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PÁGINA 3 / Negócios
Chapa encabeçada por Pedro Parente será única opção a acionistas da BRF

Quarta, 25/4/2018 16:27.

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RAQUEL LANDIM
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A escolha do conselho de administração da BRF não será mais vaga a vaga. Na assembleia marcada para esta quinta-feira (26), a única opção dos acionistas será a chapa encabeçada pelo executivo Pedro Parente, que também é presidente da Petrobras.

A mudança ocorreu porque o fundo Abeerden retirou o pedido de voto múltiplo, que previa a aprovação de cada conselheiro separadamente, e até agora não foi apresentado nenhum outro pedido similar.

O objetivo dos gestores do Abeerden era forçar um acordo entre os principais sócios da companhia –o empresário Abílio Diniz, o fundo Tarpon, e os fundos de pensão Petros (Petrobras) e Previ (Banco do Brasil) -o que acabou ocorrendo, após a escolha de Pedro Parente como novo presidente do conselho.

Voltou a prevalecer, portanto, uma chapa única, que foi indicada na última reunião do atual colegiado. Os novos conselheiros são Augusto Marques da Cruz Filho, Dan Ioschpe, Flávia Buarque de Almeida, Francisco Petros, José Luiz Osório, Luiz Fernando Furlan, Roberto Mendes, Roberto Rodrigues, Walter Malieni Junior, além de Pedro Parente.

Nessa nova composição, Abílio deixa de ser o chairman do conselho e terá apenas uma vaga: Flávia Almeida, sócia da Península, empresa de participações da família Diniz. Já os fundos de pensão Petros e Previ contarão com pelo menos três representantes diretos: Francisco Petros (Petros), Augusto Cruz (Petros) e Walter Malieni (Previ). O fundo Tarpon deixará de ter assento no conselho.

Depois de ter seu nome aprovado pela assembleia, a primeira tarefa de Pedro Parente será escolher o novo presidente executivo da BRF, que está acéfala. Nesta segunda-feira (23), o executivo José Aurélio Drummond renunciou ao posto depois de poucos meses no cargo.

Drummond havia sido eleito graças ao voto de minerva de Abilio, mas não tinha o apoio dos fundos de pensão. Segundo apurou a reportagem, o executivo teve uma conversa com Pedro Parente na última sexta-feira (20) e percebeu que não teria apoio para continuar na presidência executiva.


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Página 3

Chapa encabeçada por Pedro Parente será única opção a acionistas da BRF

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Quarta, 25/4/2018 16:27.

RAQUEL LANDIM
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A escolha do conselho de administração da BRF não será mais vaga a vaga. Na assembleia marcada para esta quinta-feira (26), a única opção dos acionistas será a chapa encabeçada pelo executivo Pedro Parente, que também é presidente da Petrobras.

A mudança ocorreu porque o fundo Abeerden retirou o pedido de voto múltiplo, que previa a aprovação de cada conselheiro separadamente, e até agora não foi apresentado nenhum outro pedido similar.

O objetivo dos gestores do Abeerden era forçar um acordo entre os principais sócios da companhia –o empresário Abílio Diniz, o fundo Tarpon, e os fundos de pensão Petros (Petrobras) e Previ (Banco do Brasil) -o que acabou ocorrendo, após a escolha de Pedro Parente como novo presidente do conselho.

Voltou a prevalecer, portanto, uma chapa única, que foi indicada na última reunião do atual colegiado. Os novos conselheiros são Augusto Marques da Cruz Filho, Dan Ioschpe, Flávia Buarque de Almeida, Francisco Petros, José Luiz Osório, Luiz Fernando Furlan, Roberto Mendes, Roberto Rodrigues, Walter Malieni Junior, além de Pedro Parente.

Nessa nova composição, Abílio deixa de ser o chairman do conselho e terá apenas uma vaga: Flávia Almeida, sócia da Península, empresa de participações da família Diniz. Já os fundos de pensão Petros e Previ contarão com pelo menos três representantes diretos: Francisco Petros (Petros), Augusto Cruz (Petros) e Walter Malieni (Previ). O fundo Tarpon deixará de ter assento no conselho.

Depois de ter seu nome aprovado pela assembleia, a primeira tarefa de Pedro Parente será escolher o novo presidente executivo da BRF, que está acéfala. Nesta segunda-feira (23), o executivo José Aurélio Drummond renunciou ao posto depois de poucos meses no cargo.

Drummond havia sido eleito graças ao voto de minerva de Abilio, mas não tinha o apoio dos fundos de pensão. Segundo apurou a reportagem, o executivo teve uma conversa com Pedro Parente na última sexta-feira (20) e percebeu que não teria apoio para continuar na presidência executiva.


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