Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Obituário
Faleceu Ana Batalha, professora de algumas gerações em Balneário

Domingo, 10/11/2019 12:34.

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A professora Ana Maria Batalha, 60, carioca, que lecionava biologia há mais de 20 anos em Balneário Camboriú, faleceu na madrugada desse domingo. Ana Batalha estava em tratamento de um câncer há alguns meses, o que a afastou da profissão por esse último tempo. Ela lecionou em várias escolas da cidade, -a última foi o colégio Energia- marcando gerações com seu jeito descontraído de ser e ensinar.

Ana deixa o companheiro Sydnei, os filhos Renan e Fernando e uma legião de fãs que sempre a admiraram. Não haverá velório, a famiília optou pela cremação e Ana, antes de falecer, decidiu doar os olhos para transplante de córnea.


"Sobre amar a si para amar os outros. Nunca pensei nisso me parecia vaidade. Para mim, amar os outros sempre fluiu naturalmente. O padeiro, o sapateiro da minha infância. Quem me conheceu sabe que Nelito era meu grande amigo. O sorveteiro a quem eu dava as cabeças das minhas bonecas para ele enfeitar seu carrinho. Como é difícil amar- se.... como é fácil amar o próximo... esse tem sido meu grande desafio já que agora tenho todo o tempo do mundo. Acho que preciso pensar que em mim mora Deus, assim será fácil fácil."
Ana Batalha


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Página 3

Faleceu Ana Batalha, professora de algumas gerações em Balneário

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Domingo, 10/11/2019 12:34.

A professora Ana Maria Batalha, 60, carioca, que lecionava biologia há mais de 20 anos em Balneário Camboriú, faleceu na madrugada desse domingo. Ana Batalha estava em tratamento de um câncer há alguns meses, o que a afastou da profissão por esse último tempo. Ela lecionou em várias escolas da cidade, -a última foi o colégio Energia- marcando gerações com seu jeito descontraído de ser e ensinar.

Ana deixa o companheiro Sydnei, os filhos Renan e Fernando e uma legião de fãs que sempre a admiraram. Não haverá velório, a famiília optou pela cremação e Ana, antes de falecer, decidiu doar os olhos para transplante de córnea.


"Sobre amar a si para amar os outros. Nunca pensei nisso me parecia vaidade. Para mim, amar os outros sempre fluiu naturalmente. O padeiro, o sapateiro da minha infância. Quem me conheceu sabe que Nelito era meu grande amigo. O sorveteiro a quem eu dava as cabeças das minhas bonecas para ele enfeitar seu carrinho. Como é difícil amar- se.... como é fácil amar o próximo... esse tem sido meu grande desafio já que agora tenho todo o tempo do mundo. Acho que preciso pensar que em mim mora Deus, assim será fácil fácil."
Ana Batalha


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