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Idosa diz ter sido hipnotizada e roubada em Balneário Camboriú

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Terça, 19/4/2016 11:10.

Uma costureira de 70 anos, que mora em Balneário Camboriú, caiu na segunda-feira (18) em um golpe. Lúcia Tereza Mousquer conta que foi hipnotizada por três bandidos, que levaram dinheiro e joias dela. Ela procurou o Página 3 para relatar a situação.

Às 10h30 de segunda-feira ela estava indo até a agência da Caixa Econômica Federal que fica na Avenida do Estado quando foi abordada por um idoso que trajava camisa branca e tem olhos azuis. “Ele me perguntou onde ficava uma loja que vendia materiais de agricultura. Eu disse que não sabia, porque não conheço muito bem essa parte da cidade. Ele insistiu, dizendo que precisava de ajuda porque não sabia ler. Nisso chegou um rapaz de 20 e poucos anos, de óculos, e bem arrumado. Falei para o jovem atender o idoso, pois eu precisava ir embora. E então ele questionou para onde eu estava indo”, explica.

Eles disseram então que me levariam até a Caixa, pois o idoso precisava trocar um bilhete premiado que estava com ele. “Ele começou a contar histórias de como havia conseguido o bilhete e eu me liguei que a história dele era um golpe, mas na verdade eles eram os golpistas”, diz. Um terceiro homem chegou até eles, e Lúcia não sabe dizer o motivo, mas entrou em um carro de cor clara junto dos três.

O idoso passava a mão em sua cabeça e pedia para ela olhar em seus olhos – por isso, Lúcia acredita que foi hipnotizada. “Ele dizia que queria dólares e joias, e eu dizia que não tinha. Eu só tinha U$ 2 em minha carteira, para dar sorte. Eles me ameaçaram, diziam que se eu não desse o dinheiro eles iriam fazer mal para mim”, conta.

Ela tirou o dinheiro, pouco mais de R$ 900, e deu para os três. Os golpistas a acompanharam até a casa dela, que fica perto da loja Havan, onde ela entregou a eles seu estojo de joias com bijuterias, uma pulseira de esmeralda, quatro anéis e brincos com pedras de diamante e de ouro com pérolas.

A idosa afirma que não sabia o que estava fazendo e nem dizendo. “Eles passavam a mão na minha cabeça e me faziam olhar para eles. Realmente me hipnotizaram. Falei com a gerente da Caixa e ela disse que todo dia algo do tipo está acontecendo, e a delegada me disse a mesma coisa. Ela disse que vai investigar o caso, porque está sendo comum situações do tipo acontecerem”, relata.


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