Jornal Página 3

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Morreu o doador fantasma do prefeito Edson Piriquito
Arquivo JP3
O fantasma mostrou que Edson Piriquito só era sério da boca para fora

Terça, 9/8/2016 9:03.

Faleceu no último dia 23 Rubens Batista Santana, que em 2009 declarou ser o doador “fantasma” de R$ 200 mil para a campanha de Edson Piriquito a prefeito. Ele tinha problemas de saúde decorrentes de um AVC.

Em 22 de novembro de 2009, logo após Piriquito se eleger prefeito, o Página 3 informou que o principal doador da sua campanha eleitoral, Waldemar Luiz Corrêa, nascido no Rio de Janeiro, dono da WLC Pescados de Itajaí era um “fantasma”, uma pessoa inexistente.

Com o andamento das investigações e a constatação de que a afirmação do jornal estava correta, Piriquito parou de xingar os jornalistas do Página 3 e contou outra história, o doador era Rubens Batista Santana , empresário, morador num condomínio na Barra.

Por sua vez Rubens Batista Santana disse que o dinheiro tinha sido doado por Antonio Jorge Lopes, empresário português, radicado em São Paulo. Em seu depoimento às autoridades, Antonio negou, disse que não doou nada para ninguém.

Com a morte do “fantasma” os detalhes também foram enterrados. Todas as provas apontam que Rubens Batista Santana montou a fraude com a participação do seu contador Paulo César Bernardes de Souza e Plínio dos Santos, tio do prefeito Piriquito e coordenador financeiro daquela campanha.
 

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Morreu o doador fantasma do prefeito Edson Piriquito

Arquivo JP3
O fantasma mostrou que Edson Piriquito só era sério da boca para fora
O fantasma mostrou que Edson Piriquito só era sério da boca para fora

Faleceu no último dia 23 Rubens Batista Santana, que em 2009 declarou ser o doador “fantasma” de R$ 200 mil para a campanha de Edson Piriquito a prefeito. Ele tinha problemas de saúde decorrentes de um AVC.

Em 22 de novembro de 2009, logo após Piriquito se eleger prefeito, o Página 3 informou que o principal doador da sua campanha eleitoral, Waldemar Luiz Corrêa, nascido no Rio de Janeiro, dono da WLC Pescados de Itajaí era um “fantasma”, uma pessoa inexistente.

Com o andamento das investigações e a constatação de que a afirmação do jornal estava correta, Piriquito parou de xingar os jornalistas do Página 3 e contou outra história, o doador era Rubens Batista Santana , empresário, morador num condomínio na Barra.

Por sua vez Rubens Batista Santana disse que o dinheiro tinha sido doado por Antonio Jorge Lopes, empresário português, radicado em São Paulo. Em seu depoimento às autoridades, Antonio negou, disse que não doou nada para ninguém.

Com a morte do “fantasma” os detalhes também foram enterrados. Todas as provas apontam que Rubens Batista Santana montou a fraude com a participação do seu contador Paulo César Bernardes de Souza e Plínio dos Santos, tio do prefeito Piriquito e coordenador financeiro daquela campanha.
 

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