Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Advogado e policial civil, suspeitos de extorsão, já estão em liberdade

Segunda, 8/8/2016 9:25.

Foram soltos o advogado de Balneário Camboriú e o policial civil de Florianópolis, suspeitos de crimes como quebra de sigilo funcional, extorsão e concussão (exigir vantagem indevida em razão da função). Eles estavam detidos desde o fim de julho. Um terceiro suspeito, que é empresário, continua foragido.

Segundo informações do Ministério Público de Santa Catarina, os dois receberam o direito de responderem o processo em liberdade. Para ser solto, o advogado de BC teve que pagar fiança de 10 salários mínimos (R$ 8,8 mil). Ele ainda terá que cumprir medidas cautelares, como comparecer mensalmente em Juízo.

Já o policial, que estava preso na Diretoria Estadual de Investigação Criminal (Deic), onde ele trabalhava, não teve que pagar fiança, mas não poderá exercer a profissão até decisão contrária. Além de responder criminalmente, ele também sofrerá processo administrativo na Corregedoria Geral da Polícia Civil.

As investigações continuam. Os dois e o empresário foragido são acusados de agirem em conjunto para extorquirem envolvidos em investigações. Quem é suspeito de comandar a ação é o policial, que supostamente ia atrás de investigados e cobrava deles para interromper investigações. Isso acontecia em Balneário e Rio do Sul.

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Advogado e policial civil, suspeitos de extorsão, já estão em liberdade

Foram soltos o advogado de Balneário Camboriú e o policial civil de Florianópolis, suspeitos de crimes como quebra de sigilo funcional, extorsão e concussão (exigir vantagem indevida em razão da função). Eles estavam detidos desde o fim de julho. Um terceiro suspeito, que é empresário, continua foragido.

Segundo informações do Ministério Público de Santa Catarina, os dois receberam o direito de responderem o processo em liberdade. Para ser solto, o advogado de BC teve que pagar fiança de 10 salários mínimos (R$ 8,8 mil). Ele ainda terá que cumprir medidas cautelares, como comparecer mensalmente em Juízo.

Já o policial, que estava preso na Diretoria Estadual de Investigação Criminal (Deic), onde ele trabalhava, não teve que pagar fiança, mas não poderá exercer a profissão até decisão contrária. Além de responder criminalmente, ele também sofrerá processo administrativo na Corregedoria Geral da Polícia Civil.

As investigações continuam. Os dois e o empresário foragido são acusados de agirem em conjunto para extorquirem envolvidos em investigações. Quem é suspeito de comandar a ação é o policial, que supostamente ia atrás de investigados e cobrava deles para interromper investigações. Isso acontecia em Balneário e Rio do Sul.

Publicidade

Publicidade