Jornal Página 3

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Polícia desconfia de crime no caso do desaparecimento de Ícaro
Divulgação

Quarta, 24/2/2016 15:18.

A cada dia aumentam as suspeitas de que o garoto Ícaro, de 7 anos, desaparecido desde o dia 9, tenha sido vítima de um crime porque quem pode ajudar a esclarecer os fatos - a mãe e o padrasto do menino - não estão colaborando adequadamente com a polícia.

A opinião é da delegada de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso de Balneário Camboriú, Ruth Henn, que falou ao Página 3 nesta quarta-feira comentando que a cada depoimento que os pais prestam eles mudam as informações e se contradizem. “Eles só foram registrar o desaparecimento do menino um dia depois do sumiço dele e isso já dificulta muito”, salienta.

Ruth lembra que Balneário Camboriú é uma cidade que não possui registros de crianças desaparecidas, principalmente porque é bem monitorada.

“Quando há algum caso de fuga de um adolescente de casa, por exemplo, rapidamente a Guarda Municipal ou o Conselho Tutelar já o localizam. Por isso, nós não temos tanta certeza se o Ícaro realmente desapareceu no dia 9, pois checamos as câmeras de segurança da rua nessa data e hora (com base nas informações dos pais) e não encontramos nada, além de que não há nenhum indício de arrombamento na casa”, informa.

A delegada contou que Ícaro sempre ficava sozinho das 15h às 18h, horário em que a mãe e o padrasto estavam trabalhando. “Os dois foram as únicas pessoas que o viram e que podem nos ajudar a solucionar esse caso, mas eles não estão nos passando as informações corretas. Por isso agora estamos em dúvida se ele realmente desapareceu no dia 9. Ele pode ter sumido qualquer outro dia porque ninguém mais o viu além dos dois” relatou a delegada, afirmando que a solução para o problema está dentro da casa da família.
 

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Polícia desconfia de crime no caso do desaparecimento de Ícaro

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Quarta, 24/2/2016 15:18.

A cada dia aumentam as suspeitas de que o garoto Ícaro, de 7 anos, desaparecido desde o dia 9, tenha sido vítima de um crime porque quem pode ajudar a esclarecer os fatos - a mãe e o padrasto do menino - não estão colaborando adequadamente com a polícia.

A opinião é da delegada de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso de Balneário Camboriú, Ruth Henn, que falou ao Página 3 nesta quarta-feira comentando que a cada depoimento que os pais prestam eles mudam as informações e se contradizem. “Eles só foram registrar o desaparecimento do menino um dia depois do sumiço dele e isso já dificulta muito”, salienta.

Ruth lembra que Balneário Camboriú é uma cidade que não possui registros de crianças desaparecidas, principalmente porque é bem monitorada.

“Quando há algum caso de fuga de um adolescente de casa, por exemplo, rapidamente a Guarda Municipal ou o Conselho Tutelar já o localizam. Por isso, nós não temos tanta certeza se o Ícaro realmente desapareceu no dia 9, pois checamos as câmeras de segurança da rua nessa data e hora (com base nas informações dos pais) e não encontramos nada, além de que não há nenhum indício de arrombamento na casa”, informa.

A delegada contou que Ícaro sempre ficava sozinho das 15h às 18h, horário em que a mãe e o padrasto estavam trabalhando. “Os dois foram as únicas pessoas que o viram e que podem nos ajudar a solucionar esse caso, mas eles não estão nos passando as informações corretas. Por isso agora estamos em dúvida se ele realmente desapareceu no dia 9. Ele pode ter sumido qualquer outro dia porque ninguém mais o viu além dos dois” relatou a delegada, afirmando que a solução para o problema está dentro da casa da família.
 

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