Jornal Página 3

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Central 190 de Balneário Camboriú recebe mais de 800 ligações por dia
Renata Rutes

Quarta, 31/8/2016 8:33.

Um leitor procurou o Página 3 para relatar um acidente ocorrido na madrugada de sábado (20), na Terceira Avenida, perto do supermercado Imperatriz. Segundo ele, um homem embriagado estava em um Citroën Aircross de cor branca com a namorada, que estava dirigindo o veículo. A mulher não sabia dirigir e acabou batendo o carro e subindo na calçada. O homem, nervoso, teria agredido a companheira. A Polícia Militar foi chamada, mas teria demorado para chegar e o sujeito conseguiu fugir, ‘ziguezagueando e fazendo muito barulho', segundo os vizinhos.

O comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Evaldo Hoffmann, comenta que é comum terem mais ocorrências para atender do que viaturas nas ruas e que isso pode acabar gerando a demora nos atendimentos. “Por exemplo, no sábado à noite tínhamos 39 ocorrências de perturbação de sossego alheio em aberto, e se acontece algo de maior destaque, como um roubo, atendemos isso primeiro”, explica.

O canto do galo

O tenente coronel Marcelo Egídio Costa é um dos responsáveis pela Central de Emergências (190) da PM de Balneário. Ele conta que recebem mais de 800 ligações por dia e que aos finais de semana esse número chega a 1,3 mil. O destaque é que desses contatos apenas '30 ou 40%' viram ocorrências.

“Há muitos casos em que a ocorrência não se confirma ou já se encerrou (foi resolvida). Recebemos muitos pedidos que não são de grande destaque, mas que precisamos atender, porque é nossa obrigação dar um retorno ao público. Por exemplo, na semana passada um cidadão ligou para reclamar que o canto do galo do vizinho dele estava nos incomodando”, conta. Apesar disso parecer um tanto quanto ‘bizarro’ , se encaixa em perturbação do sossego alheio.

Para auxiliar no trabalho da polícia, o próprio sistema de ocorrências aponta no mapa da cidade as ocorrências em aberto e as prioritárias, que devem ser atendidas primeiro. “Elas são ocorrências com agentes armados, com vítimas em risco (acidente de trânsito com vítimas, roubo, reféns, etc) ou que coloque a vida de policiais em risco. Controlamos todo o tempo de atendimento da ocorrência, desde o contato via 190 até chegarmos ao local. Isso demora de 13 a 15 minutos, podendo variar para mais ou menos”, informa.

Há fatores que influenciam o trabalho policial, como em dias chuvosos em que aumenta o número de acidentes de trânsito e no verão a perturbação do sossego alheio, principalmente durante a temporada. “A polícia só pode ligar a sirene e desobedecer as regras de trânsito em casos prioritários. Em ocorrências comuns temos que segui-las, por isso podemos acabar demorando um pouco mais”, diz.

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Central 190 de Balneário Camboriú recebe mais de 800 ligações por dia

Renata Rutes
Quarta, 31/8/2016 8:33.

Um leitor procurou o Página 3 para relatar um acidente ocorrido na madrugada de sábado (20), na Terceira Avenida, perto do supermercado Imperatriz. Segundo ele, um homem embriagado estava em um Citroën Aircross de cor branca com a namorada, que estava dirigindo o veículo. A mulher não sabia dirigir e acabou batendo o carro e subindo na calçada. O homem, nervoso, teria agredido a companheira. A Polícia Militar foi chamada, mas teria demorado para chegar e o sujeito conseguiu fugir, ‘ziguezagueando e fazendo muito barulho', segundo os vizinhos.

O comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Evaldo Hoffmann, comenta que é comum terem mais ocorrências para atender do que viaturas nas ruas e que isso pode acabar gerando a demora nos atendimentos. “Por exemplo, no sábado à noite tínhamos 39 ocorrências de perturbação de sossego alheio em aberto, e se acontece algo de maior destaque, como um roubo, atendemos isso primeiro”, explica.

O canto do galo

O tenente coronel Marcelo Egídio Costa é um dos responsáveis pela Central de Emergências (190) da PM de Balneário. Ele conta que recebem mais de 800 ligações por dia e que aos finais de semana esse número chega a 1,3 mil. O destaque é que desses contatos apenas '30 ou 40%' viram ocorrências.

“Há muitos casos em que a ocorrência não se confirma ou já se encerrou (foi resolvida). Recebemos muitos pedidos que não são de grande destaque, mas que precisamos atender, porque é nossa obrigação dar um retorno ao público. Por exemplo, na semana passada um cidadão ligou para reclamar que o canto do galo do vizinho dele estava nos incomodando”, conta. Apesar disso parecer um tanto quanto ‘bizarro’ , se encaixa em perturbação do sossego alheio.

Para auxiliar no trabalho da polícia, o próprio sistema de ocorrências aponta no mapa da cidade as ocorrências em aberto e as prioritárias, que devem ser atendidas primeiro. “Elas são ocorrências com agentes armados, com vítimas em risco (acidente de trânsito com vítimas, roubo, reféns, etc) ou que coloque a vida de policiais em risco. Controlamos todo o tempo de atendimento da ocorrência, desde o contato via 190 até chegarmos ao local. Isso demora de 13 a 15 minutos, podendo variar para mais ou menos”, informa.

Há fatores que influenciam o trabalho policial, como em dias chuvosos em que aumenta o número de acidentes de trânsito e no verão a perturbação do sossego alheio, principalmente durante a temporada. “A polícia só pode ligar a sirene e desobedecer as regras de trânsito em casos prioritários. Em ocorrências comuns temos que segui-las, por isso podemos acabar demorando um pouco mais”, diz.

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