspeito porque não sabemos exatamente o que aconteceu. É uma incógnita. Estamos desde o começo montando um quebra-cabeça, são eles (mãe e padrasto) que nos dão as peças, e estão nos dando as peças erradas”, explica.

Farah diz ter certeza de que está havendo omissão e mentiras da parte dos dois. “Estamos perdendo muito tempo colhendo informações sem saber se elas são reais. A maioria até agora têm sido falsas ou pela metade”, diz. O delegado conta que está tentando ‘fechar o cerco’ para tentar descobrir se mãe e padrasto estão envolvidos no desaparecimento, mas os dois negam. “Eles dizem que estão cooperando, e de fato estão, porque toda vez que eles são chamados para prestar depoimento eles comparecem. Porém, na hora de responder as nossas perguntas as respostas deles são vagas”, comenta.

O próximo passo da investigação é a perícia. Policiais da DIC já foram até a casa de Ícaro e recolheram na quarta-feira (24) alguns objetos que serão periciados pelo Instituto Geral de Perícias (IGP). A residência também será analisada, mas ainda não tem data certa para isso acontecer.

Ontem (24) a delegada Ruth Henn também falou sobre as contradições nos depoimentos.

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