Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Mundo
Argentina fecha acordo recorde de US$ 50 bilhões com o FMI

Entre as metas baixar a inflação que hoje é 23%

Sexta, 8/6/2018 7:23.

Publicidade

SYLVIA COLOMBO E ESTELITA HASS CARAZZAI
BOGOTÁ, COLÔMBIA, E WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O governo argentino revelou nesta quinta (7) detalhes sobre o acordo realizado com o FMI (Fundo Monetário Internacional). O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Nicolás Dujovne, e pelo presidente do banco central, Federico Sturzenegger.

O acordo de "stand by" será de US$ 50 bilhões, por 36 meses, ou três anos. É o maior empréstimo já negociado pelo país com o FMI.

"Finalmente chegamos a um acordo em que mostramos a confiança que a instituição tem em nós. Mas temos de entender que a solução dos problemas depende dos argentinos. Temos de cumprir algumas metas que fazem parte de um programa", disse Dujovne.

Entre essas metas, está a já difícil tarefa de baixar a inflação da Argentina.

O FMI pede que as metas para 2019 sejam de 17%; para 2020, de 13%; e, para 2021, de 9%. Atualmente, a inflação é de 23%, bem acima da meta do governo para o ano, de 15%.

"Sabemos que [a inflação] corrói as fundações da prosperidade econômica da Argentina e recai diretamente sobre os segmentos mais vulneráveis da população", disse a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, que celebrou o acordo e disse apoiar "energicamente" as reformas do presidente Maurício Macri, cujo mandato termina em dezembro de 2019.

Com relação ao déficit fiscal, Dujovne disse que a meta imposta pelo FMI para 2019 será de 1,3%. O objetivo é zerar o déficit público até 2020. "Temos de considerar que outros países também estão com dificuldades; o Brasil também deve crescer menos."


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade


Publicidade














Página 3

Argentina fecha acordo recorde de US$ 50 bilhões com o FMI

Entre as metas baixar a inflação que hoje é 23%

Publicidade

Sexta, 8/6/2018 7:23.

SYLVIA COLOMBO E ESTELITA HASS CARAZZAI
BOGOTÁ, COLÔMBIA, E WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O governo argentino revelou nesta quinta (7) detalhes sobre o acordo realizado com o FMI (Fundo Monetário Internacional). O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Nicolás Dujovne, e pelo presidente do banco central, Federico Sturzenegger.

O acordo de "stand by" será de US$ 50 bilhões, por 36 meses, ou três anos. É o maior empréstimo já negociado pelo país com o FMI.

"Finalmente chegamos a um acordo em que mostramos a confiança que a instituição tem em nós. Mas temos de entender que a solução dos problemas depende dos argentinos. Temos de cumprir algumas metas que fazem parte de um programa", disse Dujovne.

Entre essas metas, está a já difícil tarefa de baixar a inflação da Argentina.

O FMI pede que as metas para 2019 sejam de 17%; para 2020, de 13%; e, para 2021, de 9%. Atualmente, a inflação é de 23%, bem acima da meta do governo para o ano, de 15%.

"Sabemos que [a inflação] corrói as fundações da prosperidade econômica da Argentina e recai diretamente sobre os segmentos mais vulneráveis da população", disse a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, que celebrou o acordo e disse apoiar "energicamente" as reformas do presidente Maurício Macri, cujo mandato termina em dezembro de 2019.

Com relação ao déficit fiscal, Dujovne disse que a meta imposta pelo FMI para 2019 será de 1,3%. O objetivo é zerar o déficit público até 2020. "Temos de considerar que outros países também estão com dificuldades; o Brasil também deve crescer menos."


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade